Tenuta Foppa & Ambrosi Insolito Espumante Extra Brut Corte III
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Tenuta Foppa & Ambrosi Insolito Espumante Extra Brut Corte III

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Tenuta Foppa & Ambrosi Insolito Espumante Extra Brut Corte III
Coloração amarelo palha sutil
Grande Fineza Aromática, com aromas que vão desde frutas cítricas como abacaxi, pêssego e damasco até aromas da sua autólise que lembram pão tostado, manteiga, nozes e mel
Acidez refrescante, agradável cremosidade e notável persistência. De retrogosto amanteigado e leve
Ficha técnica - Tenuta Foppa & Ambrosi Insolito Espumante Extra Brut Corte III
- Trebbiano
- Esse espumante exala elegância e versatilidade
- perfeito para harmonizar com queijos semi-duros
- massas ao molho branco
- bacalhau
- ostras
- e petiscos salgados
- como tábuas de frios
- criando uma experiência gastronômica sofisticada. Prêmiações: - USA Wine
- Recepção
- Jantar Especial
Descrição do produto
Espumante Insolito Extra Brut Corte III - Vinícola Foppa & Ambrosi
Seguindo o papel do vinho de maior sucesso do portfólio, Insolito Extra Brut Corte III é a continuação de um sonho que se tornou realidade na Tenuta Foppa & Ambrosi. Insolito é uma assinatura que representa a determinação em fazer história. O degorgement de um espumante, que estava descansando por 18 meses na garrafa deitada e 24 meses de cabeça para baixo (sur lie a l’envers), cujo corte incomum, assemblage de vinhos Chenin Blanc, Trebbiano e Welschiriesling, formou um elegante, complexo e fino Extra Brut - Método Tradicional.
Foram elaboradas garrafas limitadas deste terceiro trabalho com esta linha no campo dos espumantes. Insolito Extra Brut retorna após mais de um ano de estoque esgotado, com longo período de maturação e com muita procura e espera por parte de fãs deste rótulo. A Vinícola Foppa & Ambrosi tem muito orgulho deste espumante incomum, lançamento, que ao ser servido aos apreciadores mais exigentes, mostra que o trabalho conduzido com o objetivo de impressionar pode superar - e muito - o mainstream.
Tipo: Espumante Extra Brut Branco.
Varietal: Chenin Blanc, Trebbiano e Welschiriesling.
Terroir: Serra Gaúcha/RS.
Produtor: Vinícola Foppa & Ambrosi
País: Brasil
Safra: Consulte
Método de elaboração: Champenoise com autólise de 24 meses e degorgement gradual.
Teor alcoólico: 12%
Temperatura de serviço: 10 a 12°C
Potencial de guarda: 3 a 5 anos.
Análise Sensorial
Visual: Coloração amarelo palha sutil.
Olfativo: Grande Fineza Aromática, com aromas que vão desde frutas cítricas como abacaxi, pêssego e damasco até aromas da sua autólise que lembram pão tostado, manteiga, nozes e mel.
Gustativo: Acidez refrescante, agradável cremosidade e notável persistência. De retrogosto amanteigado e leve.
Harmonização: Esse espumante exala elegância e versatilidade, perfeito para harmonizar com queijos semi-duros, massas ao molho branco, bacalhau, ostras, e petiscos salgados, como tábuas de frios, criando uma experiência gastronômica sofisticada.
Prêmiações:
- USA Wine Ratings (2022)
- Commended Wines of Brazil Awards (2022)
- James Suckling 90p (2023).

A Vinícola Tenuta Foppa & Ambrosi é uma vinícola boutique jovem, criada em 2017 pelos enólogos Lucas Foppa e Ricardo Ambrosi em Garibaldi, na Serra Gaúcha, e que se tornou a primeira vinícola brasileira a produzir vinhos também no Napa Valley, com atuação no Brasil, Estados Unidos e Uruguai.
Tendo começado com apenas 300 garrafas no porão e já alcançado cerca de 80 mil rótulos por safra, a Tenuta apresenta uma linha diversa e sofisticada: espumantes finos como Viticciò Brut Bianco e Viticciò Brut Rosé (método Charmat e Charmat longo), além de tintos expressivos da linha Cultura, com uvas como Malbec, Touriga Nacional e Cabernet Franc, e rótulos premium da American Collection, incluindo o inovador Syrah de Coombsville (Napa Valley).
Descubra Tenuta Foppa & Ambrosi e explore experiências inesquecíveis: visita à casa centenária de pedra, degustações completas (de linhas brasileiras e californianas), tours pelos vinhedos e salas de barricas, com a narrativa autêntica de seus jovens fundadores — unindo excelência enológica, inovação global e espírito empreendedor que coloca o Brasil no mapa internacional do vinho .
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).