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Logo da marca Aliança Aliança Santa Colina Chardonnay

Fora de estoque

O Aliança Santa Colina Chardonnay é um vinho fino de elegância singular, elaborado com a tradição das regiões da Campanha e Serra Gaúcha. Com amadurecimento em barricas de carvalho, este branco estruturado revela aromas marcantes de frutas tropicais e maçã verde, equilibrados por notas sutis de baunilha. É a escolha perfeita para elevar jantares especiais, harmonizando com maestria pratos como frutos do mar, salmão e aves grelhadas.
 
 
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Aliança Santa Colina Chardonnay - Aliança - Espumantes do Sul

Aliança Santa Colina Chardonnay

Preço normal R$ 46,50
Preço normal R$ 46,50 Preço promocional
OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Aliança Santa Colina Chardonnay

Visual

Cristalino de cor amarelo palha brilhante.

Aromas

Aroma de intensidade marcante, que lembra maçã verde, pera, frutas tropicais como abacaxi e manga, e leve toque amanteigado e de baunilha.

Paladar

Em boca, a bebida proporciona um paladar volumoso e equilibrado, com intensidade marcante, notas de pêssego, maçã verde e um leve toque de limão.

Acidez
Refrescante
Corpo
Estruturado
Doçura
Brut
Complexidade
Boa complexidade

Ficha técnica - Aliança Santa Colina Chardonnay

Tipo Vinho Fino Branco Seco
Método Amadurecimento em barricas de carvalho
Uvas
  • Chardonnay
Região Campanha e Serra Gaúcha - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 6 - 8°C
Harmonização
  • Frutos do mar
  • Aves grelhadas
  • Queijos leves
  • Saladas frescas
  • Salmão
  • Bacalhau
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Primavera
  • Verão
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Aliança Santa Colina Chardonnay

Este Chardonnay de cor amarelo-palha brilhante é um convite a uma experiência de degustação equilibrada e vibrante. Ao invadir o paladar, o vinho revela notas marcantes de pêssego e maçã verde, enquanto a doçura tropical de abacaxi e manga se entrelaça com um toque delicado de acidez e frescor. Em boca, ele proporciona um paladar volumoso e equilibrado, com uma complexidade que o torna imediatamente cativante.

Sua elegância é construída a partir da variedade Chardonnay, que recebe um toque especial de maturidade através do amadurecimento em barricas de carvalho. Este processo não só confere uma estrutura mais robusta, mas também permite que notas sutis de baunilha e manteiga se harmonizem perfeitamente com os aromas primários das frutas. É um vinho seco, cuja acidez refrescante garante um final persistente e suave.

Originário das renomadas regiões vitivinícolas da Campanha e Serra Gaúcha, este rótulo carrega a tradição de um vinho fino. Sua versatilidade o torna ideal para acompanhar momentos especiais, harmonizando com a delicadeza dos frutos do mar, a suculência de aves grelhadas ou a leveza de saladas frescas.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Campanha e Serra Gaúcha - Brasil
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Primavera
  • Verão
Para saber mais

Descrição do produto

Aliança Santa Colina Chardonnay.

O Vinho Chardonnay Branco Seco Santa Colina é uma verdadeira joia dos vinhos brancos. Produzido com uvas da casta Chardonnay, este vinho encanta os sentidos com sua elegância e complexidade. Originário da renomada região vitivinícola, cada gole deste vinho transporta os apreciadores para um passeio pelas suaves colinas e vinhedos da Santa Colina.

De cor amarelo-palha brilhante, este vinho apresenta aromas cativantes de frutas tropicais maduras, como abacaxi e manga, delicadamente entrelaçadas com toques sutis de baunilha e carvalho provenientes de um cuidadoso envelhecimento em barricas de carvalho.

Ao provar o Vinho Chardonnay Branco Seco Santa Colina, a boca é presenteada com uma experiência deliciosa. Seu sabor equilibrado e refrescante cativa o paladar com notas de pêssego, maçã verde e um leve toque de limão, culminando em um final persistente e suave.

Este vinho é uma escolha versátil para acompanhar diferentes momentos e pratos, harmonizando perfeitamente com frutos do mar, aves grelhadas, queijos leves e saladas frescas.

Em suma, o Vinho Chardonnay Branco Seco Santa Colina é uma excelente opção para os amantes de vinhos brancos que buscam uma experiência única, marcada pela tradição da região e pela qualidade do vinho que leva a assinatura da Santa Colina, uma referência na produção de vinhos finos. Deixe-se envolver por este sabor incomparável e brinde à arte de apreciar bons momentos com um vinho inesquecível. Saúde!

 

Tipo: vinho branco seco

Varietal: Chardonnay

Terroir: Campanha e Serra Gaúcha

Graduação alcoólica: 12,5%

Temperatura ideal de serviço: 6 - 8°C

 

 

Análise Sensorial

Visual: Cristalino de cor amarelo palha brilhante , é elaborado apartir da variedade Chardonnay.

Olfativo: Aroma de intensidade marcante, que lembra maçã verde, pera e leve toque amanteigado.

Gustativo: Em boca, a bebida proporciona um paladar volumoso e equilibrado, com intensidade marcante.

 

Harmonização: Uma boa taça de vinho branco e harmonize com o seu almoço ou jantar, carnes de pescado como salmão e bacalhau grelhados são ótimas opções.

 

 

 

 

Premiações:

* 17ª Edição da Avaliação Nacional de Vinhos em 2009 – Classificado na categoria Branco Seco Não Aromático;

* 18ª Edição da Avaliação Nacional de Vinhos em 2010 – Classificado na categoria Branco Seco Não Aromático;

* 20ª Edição da Avaliação Nacional de Vinhos em 2012 – Classificado na categoria Branco Seco Não Aromático;

* 22ª Edição da Avaliação Nacional de Vinhos em 2014 – Classificado na categoria Branco Seco Não Aromático;

* 23ª Edição da Avaliação Nacional de Vinhos em 2015 – Classificado na categoria Branco Seco Não Aromático.

A vinícola

Sobre a Aliança

A Vinícola Nova Aliança é uma das maiores cooperativas vitivinícolas do Brasil, reconhecida pela qualidade de seus vinhos e espumantes produzidos na Serra Gaúcha. Com tradição e história, une a força de centenas de famílias produtoras para criar rótulos que conquistam consumidores em todo o país.

Os vinhos e espumantes Nova Aliança combinam experiência cooperativa, tecnologia moderna e rigor na seleção de uvas, resultando em bebidas versáteis, frescas e com excelente relação qualidade-preço. São ideais para o dia a dia ou para brindar momentos especiais.

Descubra a Nova Aliança e leve para sua taça o sabor autêntico de uma vinícola que valoriza o trabalho coletivo e o desenvolvimento sustentável da vitivinicultura brasileira.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).