Sotterrani Ciclos Cabernet Sauvignon
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Sotterrani Ciclos Cabernet Sauvignon

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Sotterrani Ciclos Cabernet Sauvignon
Límpido e brilhante, coloração vermelho-granada com reflexos rubi.
Frutas vermelhas maduras como cereja e ameixa negra, com notas de especiarias e nuances tostadas sutis.
Vinho de corpo médio e boa persistência. Taninos maduros e macios, com retrogosto agradável e equilibrado.
Ficha técnica - Sotterrani Ciclos Cabernet Sauvignon
- Cabernet Sauvignon
- Carnes vermelhas grelhadas
- Churrasco
- Massas com molhos condimentados
- Queijos de massa dura
- Outono
- Inverno
- Jantar Especial
Nossa avaliação
sobre o Sotterrani Ciclos Cabernet Sauvignon
Descrição do produto
Vinho Tinto Sotterrani Ciclos Cabernet Sauvignon
Complexidade e harmonia em um Cabernet que valoriza a expressão da fruta.
Este rótulo da linha Ciclos foi elaborado para destacar a identidade varietal da Cabernet Sauvignon, a "rainha das uvas tintas". Visualmente, apresenta-se límpido e brilhante, com uma coloração vermelho-granada e reflexos rubi. O perfil aromático é cativante, onde predominam frutas vermelhas maduras como cereja e ameixa negra, enriquecidas por notas de especiarias e nuances tostadas sutis. No paladar, é um vinho de corpo médio e boa persistência. Seus taninos são maduros e macios, proporcionando um retrogosto agradável e equilibrado. É o companheiro ideal para carnes vermelhas grelhadas, churrasco, massas com molhos condimentados ou queijos de massa dura.
Produzido em um lote exclusivo de apenas 471 garrafas, este vinho nasce na Serra do Sudeste, especificamente em Pinheiro Machado (RS), um terroir de excelência para a viticultura. A vinificação respeita o ritmo da natureza: após fermentação com controle de temperatura, o vinho amadurece por 6 meses em barricas de carvalho francês — tempo suficiente para agregar estrutura sem mascarar o frescor da fruta. Antes de chegar à sua taça, ele ainda repousa por, no mínimo, 6 meses em cave, garantindo a afinação perfeita de seus aromas e sabores.
Ficha Técnica
- Produtor: Vinícola Sotterrani
- Linha: Ciclos
- Origem: Serra do Sudeste do RS - Pinheiro Machado
- Tipo: Vinho Fino Tinto Seco
- Uva: 100% Cabernet Sauvignon
- Safra: Consulte a safra disponível
- Teor Alcoólico: 12,6%
- Volume: 750ml
- Maturação: 6 meses em barrica de carvalho francês + 6 meses em cave
- Lote: 471 garrafas
- pH: 3,54
- Acidez Total: 88,5 mEq/L
- Extrato Seco: 31,3 g/L
Sobre a Vinícola
A Sotterrani é uma microvinícola urbana localizada em Bento Gonçalves, RS. Focada na elaboração de vinhos de autor em escalas limitadas, a vinícola não possui vinhedos próprios, o que lhe permite selecionar as melhores uvas de diferentes terroirs — como a Serra do Sudeste — para cada variedade. A linha Ciclos representa a busca pelo equilíbrio entre a pureza da fruta e a elegância proporcionada pelo carvalho, resultando em vinhos autênticos e surpreendentes.

Sotterrani: A essência da Micro Vinícola Urbana
Nascida em um típico porão da Serra Gaúcha, a Sotterrani transforma a tradição dos descendentes italianos em vinhos de alta sofisticação. O que começou como um hobby em 2005 tornou-se uma referência em exclusividade: somos uma micro vinícola urbana com filosofia de "foco total no vinho". Trabalhamos apenas com micro lotes (300l a 600l), o que nos permite cuidar de cada garrafa como uma obra única. Sem vinhedos próprios, temos a liberdade de caçar os melhores terroirs do Sul do Brasil para entregar a você autenticidade e qualidade superior.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).