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Logo da marca Pizzato Pizzato Fausto Chardonnay

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Pizzato Fausto Chardonnay - Pizzato - Espumantes do Sul

Pizzato Fausto Chardonnay

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Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Pizzato Fausto Chardonnay

Visual

Amarelo claro com traços esverdeados, brilhante.

Aromas

Maçã verde, peras, flores brancas e traços minerais.

Paladar

Fresco, equilibrado, de corpo médio e de persistência média para longa.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Pizzato Fausto Chardonnay

Tipo Vinho Fino Branco Seco
Método Fermentação em tanques de aço inoxidável
Uvas
  • Chardonnay
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 5°C a 8°C
Harmonização
  • Peixes
  • Frutos do mar
  • Saladas
Ocasião
  • Verão
  • Primavera
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Pizzato Fausto Chardonnay

Um brinde à leveza e ao equilíbrio, o Fausto Chardonnay traz um visual amarelo claro com traços esverdeados que cintila em taças. Nas narinas, notas de maçã verde, pera e flores brancas se entrelaçam com sutis toques minerais, enquanto na boca se revela frescor, corpo médio e persistência longa, convidando a degustar lentamente. Seu perfil seco e refinado o torna um acompanhante ideal para pratos leves, frutos do mar e saladas, perfeito para celebrações em qualquer estação.

O vinho nasce dos vinhedos próprios da família Pizzato, no Dr. Fausto, em Dois Lajeados. A colheita, totalmente manual, segue a arquitetura de espalderas simples sobre solo basáltico franco, pedregulhos e argiloso, conferindo estrutura e mineralidade. Após desengace, moagem e prensagem em prensa pneumática, a fermentação ocorre em tanques de aço inoxidável a baixas temperaturas, preservando a fruta e a flor. Leveduras selecionadas garantem complexidade, enquanto a ausência de malolática e de barris de carvalho mantém o caráter puro e cristalino.

O Fausto Chardonnay é fruto da tradição pioneira de Plínio Pizzato na Serra Gaúcha, onde a família tem cultivado uvas desde os anos 1980. Este rótulo, numerado e de produção limitada, celebra a identidade do terroir local e a dedicação à excelência, oferecendo uma experiência de vinho branco fino que transcende o simples consumo, convidando a conhecer a história e o clima que moldam cada gota.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

FAUSTO (DE PIZZATO) CHARDONNAY

A partir de vinhedos próprios no Vale dos Vinhedos, local onde a família Plínio Pizzato foi pioneira na condução em espaldeiras (simples e lira) desde meados dos anos 1980.

 

Elaborado desde a colheita 2000, com exceção da 2001, sempre esteve entre os mais destacados Cabernet brasileiros.

 

DESTAQUES

  • 90 pontos na Decanter Wine Magazine (6º no Top 10 South Am. Chardonnay)
  • Selecionado para a classe executiva da British Airways em 2014
  • 88-89 pontos em degustações no Brasil
  • Exportado para vários destinos: EUA, Inglaterra, Finlândia, etc.

 

Proposta

Vinho refrescante, equilibrado e 'casual', mas com personalidade. Elaborado com uvas de vinhedos da Família Plínio Pizzato. Das melhores parcelas do vinhedo Dr Fausto, estabelecido nos anos 1990 Elaboração de lotes de quantidade limitada e exclusive (tudo numerado). Sem passagem por barris de carvalho. Opção de garrafa 187 ml.

 

Degustação

Amarelo claro com traços esverdeados, brilhante; fino e elegante, com aromas de maçã verde, peras, flores brancas e traços minerais; na boca, fresco, equilibrado, de corpo médio e de persistência média para longa. *percepção média

 

Harmonização

Pratos leves a base de peixes e frutos do mar, não muito condimentados; pastas com molhos brancos e/ou leves; saladas frias, frutos do mar em geral, legumes.

 

Serviço

Para melhor apreciar os pontos fortes deste vinho sugere-se que a temperatura da bebida esteja entre 5 e 8oC.

 

Colheita

Datas de colheita: Fevereirode 2017 Garrafas: 6.700 de 750ml (numeradas) e 10.900 de 187ml, engarrafadas em lote único. Dados técnicos: Álcool (% vol.) : 12,5 Açúcar residual(g/l) : 1,7 Acidez total (g/l ác.tartárico): 6,8 pH: 3,38 Tempo de barril de carvalho: 0

 

Vinhedo

Nome: Dr Fausto Região: Dois Lajeados, Serra Gaúcha Localização: 28°57'45.72""S, 51°48'33.74""O, 460 m.s.n.m. Arquitetura: espaldeiras simples. Solo: de origem basáltica, franco, com pedregulhos e argiloso Colheita: totalmente manual

 

Elaboração

Desengace, moagem e prensagem em prensa pneumática com pequena maceração pré-fermentativa. Fermentação em tanques de aço inoxidável em baixas temperaturas para reter ao máximo o caracter frutado e floral, com adição de leveduras selecionadas. Foi evitada a fermentação malolática e o vinho não teve passagem por barris de carvalho.

A vinícola

Sobre a Pizzato

A Vinícola Pizzato é uma vinícola familiar localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, reconhecida por produzir vinhos finos e espumantes de alta qualidade com forte identidade de terroir. Fundada pela família Pizzato, descendente de imigrantes italianos que chegaram à região em 1880, a marca combina tradição, pesquisa e manejo cuidadoso dos vinhedos.

Os vinhos Pizzato são elaborados apenas com uvas próprias, cultivadas em vinhedos como o icônico Vale dos Vinhedos e o Dr. Fausto, em Dois Lajeados. Linhas como Concentus, DNA99, Fausto e Legno destacam-se pela elegância, intensidade aromática e potencial de guarda. Já os espumantes Brut, Nature e Rosé reforçam o compromisso da vinícola com borbulhas finas, frescor e equilíbrio.

Descubra a Vinícola Pizzato e viva uma experiência completa: degustações dirigidas, tours pelos vinhedos, piqueniques harmonizados e o charme de uma vinícola que valoriza tradição, identidade local e inovação em cada garrafa.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).