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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Pizzato Allumé Cabernet Sauvignon - Pizzato - Espumantes do Sul

Pizzato Allumé Cabernet Sauvignon

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Pizzato Allumé Cabernet Sauvignon

Visual

Cor rubi intensa com traços púrpura.

Aromas

Cereja, ameixa, ervas e pimentão assado.

Paladar

Medianamente encorpado com retrogosto prolongado.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Pizzato Allumé Cabernet Sauvignon

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Amadurecimento em carvalho francês
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 15 a 18 °C
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Carnes de caça
  • Massas com molho vermelho
  • Queijos de média maturação
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Pizzato Allumé Cabernet Sauvignon

O Pizzato Allumé Cabernet Sauvignon se apresenta com um rubi profundo, pontilhado de traços púrpura, que anuncia aromas de cereja madura, ameixa e um toque de ervas frescas, complementado por notas de pimentão assado. No paladar, encontra-se um meio corpo equilibrado, onde a acidez refrescante contrasta com taninos suaves, deixando um retrogosto prolongado que convida a repetir.

A elaboração segue um processo cuidadoso: a fermentação e maceração duram oito dias em tanques de aço inoxidável, utilizando leveduras selecionadas e temperatura controlada, garantindo a pureza aromática. Posteriormente, o vinho amadurece em barricas de carvalho francês, de média e baixa tostagem, em primeiro e segundo uso, enquanto parte permanece em tanques de aço para manter a frescura. A escolha de uvas cultivadas em espaldeiras, orientadas norte‑sul, e a colheita manual reforçam a qualidade e a expressão do terroir.

Originário da Serra Gaúcha, nos vinhedos de Dr. Fausto e do vizinho vitivinicultor em Dois Lajeados, o Pizzato Allumé carrega o clima frio, a altitude de 450 metros e solos basálticos franco‑argilosos que conferem estrutura e complexidade. A vinícola Pizzato, reconhecida por suas produções finas, oferece um vinho que se torna o acompanhante ideal para carnes vermelhas, caça, massas com molho vermelho e queijos de média maturação, especialmente em noites de outono e inverno, quando a mesa pede um toque de elegância e profundidade.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Pizzato Allumé Cabernet Sauvignon

A Cabernet Sauvignon, uva com belos resultados de maturação e sanidade e sempre apontada como uma das de maior potencial para vinhos tintos na Serra Gaúcha, e considerando que em plantio em espaldeiras (em contraste ao uso de latadas/pérgola da fase dos anos 70) os resultados poderiam ter ainda mais consistência, no ano de 2020 foi implantada parcela de Cabernet Franc em Dr Fausto de Castro, Dois Lajeados. Este vinho da colheita 2022, já traz em seu corte as uvas de tal vinhedo além de uvas de outro colega viticultor de região próxima, também da Serra Gaúcha.

 

Tipo: Tinto seco

Varietal: Cabernet Sauvignon

Produtor: Vinicola Pizzato

Terroir: Rio Grande do Sul

País: Brasil

Safra: Consulte

Volume: 750 ml

Temperatura de serviço: 15 e 18 °C

Teor alcoólico: 13,4%

 

Proposta:

Pureza, frescor, nitidez, franqueza, corpo e complexidade. Mistura de geografias e estilos. De vinhedos próprios e/ou de terceiros, já testados pela Pizzato. Lotes limitados, com numeração das garrafas. Complexidade e riqueza, mas respeitando a origem.

 

Degustação:

Cor rubi intensa e traços púrpura; aromas de cereja, ameixa, ervas e pimentão assado; medianamente encorpado com retrogosto prolongado.

* notas geralmente observadas

 

Harmonização:  Carnes vermelhas e de caça, aves, suínos; massas e risotos com molhos vermelhos; queijos de média maturação.

 

Elaboração:

Fermentação e maceração em tanques de aço inoxidável, com leveduras selecionadas e temperatura controlada. Tempo total de fermentação e maceração de 8 dias. Amadurecimento em carvalho francês de média e baixa tostagem, de primeiroe segundo usos. Parte do vinho amadurecimento em tanques de aço inoxidável.

Vinhedo:

Nome: Dr Fausto e Vinhedo de Colega Vitivinicultor , Região:Dois Lajeados, Serra Gaúcha, 30 km a noroeste. Localização: ponto médio a 28°S, 51º O, 450 m.s.n.m. Arquitetura: Espaldeiras com orientação norte-sul.

Solo: De origem basáltica, franco, com pedregulhos e argiloso.

Colheita: totalmente manual, em caixas de até 16kg.

Dados Técnicos:

Álcool (% vol.) : 13,4

Açúcar residual (g/l) : 1,82

Acidez total (g/l ác.tartárico): 6,2

pH: 3,65

Tempo de barrica e tanques de aço (meses): 11 (1º e 2º usos, francês)

A vinícola

Sobre a Pizzato

A Vinícola Pizzato é uma vinícola familiar localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, reconhecida por produzir vinhos finos e espumantes de alta qualidade com forte identidade de terroir. Fundada pela família Pizzato, descendente de imigrantes italianos que chegaram à região em 1880, a marca combina tradição, pesquisa e manejo cuidadoso dos vinhedos.

Os vinhos Pizzato são elaborados apenas com uvas próprias, cultivadas em vinhedos como o icônico Vale dos Vinhedos e o Dr. Fausto, em Dois Lajeados. Linhas como Concentus, DNA99, Fausto e Legno destacam-se pela elegância, intensidade aromática e potencial de guarda. Já os espumantes Brut, Nature e Rosé reforçam o compromisso da vinícola com borbulhas finas, frescor e equilíbrio.

Descubra a Vinícola Pizzato e viva uma experiência completa: degustações dirigidas, tours pelos vinhedos, piqueniques harmonizados e o charme de uma vinícola que valoriza tradição, identidade local e inovação em cada garrafa.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).