Moinho Graciema Molho de Cogumelos com Vinho Branco 230g
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio
Moinho Graciema Molho de Cogumelos com Vinho Branco 230g

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Moinho Graciema Molho de Cogumelos com Vinho Branco 230g
Creme denso com pedaços visíveis de cogumelos.
Cogumelos frescos, notas terrosas e nuances delicadas de vinho branco.
Sabor marcante de cogumelos com a acidez característica do vinho branco, textura cremosa e final aveludado.
Ficha técnica - Moinho Graciema Molho de Cogumelos com Vinho Branco 230g
- Filé Mignon
- Carnes Grelhadas
- Massas com Molhos Brancos
- Jantar Especial
- Inverno
- Outono
Nossa avaliação
sobre o Moinho Graciema Molho de Cogumelos com Vinho Branco 230g
Descrição do produto
Molho Cogumelos com Vinho Branco 230g.
RECEITA (dica de uso)
FILÉ MIGNON AO MOLHO DE COGUMELOS AO VINHO BRANCO E MUSSELINE DE MANDIOQUINHA
INGREDIENTES:
• 450gr filé mignon
• Q.b sal e pimenta
• 1 dente de alho amassado
• molho de cogumelos com vinho branco MOINHO GRACIEMA
Para a musseline:
• 2 mandioquinhas (ou batata-baroa)
• 1 cebola pequena cortada bem pequena
• 50g queijo parmesão ralado
• Q.b sal e pimenta
• Um fio de azeite
• 1 xícara de leite
MODO DE PREPARO:
Prepare os dois cortes de filé mignon e tempere com o dente de alho amassado, pimenta-do-reino moída, sal e um fio de azeite. Massageie toda a carne com o tempero e reserve.
Cozinhe a mandioquinha (batata-baroa) até ficar mole, (mas sem desmanchar) e amasse. Em uma panela, frite a cebola ralada com uma colher da manteiga, acrescente a mandioquinha amassada e vá adicionando leite para obter uma mistura homogênea. Deixe cozinhar por alguns minutos, sempre mexendo. Acrescente o queijo ralado e passe a mistura em uma peneira (ou bata no mixer).
Em uma frigideira, coloque um fio de óleo e deixe aquecer bem. Coloque o filé e deixe grelhar bem de um lado até virar. Evite ficar mexendo na carne. Aqueça o molho de cogumelos e sirva por cima.
RENDE: 02 porções .

O Moinho Graciema é uma empresa do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), que se destaca pela produção artesanal de sucos de uva integrais, geleias gourmet, molhos especiais e cervejas artesanais. A produção é cuidadosamente realizada com ingredientes selecionados, sem adição de açúcares, conservantes ou corantes.
Os sucos de uva integral — disponíveis em versões tinto, branco e rosé, inclusive em Bag‑in‑Box — são produzidos com uvas da região, mantendo o sabor puro e natural da fruta. Já as geleias e molhos gourmet combinam frutas, cerveja artesanal e ingredientes selecionados, resultando em sabores autênticos e versáteis para receitas e harmonizações.
A marca também produz cervejas artesanais em diferentes estilos, com degustação disponível no local junto às geleias, criando uma experiência completa — ambiente acolhedor, com bar de chopp e petiscos, ideal para conhecer e saborear seus produtos.
Descubra o Moinho Graciema e leve para sua casa produtos que unem tradição, qualidade artesanal e identidade do Vale dos Vinhedos, perfeitos para compor receitas, presentear ou celebrar em família.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).