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Logo da marca Valmarino Valmarino Basílio Bellini Coquetel de Vinho Gaseificado

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Inspirado no clássico drink italiano, o Valmarino Basílio Bellini celebra a tradição de Pinto Bandeira ao unir o frescor do Prosecco ao suco de pêssego de polpa amarela. Elaborado pelo método Charmat, este coquetel gaseificado apresenta notas de frutas de caroço e um paladar refrescante, com equilíbrio perfeito entre acidez e doçura. É a escolha ideal para brindar momentos de descontração com elegância, leveza e a identidade única do terroir gaúcho.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Valmarino Basílio Bellini Coquetel de Vinho Gaseificado - Valmarino - Espumantes do Sul

Valmarino Basílio Bellini Coquetel de Vinho Gaseificado

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Valmarino Basílio Bellini Coquetel de Vinho Gaseificado

Visual

Coloração atrativa com tons amarelados e dourados e coroa abundante.

Aromas

Notas de frutas de caroço como pêssego e toques de ameixa amarela madura.

Paladar

Equilíbrio entre a acidez e dulçor, com um leve amargor característico do pêssego e final agradável.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Valmarino Basílio Bellini Coquetel de Vinho Gaseificado

Tipo Espumante Moscatel
Método Charmat
Uvas
  • Prosecco
Região Pinto Bandeira
Volume 750ml
Temperatura 3 a 5º C
Harmonização
  • Entradas leves
  • Sobremesas à base de frutas
  • Queijos leves
Ocasião
  • Verão
  • Primavera
  • Happy Hour
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Valmarino Basílio Bellini Coquetel de Vinho Gaseificado

O Valmarino Basílio Bellini é um coquetel de vinho gaseificado que encanta pela sua vivacidade e frescor. Com uma coloração dourada atraente e uma coroa de espuma abundante, ele revela no nariz notas marcantes de frutas de caroço, destacando o pêssego e toques de ameixa amarela madura. No paladar, apresenta um equilíbrio harmonioso entre a doçura e uma acidez refrescante, finalizando com o leve amargor característico do fruto, o que o torna uma escolha leve e prazerosa para momentos de descontração.

Elaborado pelo método Charmat, este coquetel une a base de uvas Prosecco ao suco natural de pêssego de polpa amarela. A técnica preserva a juventude e a intensidade aromática dos ingredientes, resultando em uma bebida de corpo leve e textura delicada. Com graduação alcoólica moderada, é uma opção versátil para ser apreciada bem gelada, ideal para acompanhar entradas leves, queijos suaves ou sobremesas à base de frutas.

Produzido pela vinícola Valmarino, o rótulo é uma homenagem à tradição e ao terroir de Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul, reconhecida como a capital do pêssego de mesa. Ao utilizar uvas e frutas cultivadas em seus próprios vinhedos, a vinícola reafirma seu compromisso com a identidade local, oferecendo uma experiência que conecta o consumidor à essência da região. É um convite para celebrar a simplicidade e a qualidade em encontros de primavera, verão ou em um happy hour especial.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Na busca de valorizar nosso local de origem Pinto Bandeira - Capital do pêssego de mesa do RS- a Valmarino elaborou este Coquetel de vinho branco gaseificado inspirado no famoso drink italiano conhecido como Bellini.  

 

O Bellini foi criado na década de 40, por Giuseppe Cipriani, fundador do Harry’s Bar, em Veneza, na Itália, que era o ponto de encontro de celebridades. O coquetel era feito no verão na safra do pêssego e possuía o frescor do prosecco aliado as notas delicadas do pêssego de polpa branca.

 

Giuseppe Cipriani teria nomeado o drink em homenagem ao pintor renascentista Giovani Bellini, pois a coloração intensa com tons amarelados e dourados do coquetel o fazia lembrar dos tons utilizados pelo artista em suas pinturas.

 

O coquetel conta com Prosecco cultivado em Pinto Bandeira e suco de polpa amarela. O mesmo é uma ótima opção para ser consumido no verão já que é refrescante, divertido e natural.

 

Ficha técnica

 

Composição

Prosecco + Suco De Pêssego De Polpa Amarela

Maturação

MÉTODO CHARMAT

Visual

Coloração Atrativa Com Tons Amarelados E Dourados E Coroa Abundante.

Olfato

Notas De Frutas De Caroço Como Pêssego E Toques De Ameixa Amarela Madura.

Paladar

Na Boca Equilíbrio Entre A Acidez E Dulçor E Um Leve Amargor Característico Do Pêssego E Final Agradável.

Graduação Alcoólica

10% Vol.

Temperatura De Serviço

3 A 5º C

Informações Adicionais

VINHEDOS PRÓPRIOS

A vinícola

Sobre a Valmarino

A Vinícola Valmarino nasceu da determinação de Orval Salton, enólogo formado em Mendoza e estudioso das variedades viníferas europeias, que em 1978 adquiriu uma propriedade de 24 hectares em Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul, e plantou ali o primeiro vinhedo de Cabernet Franc da região. A vinícola foi fundada oficialmente em 1997, com os filhos Marco Antônio, Guilherme e Rodrigo como sócios, e leva no nome uma homenagem às origens da família: Cison di Valmarino, município da região do Vêneto, na Itália.

Hoje, com 21 hectares cultivados e 18 variedades viníferas, a Valmarino produz vinhos e espumantes com identidade clara, ancorados no terroir de Pinto Bandeira — território reconhecido pela Denominação de Origem Altos de Pinto Bandeira. A parceria com o californiano Nathan Churchill, iniciada em 2006, ampliou o alcance da vinícola e consolidou rótulos de produção limitada que figuram entre os tintos varietais mais respeitados do Brasil.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).