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Logo da marca Pizzato Pizzato Legno DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Pizzato Legno DO Vale dos Vinhedos Chardonnay - Pizzato - Espumantes do Sul

Pizzato Legno DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Pizzato Legno DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

Visual

Coloração amarelo palha para dourado, límpido e brilhante.

Aromas

Abacaxi em calda, amanteigado, chocolate branco, especiarias doces, caramelo e mel.

Paladar

Complexo, equilibrado, fresco, elegante e de muito boa persistência na boca.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Pizzato Legno DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

Tipo Vinho Fino Branco Seco
Método Fermentação em barris de carvalho com battônage
Uvas
  • Chardonnay
Região Vale dos Vinhedos
Volume 750ml
Temperatura 9 a 11 °C
Harmonização
  • Carnes brancas
  • Pescados
  • Mariscos
  • Queijos curados suaves
Ocasião
  • Primavera
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Pizzato Legno DO Vale dos Vinhedos Chardonnay

O Pizzato Legno Chardonnay abre com um brilho amarelo palha que evolui para dourado, trazendo aromas de abacaxi em calda, notas amanteigadas e toques de chocolate branco, caramelo e especiarias doces. Na boca, sua estrutura leve e equilibrada contrasta com uma acidez refrescante que mantém a sensação de frescor, enquanto a complexidade se revela em camadas de mel e nuances de caramelo, finalizando com persistência elegante.

O vinho passa por 11 meses de amadurecimento em barris de carvalho perle blanche, onde a tosta controlada confere sutileza sem sobrepor a expressão natural do terroir. A fermentação alcoólica e malolática, acompanhada de battônage sobre as borras finas, contribui para a textura cremosa e a integração harmoniosa dos sabores, resultando em um produto seco e estruturado.

Produzido pela vinícola Pizzato, cujos vinhedos próprios em Santa Lúcia são cultivados em espaldeiras orientadas norte‑sul, o Legno reflete a tradição e a excelência da região do Vale dos Vinhedos. Cada garrafa, numerada e limitada, carrega a identidade de um terroir basáltico e franco, convidando o apreciador a descobrir não apenas um vinho, mas a história de um lugar que valoriza a pureza e a delicadeza em cada gole.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

PIZZATO LEGNO CHARDONNAY D.O.V.V.

Os Chardonnay do Vale dos Vinhedos prezam pela delicadeza, franqueza e nitidez de aromas e sabores. A passagem por barris de carvalho especiais (fermentação alcooólica, malolática e amadurecimento), de maneira parcimoniosa, enriquece o conjunto sem sobrepor-se à expressão do local de origem; assim nasce o Pizzato Legno Chardonnay.

Os barris utilizados, denominados perle blanche, são feitos com os melhores carvalhos e passam por um processo de tostagem longo e sutil (com regulação por ar e umidade).

O vinho resultante apresenta toda a riqueza e predicados relacionados à delicadeza dos Chardonnay do Vale dos Vinhedos, enriquecido pelos traços de amadurecimento em barris de carvalho que respeitam a origem do vinho.

 

DESTAQUES

  • 91 pontos – Revista Adega
  • Melhor branco Jornal Valor Econômico 2014 (Jorge Lucki)
  • 89-90 pontos – vários painéis pelo Brasil
  • Exportado para: EUA, Reino Unido

 

Proposta

Pureza, frescor, nitidez, franqueza, corpo e complexidade

Vinhedos próprios, conduzidos em espaldeiras.

Das melhores parcelas da propr. de Sta Lúcia, Vale dos Vinhedos.

Lotes limitados, com numeração das garrafas (própria e da DO).

Complexidade e riqueza, mas respeitando o frescor e a origem.

DOVV : Denominação de Origem Vale dos Vinhedos 

 

Degustação

De coloração amarelo palha para dourado, apresenta-se límpido e brilhante. Aromas que remetem ao abacaxi em calda, amanteigado, chocolate branco, especiarias doces, caramelo e mel. Complexo, equilibrado, fresco, elegante e de muito boa persistência na boca.

* notas geralmente observadas

 

Harmonização

Carnes brancas, pescados, mariscos, queijos curados suaves, saladas e vegetais temperados.

 

Serviço

Para melhor apreciar os pontos fortes deste vinho, sugere-se que a temperatura da bebida esteja entre 9 e 11 oC.

 

Colheita

Colheita: Totalmente manual.

 

Dados Técnicos

Álcool (% vol.) : 13,5

Açúcar residual (g/l) : 1,6

Acidez total (g/l ác.tartárico): 6,29

pH: 3,4

Tempo de barril (meses): 11 meses, 1º, 2º e 3º usos.

 

Vinhedo

Nome: Santa Lúcia, Vale dos Vinhedos

Região: Vale dos Vinhedos, Denominação de Origem

Localização: 29°10'17.91""S, 51°36'05.59""O, 495 m.a.n.m.

Arquitetura: Espaldeiras com orientação norte-sul.

Solo: De origem basáltica, franco, com pedregulhos e argiloso.

 

Elaboração

Desengace, moagem e prensagem em prensa pneumática com leve maceração. Fermentação em barris de carvalho (tosta controlada) em baixas temperaturas, com adição de leveduras selecionadas. Fermentação malolática e amadurecimento, com battônage, sobre as borras finas em barris até o engarrafamento.

A vinícola

Sobre a Pizzato

A Vinícola Pizzato é uma vinícola familiar localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, reconhecida por produzir vinhos finos e espumantes de alta qualidade com forte identidade de terroir. Fundada pela família Pizzato, descendente de imigrantes italianos que chegaram à região em 1880, a marca combina tradição, pesquisa e manejo cuidadoso dos vinhedos.

Os vinhos Pizzato são elaborados apenas com uvas próprias, cultivadas em vinhedos como o icônico Vale dos Vinhedos e o Dr. Fausto, em Dois Lajeados. Linhas como Concentus, DNA99, Fausto e Legno destacam-se pela elegância, intensidade aromática e potencial de guarda. Já os espumantes Brut, Nature e Rosé reforçam o compromisso da vinícola com borbulhas finas, frescor e equilíbrio.

Descubra a Vinícola Pizzato e viva uma experiência completa: degustações dirigidas, tours pelos vinhedos, piqueniques harmonizados e o charme de uma vinícola que valoriza tradição, identidade local e inovação em cada garrafa.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).