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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Cave Antiga Licoroso - Cave Antiga - Espumantes do Sul

Cave Antiga Licoroso

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Cave Antiga Licoroso

Visual

Coloração Âmbar, límpido e brilhante. Com a evolução e o tempo em carvalho, a coloração antes amarelo palha passou para tons caramelos, que dominam a tonalidade do vinho.

Aromas

Os aromas, complexos e profundos, lembram especiarias, especialmente própolis e mel. A passagem por carvalho aparece em notas de defumado, baunilha e folhas secas.

Paladar

Em boca, o dulçor aparece em equilíbrio e em sincronia com a acidez. De bom volume e retrogosto, lembrando o carvalho e frutas cristalizadas.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Encorpado
Doçura
Doce
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Cave Antiga Licoroso

Tipo Vinho Fino Branco Doce
Método 10 anos de envelhecimento em carvalho
Uvas
  • Moscato
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 10°C - 12°C
Harmonização
  • Queijos azuis
  • Sobremesas à base de frutas secas
  • Nozes
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Sobremesa
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Cave Antiga Licoroso

Um vinho que convida ao aconchego, com coloração âmbar que reflete o tempo em carvalho. No nariz, aromas profundos de mel, própolis e especiarias, seguidos por notas de defumado e baunilha. Na boca, doçura equilibrada pela acidez, com retrogosto de frutas cristalizadas e um toque de folhas secas.

O resultado de dez anos de envelhecimento em barris de carvalho, onde a uva Moscato ganha textura e complexidade. A combinação de acidez moderada e açúcar residual cria um perfil doce e encorpado, típico de vinhos finos brancos.

Produzido pela Cave Antiga, com uvas cultivadas em Farroupilha, na Serra Gaúcha, região que confere ao Moscato sua elegância e riqueza. Um rótulo que celebra a tradição local, perfeito para momentos de inverno ou como sobremesa.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Serra Gaúcha
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Sobremesa
Para saber mais

Descrição do produto

O Cave Antiga Vinho Licoroso Moscato é um vinho de coleção. Na taça, exibe coloração âmbar intensa, límpida e de grande brilho, com lágrimas densas que anunciam sua textura. O nariz revela elevada complexidade e profundidade aromática: especiarias, frutas secas, mel e um delicado toque de própolis se entrelaçam com nuances de tostado, tabaco e folhas secas, herança elegante da longa maturação em carvalho. Com a evolução em garrafa, a fruta ganha caráter mais maduro e concentrado, remetendo a frutas cristalizadas. Em boca, apresenta dulçor harmonioso, perfeitamente equilibrado por uma acidez viva — a sensação de frescor que impede qualquer excesso e sustenta o próximo gole. De textura ampla e volumosa, mostra excelente persistência, com retrogosto longo marcado por madeira, especiarias doces e frutas maduras.

O vinho é elaborado com 100% de uvas Moscato provenientes de Farroupilha, na Serra Gaúcha — município reconhecido como a capital brasileira do Moscatel, onde a variedade encontra sua melhor expressão no país. Após a vinificação, o licoroso repousou por 15 anos em barricas de carvalho francês, período em que madeira e fruta se integraram em camadas de complexidade. O resultado é uma edição limitada de apenas 500 garrafas numeradas, com estimativa de guarda de 30 anos — um vinho para guardar, presentear e celebrar.

Na harmonização, brilha ao lado de sobremesas: tortas de nozes ou amêndoas, cremes, chocolates e biscoitos amanteigados. É parceiro clássico de queijos azuis, como gorgonzola, e de frutas secas. Na tradição da Serra Gaúcha, experimente com ambrosia, schmier com queijo Serrano ou doces coloniais de figo. Também é excelente sozinho, como vinho de meditação ao final da refeição. Sirva entre 6 e 8 °C, em taças pequenas.

  • Tipo: vinho licoroso branco doce
  • Uva: 100% Moscato
  • Região: Farroupilha, Serra Gaúcha — RS, Brasil
  • Safra: Consulte a safra disponível
  • Teor alcoólico: 18% vol.
  • Envelhecimento: 15 anos em carvalho francês
  • Produção: edição limitada de 500 garrafas
  • Estimativa de guarda: 30 anos
  • Temperatura de serviço: 6–8 °C
  • Volume: 500 mL
  • Responsável técnico: Cristhian Ferrari Ambrosi

A Cave Antiga tem suas raízes em Farroupilha, no coração da Serra Gaúcha, terra moldada pela imigração italiana e consagrada nacionalmente pelo cultivo da uva Moscato. Entre seus rótulos, este licoroso de longa maturação ocupa lugar especial: uma produção rara, numerada e assinada, que traduz paciência e savoir-faire em cada garrafa. Leve para a sua adega uma das 500 garrafas desta edição — disponível na Espumantes do Sul, com entrega para todo o Brasil.

A vinícola

Sobre a Cave Antiga

A Vinícola Cave Antiga é uma vinícola familiar fundada em 1997 (em um conjunto predial de 1948) no 3º Distrito de Farroupilha, na Serra Gaúcha. Estruturada em um casarão histórico, une tradição, sustentabilidade e inovação, valorizando o terroir local e a preservação cultural.

Os vinhos e espumantes Cave Antiga se destacam pela excelência em concursos nacionais e internacionais, pela produção de varietais nobres e pela pioneira linha em bag‑in‑box, que oferece qualidade com praticidade. A vinícola investe em pesquisa, novos varietais e métodos modernos, sempre com cuidado desde o plantio até a elaboração final.

Descubra a Cave Antiga com experiências únicas: tours guiados pelo acervo histórico e caves, degustações premium e harmonizações (como chocolates e empanadas), além de projetos personalizados que convidam o visitante a criar seu próprio vinho. Tudo isso em um ambiente acolhedor, ecológico e imerso na cultura dos imigrantes italianos.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).