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Logo da marca Casa Valduga Casa Valduga Era Chardonnay

Fora de estoque

O Casa Valduga Era Chardonnay é um vinho fino e autêntico, elaborado na Serra do Sudeste através de um processo de vinificação natural que preserva a pureza da fruta. Este exemplar apresenta um perfil aromático intenso de maçã, pera e notas tropicais, oferecendo um paladar fresco, equilibrado e de excelente persistência. É a escolha ideal para acompanhar frutos do mar e queijos cremosos, celebrando a conexão perfeita entre a tradição ancestral e a precisão técnica.
 
 
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Valduga Era Chardonnay - Casa Valduga - Espumantes do Sul

Casa Valduga Era Chardonnay

Preço normal R$ 122,80
Preço normal R$ 122,80 Preço promocional R$ 122,80
0% OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Valduga Era Chardonnay

Visual

Límpido e brilhante, com coloração amarelo palha.

Aromas

Franco e intenso, com notas de maçã e pera frescos, complementadas por abacaxi. Com a evolução em taça, nuances de melão e damascos.

Paladar

De paladar fresco, se destaca pela fina acidez alicerçada pelo teor alcoólico moderado. Corpo médio, com elevada persistência, reafirmando a presença frutada.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Valduga Era Chardonnay

Tipo Vinho Fino Branco Seco
Método Vinificação natural sem adição de SO2
Uvas
  • Chardonnay
Região Serra do Sudeste - RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 6º a 8ºC
Harmonização
  • Queijos cremosos
  • Peixes
  • Molhos leves
  • Frutos do mar
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Valduga Era Chardonnay

O Era Chardonnay apresenta uma coloração amarelo palha, límpida e brilhante, revelando um perfil aromático franco e intenso. No nariz, destacam-se notas frescas de maçã e pera, complementadas por um toque tropical de abacaxi. Com a evolução em taça, o vinho ganha complexidade ao liberar nuances de melão e damasco, que preparam o paladar para uma experiência de frescor marcante, sustentada por uma acidez vibrante e um corpo médio de longa persistência.

Este vinho fino branco seco é fruto de um processo de vinificação natural, elaborado sem a adição de conservantes (SO2), buscando maximizar a expressão pura da uva Chardonnay. A técnica privilegia a essência da fruta e o respeito ao tempo de fermentação, resultando em um exemplar autêntico e equilibrado. Devido ao cuidado no manejo do tanque de fermentação e da garrafa, é possível notar, por vezes, a presença de discretas borbulhas de gás carbônico que acentuam sua vivacidade.

Produzido na Serra do Sudeste, no Rio Grande do Sul, este rótulo da Casa Valduga reflete a expertise da vinícola em interpretar o potencial de seus vinhedos. É uma escolha elegante para os dias de primavera e verão, ou para compor jantares especiais. Sua estrutura harmoniza com perfeição ao lado de frutos do mar, peixes, molhos leves e queijos cremosos, servido preferencialmente entre 6ºC e 8ºC.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

O ERA Chardonnay representa a conexão entre dois mundos. O primeiro se caracteriza pelo que é tradicional, empírico, místico e ancestral, o segundo representa o tecnológico, científico, concreto e seguro. Este vinho é a elo transitório que nos proporciona o mais puro contato com a natureza, que nos guia, ensina e transforma, respeitando e interpretando o que cada parcela de vinhedos pode conceder com a expertise adquirida após décadas de estudo e dedicação. 

Elaborado com a mais seleta matéria-prima, o ERA Chardonnay representa o começo do futuro. Elaborado em safras excepcionais e com produção limitada, é o resultado um vinho sem a adição de SO2 (dióxido de enxofre), principal conservante utilizado no mundo dos vinhos, com o objetivo de maximizar o poder da fruta e valorizar o que a natureza nos oferece.

 

Observação: Há presença de pequenas concentrações de SO2 (dióxido de enxofre), sendo o mesmo conferido naturalmente pelas leveduras durante o processo de fermentação alcoólica. Além disso, devido a inertização do tanque de fermentação e da garrafa, poderá aparecer a presença de discretas borbulhas de gás carbônico.

Edição Limitada - 3.000 garrafas

 

Vinho Branco Seco Chardonnay Serra do Sudeste 6º a 8ºC Queijos cremosos, peixes, molhos leves e frutos do mar.

Franco e intenso, onde as notas frutadas protagonizam seu perfil aromático. Os principais descritores são os aromas de maçã e pera frescos, complementados pela nota tropical de abacaxi. Com a evolução em taça, nuances de melão e damascos contribuem para a complexidade do exemplar. De paladar fresco, se destaca pela fina acidez alicerçada pelo teor alcoólico moderado. Corpo médio, com elevada persistência, reafirmando a presença frutada. 

A vinícola

Sobre a Casa Valduga

A Vinícola Casa Valduga é uma das instituições mais consolidadoras da viticultura brasileira, com raízes fincadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, desde 1875, e referência no enoturismo nacional. Pioneira no setor, oferece um complexo com pousada, restaurantes, caves históricas e experiências imersivas que fazem da visita uma verdadeira jornada pelo mundo do vinho.

Os vinhos e espumantes Casa Valduga conquistam reconhecimento internacional, com destaque para rótulos como Villa‑Lobos Cabernet Sauvignon, Storia Merlot e o premiado Espumante 130 Blanc de Blanc. Avaliados entre os melhores do país e produzidos com tecnologia moderna e tradição familiar, seus produtos unem elegância, consistência e conexão com o terroir.

Descubra a Casa Valduga e viva experiências únicas de degustação, cursos, piqueniques e muito mais, em uma vinícola que combina autenticidade, inovação e liderança no mercado, sendo a primeira brasileira entre as 100 melhores do mundo para visitar.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).