Montes Alpha Syrah
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Montes Alpha Syrah

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Montes Alpha Syrah
Cor vermelha rubi profunda
Os seus aromas são generosos, remetendo a frutos maduros, como amoras, ameixas pretas e cerejas. Segue-se um aroma doce a doçaria, com notas de canela, cassis e baunilha, frutos do seu estágio de 12 meses em barricas de.
Na boca é perfeitamente equilibrado, com taninos macios, bom volume e persistência, com uma grande reserva de sabores, ressaltando as notas encontradas no aroma. Vinificação: Colheita manual das uvas; Uso de leveduras.
Ficha técnica - Montes Alpha Syrah
- Viognier
- Syrah
- Cabernet Sauvignon
- Espaguete ao Ragu de Pato. Lasanha Bolonhesa. Risoto de Presunto Parma. LAUDO TÉCNICO: pH: 3
- 4 Acidez Total (H2SO4): 3
- 7 g/L Açúcar residual: 3
- 3 g/L
- Inverno
Descrição do produto
O Esplendor do Vale de Colchagua
Região Premium:
O Montes Alpha Syrah, um tesouro do famoso Vale de Colchagua no Chile, é reconhecido por sua qualidade excepcional. Este vinho é a expressão máxima do terroir único da região, oferecendo uma experiência de degustação que destaca sua origem distinta.
Safra Disponível:
Consulte a safra disponível! Cada ano traz características únicas, resultando em sabores ricos e uma complexidade que se aprimora com o tempo.
Um Bouquet de Sensações
Aroma Rico e Complexo: O Montes Alpha Syrah cativa com seu aroma que evoca amoras, ameixas pretas, cerejas, com nuances de canela, cassis e baunilha. Esses aromas são intensificados pelo envelhecimento em barricas de carvalho francês.
Paladar Equilibrado: Na boca, apresenta-se equilibrado, com taninos suaves e um volume marcante. A persistência de sabores, em harmonia com as notas olfativas, promete uma experiência degustativa inesquecível.
Harmonização Perfeita
Ideal para Gastronomia Refinada: Este vinho é o acompanhamento ideal para pratos sofisticados como Espaguete ao Ragu de Pato, Lasanha Bolonhesa e Risoto de Presunto Parma. Sua estrutura e sabor complementam perfeitamente estes pratos, transformando cada refeição em uma ocasião especial.
Ficha Técnica:
MONTES | MONTES ALPHA SYRAH
Tipo: Tinto Seco
Varietal: Viognier 3% Syrah 7% Cabernet Sauvignon 90%
Terroir: Vale de Colchagua
País: Chile
Safra: Consulte
Teor Alcoólico: 14,5%
Volume: 750 ML
Maturação: 12 meses em barricas de caralho francês
Temperatura de Serviço: 16 - 18ºC
Montes Alpha, o vinho pioneiro que abriu caminho para todos os outros vinhos premium chilenos. Permanece como o número 1 no nicho de vinhos premium chilenos, tendo comprovado desde cedo a credibilidade da Viña Montes como produtor de vinhos premium de classe mundial. Todos os vinhos Alpha receberam ‘Top Scoring’ e ‘Best Value’ da influente revista Wine Spectator: uma grande conquista para os vinhos chilenos neste nível de preço.
Análise Organoléptica:
Visual: Cor vermelha rubi profunda.
Olfativo: Os seus aromas são generosos, remetendo a frutos maduros, como amoras, ameixas pretas e cerejas. Segue-se um aroma doce a doçaria, com notas de canela, cassis e baunilha, frutos do seu estágio de 12 meses em barricas de carvalho francês.
Gustativo: Na boca é perfeitamente equilibrado, com taninos macios, bom volume e persistência, com uma grande reserva de sabores, ressaltando as notas encontradas no aroma.
Vinificação: Colheita manual das uvas; Uso de leveduras selecionadas; Fermentação malolática em tanques de inox e cubas de concreto; Maturação por 12 meses em barricas de carvalho francês (50% novas)
Harmonização: Espaguete ao Ragu de Pato. Lasanha Bolonhesa. Risoto de Presunto Parma.
LAUDO TÉCNICO:
pH: 3,4
Acidez Total (H2SO4): 3,7 g/L
Açúcar residual: 3,3 g/L
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).