Logo da marca Casa Valduga Casa Valduga Gran Reserva Late Harvest

Em estoque

O Casa Valduga Gran Reserva Late Harvest é um néctar sofisticado da Serra do Sudeste, elaborado com uvas colhidas tardiamente e maturado por 36 meses em carvalho francês. Este vinho fino doce revela uma complexidade intensa de damascos, mel e especiarias, equilibrando perfeitamente o dulçor com uma acidez elegante. É a escolha ideal para elevar o final de jantares especiais, harmonizando com sobremesas cítricas, queijos azuis ou chocolates meio amargos.
Preço normal R$ 252,50
Preço normal R$ 252,50 Preço promocional
OFF Esgotado
em até 6x de
R$ 42,08 sem juros Parcelamento válido apenas no cartão de crédito
💳 Pagamento facilitado no cartão
8% OFF no PIX
por R$ 232,30
💰 Você economiza R$ 20,20 no PIX
 
 
add_shopping_cart

-

Pedido aprovado

local_shipping

- - -

Expedição do Pedido

redeem

- - -

Entregue!

local_shipping

Promoções de frete vigentes

 

Políticas vigentes de desconto no frete*

Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:

 Região Sul Pedidos a partir de
Rio Grande do Sul R$ 400
Santa Catarina R$ 400
Paraná R$ 500

 

 Região Sudeste Pedidos a partir de
São Paulo R$ 500
Rio de Janeiro R$ 600
Minas Gerais R$ 600
Espírito Santo R$ 800

 

 Região Centro Oeste Pedidos a partir de
Distrito Federal R$ 800
Goiás R$ 1.000

 

*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.

Casa Valduga Gran Reserva Late Harvest

Preço normal R$ 252,50
Preço normal R$ 252,50 Preço promocional
OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Valduga Gran Reserva Late Harvest

Visual

Apresenta cor dourado-âmbar, límpida e brilhante. Com abundante formação de lágrimas, indica a estrutura que o vinho possui.

Aromas

No aroma, traz notas de laranja confitada e damascos, logo permeadas pelas nuances de mel, castanhas, toques florais, além de especiarias como baunilha, cravo e canela. Com a evolução em taça, delicados toques de amêndoas tostadas são revelados.

Paladar

Traz muita delicadeza no paladar, apesar do corpo denso; elegante, complexo e intenso, é um verdadeiro néctar que equilibra dulçor e acidez. Untuoso e com bastante volume de boca, é um ótimo aperitivo.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Valduga Gran Reserva Late Harvest

Tipo Vinho Fino Branco Doce
Método 36 meses em barricas de carvalho francês
Uvas
  • Chardonnay
  • Sauvignon Blanc
  • Gewurztraminer
Região Serra do Sudeste - Brasil
Volume 500ml
Temperatura 10° a 12°C
Harmonização
  • Biscoitos cantuccini
  • Chocolates meio amargos
  • Sobremesas cítricas
  • Queijos azuis
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Celebração
  • Inverno
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Valduga Gran Reserva Late Harvest

O Casa Valduga Gran Reserva Late Harvest é um verdadeiro néctar, exibindo uma elegante coloração dourado-âmbar e uma complexidade aromática que encanta desde o primeiro momento. No nariz, revelam-se notas de laranja confitada, damascos e mel, harmoniosamente entrelaçadas com nuances de especiarias como baunilha e canela. No paladar, sua estrutura densa e untuosa é equilibrada por uma acidez precisa, conferindo uma experiência sofisticada que evolui na taça com delicados toques de amêndoas tostadas.

Este vinho de sobremesa é elaborado a partir de uvas Chardonnay, Sauvignon Blanc e Gewurztraminer colhidas em estágio de sobrematuração, técnica que concentra naturalmente os açúcares dos frutos. Após uma seleção rigorosa, o vinho segue para um longo amadurecimento de 36 meses em barricas de carvalho francês. Esse período de repouso é fundamental para conferir ao rótulo sua textura aveludada e a profundidade de sabores que o tornam uma referência em elegância.

Produzido pela Casa Valduga na Serra do Sudeste, este vinho reflete a excelência e a tradição vitivinícola de uma das regiões mais emblemáticas do Brasil. Sua personalidade marcante o torna o acompanhamento ideal para momentos especiais, harmonizando com perfeição ao lado de queijos azuis, chocolates meio amargos, biscoitos cantuccini ou sobremesas à base de frutas cítricas e secas. É uma escolha refinada para quem aprecia vinhos de personalidade, prontos para serem saboreados com calma.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Branco Fino Suave Gran Reserva Late Harvest Casa Valduga 500ml.

O Casa Valduga Naturelle Gran Reserva Late Harvest apresenta - de forma icônica - o conceito da linha de vinhos Sweet mais elegante da vitivinicultura brasileira. Seu perfil é sofisticado, equilibrado e denota nuances e características de um grande vinho, elaborado com talento, precisão, tecnologia e paixão.
Late Harvest (Colheita Tardia) é uma das principais formas de elaboração de vinhos de sobremesa. A técnica consiste em colher as uvas Chardonnay, Sauvignon Blanc e Gewurztraminer mais maduras e tardiamente, quando estas concentram ainda mais os açúcares. A colheita é feita manualmente e a seleção dos grãos é rigorosa para garantir que todos estejam no ponto ideal de maturação antes de seguir para a etapa de fermentação. Por fim, o repouso em barricas de carvalho francês por 36 meses garante delicadeza no paladar e uma profusão aromática incrível.

Tipo: Vinho Fino Branco Suave   

Varietal: Chardonnay, Sauvignon Blanc e Gewurztraminer

Terroir: Serra do Sudeste    

Maturação: Maturado 36 meses em Carvalho Francês.    

Produtor: Vinícola Casa Valduga

País: Brasil

Safra: Consulte

Volume: 500 ml

Temperatura de Serviço: 10° a 12°C 

Teor alcoólico: 12,0%

Análise Sensorial

Visual: Apresenta cor dourado-âmbar, límpida e brilhante. Com abundante formação de lágrimas, indica a estrutura que o vinho possui.

Olfativo: No aroma, traz notas de laranja confitada e damascos, logo permeadas pelas nuances de mel, castanhas, toques florais, além de especiarias como baunilha, cravo e canela. Com a evolução em taça, delicados toques de amêndoas tostadas são revelados.

Gustativo: Traz muita delicadeza no paladar, apesar do corpo denso; elegante, complexo e intenso, é um verdadeiro néctar que equilibra dulçor e acidez. Untuoso e com bastante volume de boca, é um ótimo aperitivo.

Harmonização: Biscoitos cantuccini, chocolates meio amargos, sobremesas cítricas ou à base de frutas secas, como figos, passas e damascos, além de queijos azuis.

Vinificação
- Seleção final dos cachos em estágio de sobrematuração;
- Desengace das uvas frescas;
- Prensagem;
- Uso de leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae;
- Fermentação alcoólica em temperatura de 14º a 15ºC;
- Interrupção da fermentação por frio;
- Maturação por 36 meses em barricas de carvalho francês;
- Envase e rotulagem.

A vinícola

Sobre a Casa Valduga

A Vinícola Casa Valduga é uma das instituições mais consolidadoras da viticultura brasileira, com raízes fincadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, desde 1875, e referência no enoturismo nacional. Pioneira no setor, oferece um complexo com pousada, restaurantes, caves históricas e experiências imersivas que fazem da visita uma verdadeira jornada pelo mundo do vinho.

Os vinhos e espumantes Casa Valduga conquistam reconhecimento internacional, com destaque para rótulos como Villa‑Lobos Cabernet Sauvignon, Storia Merlot e o premiado Espumante 130 Blanc de Blanc. Avaliados entre os melhores do país e produzidos com tecnologia moderna e tradição familiar, seus produtos unem elegância, consistência e conexão com o terroir.

Descubra a Casa Valduga e viva experiências únicas de degustação, cursos, piqueniques e muito mais, em uma vinícola que combina autenticidade, inovação e liderança no mercado, sendo a primeira brasileira entre as 100 melhores do mundo para visitar.


Ver produtos da Casa Valduga

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).