Mayos Green Frisante Branco
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Mayos Green Frisante Branco

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Mayos Green Frisante Branco
Tonalidade claro amarelo palha e presença discreta de borbulhas.
Pêssego, limão, maçã verde e notas florais.
Leve e fresco, com sabor amável e agradável, marcado pela presença de açúcares naturais da uva.
Ficha técnica - Mayos Green Frisante Branco
- Moscato
- Saladas
- Carnes brancas
- Culinária japonesa
- Peixes e frutos do mar
- Primavera
- Verão
- Recepção
Nossa avaliação
sobre o Mayos Green Frisante Branco
Descrição do produto
Frescor Tropical com Frisante Mayos Green
Explore a leveza e a autenticidade do Frisante Mayos Green, uma novidade refrescante da Mayos. Este frisante, oriundo da Capital Nacional do Moscatel, Farroupilha, é uma celebração do estilo de vida leve e tropical. Com baixo teor alcoólico e um sutil residual de açúcar, oferece uma experiência de degustação com poucas calorias, ideal para quem busca autenticidade sem abrir mão da saúde.
Harmonização e Sensações
O Frisante Mayos Green é a companhia perfeita para pratos equilibrados e refinados. Com um perfil leve e discreto, harmoniza maravilhosamente com saladas, carnes brancas, culinária japonesa, especialmente sashimis e sushis, e uma variedade de peixes e frutos do mar. Sirva-o entre 4 e 6ºC para realçar sua efervescência discreta e sua refrescância inigualável.
Aroma e Paladar: Uma Experiência Sensorial Única
Visualmente encantador, o Frisante Mayos Green brilha em tonalidade claro amarelo palha, com uma presença discreta de borbulhas que prometem animar cada taça. No nariz, revela um bouquet aromático, com notas frutadas de pêssego, limão, maçã verde e toques florais. No paladar, surpreende com sua leveza e frescor, oferecendo um sabor amável e agradável, marcado pela presença de açúcares naturais da uva.
Mayos Green Frisante Branco
O Frisante Green, lançamento da Mayos, possui baixo teor alcoólico e baixo residual de açúcar da própria fruta, resultando em um vinho com poucas calorias, bem autêntico e tropical. 750 ml
ESTILO: Refrescante, com discreta sensação efervescente e teor alcoólico moderado.
ORIGEM: Farroupilha - Serra Gaúcha - Capital Nacional do Moscatel
TIPO DE UVA: Moscato
GRAU ALCOÓLICO: 8% vol.
AÇÚCAR RESIDUAL: 14,1 g/l
CLIMA: Temperado
ALTITUDE: 750 metros
SOLO: Profundo, argiloso, arenoso e fértil
PRENSAGEM: Prensagem direta das uvas, sem desengace
FERMENTAÇÃO: Única fermentação em tanques de inox - autoclave pelo Método Charmat
BARRICA: Não
BAIXO TEOR CALÓRICO!
HARMONIZAÇÃO
Vinho discreto e leve que combina bem com pratos igualmente equilibrados, vai bem com saladas, carnes brancas, culinária japonesa, perfeito para os sabores suaves dos shachimis e sushis, e toda variedade de peixes e frutos do mar.
Temperatura ideal de serviço entre 4 e 6ºC.
VISUAL
Tonalidade claro amarelo palha e presença discreta de borbulhas.
AROMAS
Bastante aromático, revelando notas frutadas de pêssego, limão, maçã verde e notas florais.
PALADAR
A leveza e o frescor são as características mais marcantes deste vinho, e um sabor amável proporcionado pela presença de açúcares naturais da uva.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).