Peruzzo Tannat
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Peruzzo Tannat

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Peruzzo Tannat
Límpido com coloração vermelho rubi intenso.
Frutas vermelhas maduras, ameixa preta, alecrim, tabaco, couro, café e cogumelos frescos.
Apresenta taninos marcantes, textura aveludada e longa persistência.
Ficha técnica - Peruzzo Tannat
- Tannat
- Carnes vermelhas grelhadas
- Carnes de caça
- Embutidos e presunto cru
- Queijos maduros
- Inverno
- Outono
- Jantar Especial
Nossa avaliação
sobre o Peruzzo Tannat
Descrição do produto
Peruzzo Vinho Tannat.
Descubra a excelência dos vinhos da Vinícola Peruzzo! Apresentamos com orgulho o nosso prestigiado e sofisticado Peruzzo Tannat, uma verdadeira obra-prima enológica.
Origem Excepcional: As uvas Tannat cuidadosamente selecionadas provêm de nossos vinhedos exclusivos, banhados pelo sol generoso e acariciados pelos ventos suaves. Essas condições privilegiadas garantem uma colheita única e uma qualidade incomparável.
Vinificação Primorosa: A produção do Peruzzo Tannat é conduzida com a mais alta expertise enológica. Cada etapa é realizada com paixão e dedicação, desde o cuidado nas vinhas até a seleção manual das uvas. O resultado é uma bebida rica em sabores autênticos e expressivos.
O Prazer do Paladar: Ao degustar o Peruzzo Tannat, você será envolvido por um aroma intenso de frutas vermelhas maduras e notas sutis de especiarias. Seu paladar será agraciado com uma textura aveludada e taninos elegantes, que harmonizam perfeitamente com a rica estrutura do vinho.
Reconhecimento Internacional: O Peruzzo Tannat tem sido reconhecido por especialistas e conquistado premiações em importantes concursos internacionais. Sua qualidade excepcional cativa apreciadores de vinho ao redor do mundo.
Acompanhamento Perfeito: Este vinho encantador é um parceiro ideal para momentos especiais e refeições memoráveis. Harmonize-o com carnes vermelhas grelhadas, queijos maduros ou pratos de sabor intenso para uma experiência gastronômica única.
Presenteie-se: Adquira agora o Peruzzo Tannat e presenteie-se com uma experiência inigualável. Surpreenda seus convidados, crie memórias únicas e celebre a vida brindando com este magnífico vinho.
Tipo: Vinho tinto fino seco
Varietal: Tannat
Terroir: Campanha Gaúcha/RS
Produtor: Vinícola Peruzzo
País: Brasil
Safra: Consulte
Teor Alcoólico: 13,5%
Temperatura de Serviço: 16ºC a 18ºC.
Volume: 750 ml
Maturação: 10 meses em barricas de carvalho francês.
Análise Sensorial
Visual: Apresenta-se límpido com coloração vermelho rubi intenso.
O aroma é muito complexo, com notas de frutas e vegetais, assim como ameixa preta, alecrim e tabaco. Possui aroma pronunciado de couro e café e notas de cogumelos frescos.
Gustativo: Ao paladar apresenta taninos marcantes e longa persistência.
Harmonização: Ideal para acompanhar carnes vermelhas e carnes de animais caçados. Faz excelente harmonização com embutidos e presunto cru.
Processo de Vinificação: A colheita, realizada manualmente, é seguida por um processo de seleção dos cachos em esteira, através disto é possível assegurar que apenas as uvas de alta qualidade sejam vinificadas. A fermentação ocorre dentro de 7 a 10 dias com temperatura controlada. A maceração pode durar até 15 dias para extração de taninos maduros em fase alcoólica. A Fermentação Malolática aconteceu espontaneamente. O vinho, 70%, maturou por cerca de 10 meses em barricas de carvalho francês.

A Vinícola Peruzzo é uma vinícola familiar pioneira na Campanha Gaúcha, com sede em Bagé e unidade no Vale dos Vinhedos (RS). Fundada em 2003 pelos irmãos Peruzzo, cultiva uvas viníferas importadas e regionalmente adaptadas, produzindo vinhos e espumantes em escala boutique, com produção própria de cerca de 1,5 ha de vinhedos desde 2008.
Os vinhos Peruzzo — incluindo varietais como Arinarnoa, Cabernet Franc, Merlot, Chardonnay e Pinot Noir — refletem o terroir da Campanha e da Serra Gaúcha, com aromas frutados, corpo equilibrado e frescor agradável. Já os espumantes Peruzzo (Brut e Brut Rosé) são elaborados por métodos Charmat e Champenoise, garantindo elegância e borbulhas delicadas.
Descubra a Peruzzo e viva experiências acolhedoras e autênticas: visite o Wine Bar em Bagé ou a unidade no Vale dos Vinhedos, degustando rótulos que unem tradição, terroir e inovação em cada taça, com atendimento familiar e atenção aos detalhes .
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).