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Logo da marca Casa Valduga Casa Valduga Leopoldina Gran Terroir DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

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O Casa Valduga Leopoldina Gran Terroir Chardonnay é uma homenagem à bravura dos imigrantes no Vale dos Vinhedos, expressando a elegância de um vinho estruturado e complexo. Com maturação de dez meses em barricas de carvalho francês e romeno, revela notas intensas de frutas tropicais harmonizadas com toques de baunilha e chocolate branco. É um rótulo potente e persistente, ideal para elevar jantares especiais e harmonizar com massas, fondues ou queijos marcantes.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Valduga Leopoldina Gran Terroir DO Vale dos Vinhedos Chardonnay - Casa Valduga - Espumantes do Sul

Casa Valduga Leopoldina Gran Terroir DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Valduga Leopoldina Gran Terroir DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

Visual

Límpido, brilhante de coloração amarelo palha e reflexos esverdeados.

Aromas

Aroma fascinante e envolvente com intensas notas de frutas tropicais e maduras como abacaxi e carambola envolvidas por nuances de chocolate branco e baunilha, cedidos pela combinação de barricas francesas e romenas.

Paladar

Na boca é volumoso e potente, revelando todo o seu vigor e caráter devido ao alto conteúdo natural do álcool em harmonia com a fina acidez. Na parte retronasal remete todo seu complexo olfativo de frutas maduras e notas finas elegantes da madeira. Possui longa persistência.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Estruturado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Casa Valduga Leopoldina Gran Terroir DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

Tipo Vinho Fino Branco Seco
Método Maturação sobre borras finas por 10 meses em barricas de carvalho
Uvas
  • Chardonnay
Região Vale dos Vinhedos - RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 10°C a 12°C
Harmonização
  • Massas
  • Carnes brancas
  • Fondues
  • Queijos médios e fortes
Ocasião
  • Primavera
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Valduga Leopoldina Gran Terroir DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

O Chardonnay Leopoldina Gran Terroir apresenta uma coloração amarelo palha límpida e brilhante, com reflexos esverdeados que antecipam seu frescor. No nariz, entrega um aroma envolvente, marcado por notas intensas de frutas tropicais maduras, como abacaxi e carambola, harmoniosamente integradas a nuances de chocolate branco e baunilha. Em boca, revela-se estruturado e volumoso, mantendo um vigor notável em equilíbrio com uma acidez precisa e uma persistência longa e elegante.

A elaboração deste vinho fino seco é um exercício de precisão, iniciado com colheita manual e seletiva. Após a fermentação, o vinho passa por uma maturação de dez meses sobre borras finas em barricas de carvalho francês e romeno. Esse processo confere ao rótulo sua complexidade característica, refinando o perfil aromático e proporcionando uma textura envolvente que valoriza o caráter da uva Chardonnay.

Produzido pela Casa Valduga no Vale dos Vinhedos, este rótulo celebra a história e o pioneirismo da região. É uma escolha sofisticada para acompanhar momentos especiais, harmonizando com elegância ao lado de massas, carnes brancas, fondues ou tábuas de queijos médios e fortes. Um vinho que traduz a identidade de seu terroir, ideal para ser apreciado em temperaturas entre 10°C e 12°C.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale dos Vinhedos - RS - Brasil
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Primavera
  • Inverno
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

Em 1875, período Imperial, ano em que o 1º Valduga aporta em terras brasileiras, a monarquia batiza com nome de Leopoldina a via mais importante do que seria hoje o Vale dos Vinhedos.

Localizada nesta via, a Casa Valduga homenageia todo o período de bravura dos primeiros imigrantes com a linha Leopoldina!
 

Características Sensoriais:

Visão: Límpido, brilhante de coloração amarelo palha e reflexos esverdeados.
 
Olfato: Aroma fascinante e envolvente com intensas notas de frutas tropicais e maduras como abacaxi e carambola envolvidas por nuances de chocolate branco e baunilha. Este complexo aroma é cedido pela combinação de barricas francesas e romenas, conferindo complexidade e elegância.
 
Paladar: Na boca é volumoso e potente, revelando todo o seu vigor e caráter devido ao alto conteúdo natural do álcool em harmonia com a fina acidez.
Na parte retronasal remete todo seu complexo olfativo de frutas maduras e notas finas elegantes da madeira.
Possui longa persistência.

 

FICHA TÉCNICA

Clone Varietal: Entav 95
Porta-Enxerto: 3309
Sistema de Produção: Espaldeira Simples
Densidade/ha: 4.000 plantas
Tipo de Poda: Cordão Esporonado
Carga de Gemas/ha: 33.000
Práticas Vitícolas: Desbrota, desponta, desfolha na região dos cachos, raleio de cachos para controle de produção.
Colheita: Manual e seletiva.
 

VINIFICAÇÃO

- Seleção final dos cachos;
- Desengace das uvas frescas;
- Maceração pré-fermentativa a frio por 10 horas;
- Prensagem descontínua e delicada – prensa com atmosfera inerte;
- Clarificação do mosto;
- Uso de leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae;
- Fermentação alcoólica com temperatura de 14º a 16ºC;
- Final da fermentação alcoólica em barricas;
- Maturação sobre borras finas por 10 meses em barricas de carvalho de primeiro ano, provenientes de florestas da Romênia, com capacidade de 300l, com tostagem média e de barricas francesas tipo Borgonha de 228l e média tostagem.
- Estabilização tartárica;
- Filtração;
- Engarrafamento;

 

LAUDO ANALÍTICO

Álcool: 12,5%
Acidez Total: 6,30 g/l de ácido tartárico
Acidez Volátil: 0,24 g/l de ácido acético
Densidade: 0,993
Extrato Seco: 24,7 g/l
SO2 Total/Livre: 0,134 / 0,033 g/l
Açúcares totais em glicose: 2,56 g/l
pH: 3,22
 

Harmonização:

Massas, carnes brancas, fondues, queijos médios e fortes.
 
A vinícola

Sobre a Casa Valduga

A Vinícola Casa Valduga é uma das instituições mais consolidadoras da viticultura brasileira, com raízes fincadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, desde 1875, e referência no enoturismo nacional. Pioneira no setor, oferece um complexo com pousada, restaurantes, caves históricas e experiências imersivas que fazem da visita uma verdadeira jornada pelo mundo do vinho.

Os vinhos e espumantes Casa Valduga conquistam reconhecimento internacional, com destaque para rótulos como Villa‑Lobos Cabernet Sauvignon, Storia Merlot e o premiado Espumante 130 Blanc de Blanc. Avaliados entre os melhores do país e produzidos com tecnologia moderna e tradição familiar, seus produtos unem elegância, consistência e conexão com o terroir.

Descubra a Casa Valduga e viva experiências únicas de degustação, cursos, piqueniques e muito mais, em uma vinícola que combina autenticidade, inovação e liderança no mercado, sendo a primeira brasileira entre as 100 melhores do mundo para visitar.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).