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Logo da marca Almaúnica Almaúnica Corte Bordalês 1,5L

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Nascido no Vale dos Vinhedos, o Almaúnica Corte Bordalês é um tinto nobre que une a tradição francesa ao terroir brasileiro em uma elegante versão magnum. Composto por Merlot, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon, este vinho estagia 18 meses em carvalho francês, resultando em uma estrutura encorpada, taninos aveludados e notas complexas de especiarias e frutas maduras. É a escolha ideal para elevar jantares especiais de outono e inverno com sofisticação e personalidade.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Almaúnica Corte Bordalês 1,5L - Almaúnica - Espumantes do Sul

Almaúnica Corte Bordalês 1,5L

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Almaúnica Corte Bordalês 1,5L

Visual

Coloração intensa com reflexos violáceos.

Aromas

Baunilha, chocolate amargo, especiarias, café, defumados e frutas vermelhas maduras em calda.

Paladar

Encorpado, com taninos maduros e aveludados, longa persistência e excelente equilíbrio.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Encorpado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Almaúnica Corte Bordalês 1,5L

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 18 meses em barricas de carvalho francês
Uvas
  • Merlot
  • Cabernet Franc
  • Cabernet Sauvignon
Região Vale dos Vinhedos
Volume 1,5L
Temperatura 15°C a 18°C
Harmonização
  • Carnes de caça
  • Paleta de cordeiro
  • Queijos curados
  • Massas com molhos intensos
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Almaúnica Corte Bordalês 1,5L

Com uma coloração intensa e reflexos violáceos, este tinto apresenta uma complexidade que convida à descoberta desde a primeira taça. No nariz, revela camadas aromáticas ricas, onde a doçura da baunilha e o toque de chocolate amargo se equilibram com notas de especiarias, café, defumados e frutas vermelhas maduras. Em boca, é um vinho encorpado e seco, marcado por taninos maduros e aveludados, apresentando excelente equilíbrio e uma persistência que torna a experiência de degustação memorável.

O Almaúnica Corte Bordalês é elaborado com a dedicação de quem busca a nobreza das tradições francesas. Composto por um corte clássico de Merlot, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon, o vinho passa por um processo de maturação de 18 meses em barricas de carvalho francês. Esse período de repouso é fundamental para conferir estrutura e elegância, permitindo que a complexidade aromática se desenvolva sem perder o frescor característico da fruta.

Nascido no coração do Vale dos Vinhedos, este rótulo é um testemunho da vocação da vinícola Almaúnica em unir o terroir brasileiro à sofisticação europeia. Apresentado em formato magnum de 1,5L, é a escolha ideal para elevar jantares especiais durante as estações mais frias do ano. Sua estrutura robusta harmoniza com perfeição à mesa, acompanhando muito bem pratos como carnes de caça, paleta de cordeiro, queijos curados e massas com molhos intensos.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale dos Vinhedos
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

Almaúnica Corte Bordalês 1,5L – Potência, elegância e inspiração francesa

Com estrutura marcante e aromas envolventes, este tinto de corte bordalês apresenta uma complexidade que encanta desde a primeira taça. No visual, exibe coloração intensa com reflexos violáceos. No nariz, revela camadas aromáticas que vão da baunilha ao chocolate amargo, passando por notas de especiarias, café, defumados e frutas vermelhas maduras em calda. No paladar, é encorpado, com taninos maduros e aveludados, longa persistência e excelente equilíbrio. Ideal para acompanhar carnes de caça, cordeiro assado, massas com molhos intensos e queijos curados.

O vinho é elaborado com um corte clássico inspirado na região de Bordeaux, mesclando Merlot, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon. A maturação acontece por 18 meses em barricas de carvalho francês novas, com exceção da Merlot, que estagia em barricas de segundo uso, conferindo complexidade sem sobrepor o frescor da fruta. O resultado é um tinto nobre, com grande potencial de guarda.

Ficha Técnica:

  • Safra: Consulte safra disponível

  • Uvas: 60% Merlot, 20% Cabernet Franc, 20% Cabernet Sauvignon

  • Graduação alcoólica: 14% vol.

  • Apresentação: Garrafa de 1,5L

  • Temperatura ideal de consumo: 15°C a 18°C

  • Harmonização: Carnes de caça, paleta de cordeiro, queijos fortes, massas com molhos condimentados

Produzido no coração do Vale dos Vinhedos pela Vinícola Almaúnica, este vinho é fruto da paixão do enólogo Márcio Brandelli pela tradição de Saint-Émilion, na França. A Almaúnica se destaca por unir o terroir brasileiro à inspiração europeia, entregando rótulos sofisticados, expressivos e de produção limitada – como este Corte Bordalês em versão magnum, pensado para momentos especiais.

A vinícola

Sobre a Almaúnica

A Vinícola Almaúnica é referência em vinhos e espumantes de alta qualidade na Serra Gaúcha. Localizada em Bento Gonçalves, destaca-se por unir terroir privilegiado, tecnologia de ponta e dedicação familiar em cada detalhe da produção.

Os vinhos e espumantes Almaúnica carregam a essência do cuidado artesanal, com uvas selecionadas e processos que valorizam a pureza de aromas e sabores. São rótulos elegantes, equilibrados e perfeitos para harmonizar com momentos especiais e pratos variados.

Descubra os vinhos e espumantes Almaúnica e conheça o trabalho de uma vinícola que traduz paixão e autenticidade em cada garrafa, levando o melhor da vitivinicultura brasileira para sua taça.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).