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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Rebo - Mena Kaho - Espumantes do Sul

Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Rebo

Preço normal R$ 216,10
Preço normal R$ 216,10 Preço promocional
OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Rebo

Visual

Apresenta coloração vermelho granada, que representa um vinho maduro, bastante encorpado e macio.

Aromas

Aroma de frutas negras como uva passa, ameixas maduras, amora, mirtilo, geléias, compotas e o tostado da barrica bem presente.

Paladar

Um vinho bem complexo em sabores, com tanino presente, mas ao mesmo tempo elegante e com boa persistência em boca.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Rebo

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 6 meses em barricas de carvalho francês
Uvas
  • Rebo
Região Serra Gaúcha, RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16°C a 18°C
Harmonização
  • Risotos
  • Massas com molho de tomate
  • Carnes magras e grelhados
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Rebo

Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Rebo convida a uma experiência de elegância e profundidade. A cor vermelha granada revela um vinho maduro, enquanto o nariz se abre sobre uvas passas, ameixas, amora e mirtilo, acompanhados de um tostado de barrica que acrescenta calor e complexidade. Na boca, taninos bem estruturados se equilibram com uma acidez moderada, proporcionando persistência sem sobrecarregar o paladar, ideal para momentos de jantar especial.

O rótulo nasce das altas montanhas da Serra Gaúcha, onde a uva Rebo amadurece sob um clima fresco e solo fértil. O vinho passa seis meses em barricas de carvalho francês, um processo que confere aromas de madeira e notas sutis de baunilha, realçando a riqueza do fruto. O lote é exclusivo, com apenas 660 garrafas numeradas, garantindo uma experiência única e limitada.

A vinícola Mena Kaho, reconhecida por sua atenção ao terroir e à tradição, celebra neste rótulo a ideia de “Di Dio” – um convite a apreciar a essência do vinho como algo quase divino. A combinação de uvas locais, envelhecimento cuidadoso e produção em pequena escala faz deste tinto um acompanhante perfeito para risotos, massas com molho de tomate ou carnes magras grelhadas, elevando qualquer refeição a um ritual de sabor e sofisticação.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Tinto Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Rebo.

“Di Dio” (traduzido no italiano: “De Deus”), foi inspirado no Baco, o Deus romano do vinho, para representar a experiência de um vinho divino.

O Vinho Mena Kaho Di Dio Gran Reserva Rebo Tinto Seco é elaborado com uvas 100% Rebo, oriundas das altas montanhas da Serra Gaúcha. É um vinho complexo e elegante, com toques de tostado bem presente no aroma e paladar. Passa 6 meses por maturação em carvalho francês. Lote exclusivo de apenas 660 garrafas numeradas.

Tipo: Vinho Nobre Tinto Seco

Varietal: Rebo.

Terroir: Serra Gaúcha, RS.

Produtor: Vinícola Mena Kaho

País: Brasil

Safra: Consulte

Volume: 750 ml

Teor alcoólico: 14,1% de álcool

Temperatura de serviço: 16°C a 18°C.

Maturação: 06 meses em Carvalho Francês.

Análise Sensorial
Visual: Apresenta coloração vermelho granada, que representa um vinho maduro, bastante encorpado e macio.
Olfativo: Aroma de frutas negras como uva passa, ameixas maduras, amora, mirtilo, geléias, compotas e o tostado da barrica bem presente.
Gustativo: Um vinho bem complexo em sabores, com tanino presente, mas ao mesmo tempo elegante e com boa persistência em boca.

Harmonização: Risotos e massas principalmete com molho de tomate, carnes magras e grelhados.

A vinícola

Sobre a Mena Kaho

A Vinícola Mena Kaho é uma produtora boutique familiar localizada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, que resgata tradições ancestrais com um olhar moderno. Fundada em 2002 em uma centenária Casa de Pedra da imigração italiana, integra as rotas de enoturismo “Cantinas Históricas” e “Encantos da Eulália”.

Com produção limitada de vinhos e espumantes premium, a Mena Kaho cultiva variedades tradicionais e microvinificações inovadoras — como o renomado Rebo — seguindo uma filosofia artesanal que alia controle técnico rigoroso e respeito ao terroir.

O enoturismo tem papel central: oferece degustações direto da barrica, visitas guiadas à cantina histórica e experiências gastronômicas ao ar livre, além da hospedagem na charmosa Casa de Pedra. Uma imersão sensorial que une legado familiar, inovação e patrimônio cultural.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).