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Logo da marca Mastrojanni Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC - Mastrojanni - Espumantes do Sul

Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC

Visual

Intensa e brilhante coloração vermelho rubi.

Aromas

Revela aromas marcantes de frutas vermelhas frescas, como cereja, acompanhado por nuances balsâmicas e especiarias.

Paladar

Apresenta taninos firmes, com excelente textura, com agradável e persistente final, reforçando a presença frutada.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Maturação de 6 a 7 meses em toneis de carvalho francês
Uvas
  • Sangiovese
Região Montalcino, Toscana
Volume 750ml
Temperatura 16 - 18 °C
Harmonização
  • Alcatra com molho de nozes
  • Massa ao molho pesto
  • Boeuf Bourguignon
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC

Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC convida ao prazer de um vinho tinto seco, de corpo estruturado e de elegância discreta. A cor vermelho‑rubi intensa reflete um bouquet de frutas vermelhas frescas, como cereja, entrelaçado com nuances balsâmicas e especiarias que despertam a curiosidade. Na boca, taninos firmes e bem integrados dão textura, enquanto a acidez refrescante mantém o equilíbrio, culminando em um final longo e persistente que celebra a fruta em cada gole.

A excelência deste rótulo nasce da meticulosa seleção das uvas Sangiovese, colhidas à mão nas encostas de Montalcino. A vinificação combina maceração pré‑fermentativa a frio, fermentação controlada entre 28ºC e 30ºC, e maturação de seis a sete meses em tonéis de carvalho francês. O resultado é um vinho que reflete a tradição da vinícola Mastrojanni, que desde 1975 cultiva suas vinhas com atenção familiar e expertise, produzindo rótulos que dialogam com a história e a paisagem da Toscana.

Localizado no coração da região do Brunello, em Castelnuovo dell’Abate, o Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC carrega consigo o legado de um terroir reconhecido mundialmente. Esta edição limitada de 6.000 garrafas oferece uma experiência que transcende o copo, convidando o apreciador a celebrar momentos especiais, como jantares de outono ou inverno, acompanhados de carnes grelhadas, massas ricas ou um bom queijo de média intensidade.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC.

No coração da terra do Brunello, em Castelnuovo dell´Abate, na província de Siena, estão localizadas, desde 1975, as terras de Mastrojanni. A área é um patrimônio universal, devido à evidência artística e arquitetônica deixada ao longo da história e suas encantadoras paisagens naturais.

Edição limitada: 6000 garrafas.

O Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC é um vinho tinto de alta qualidade produzido na região de Montalcino, na Itália. Ele é elaborado pela vinícola Mastrojanni, conhecida por sua tradição e expertise na produção de vinhos finos.

Este vinho tinto é produzido a partir da uva Sangiovese, uma variedade emblemática da região da Toscana. A uva é cuidadosamente selecionada e colhida à mão, garantindo a qualidade das uvas utilizadas na produção.

O Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC possui uma cor vermelho-rubi intensa e brilhante, característica dos bons vinhos tintos. No nariz, apresenta aromas complexos e cativantes, com destaque para notas de frutas vermelhas maduras, como cerejas e framboesas, combinadas com toques sutis de especiarias e notas terrosas.

Na boca, este vinho revela-se equilibrado e elegante. Seus taninos são macios e bem integrados, proporcionando uma textura agradável. Os sabores das frutas vermelhas se destacam novamente, juntamente com notas de baunilha e toques sutis de alcaçuz. O final é longo e persistente, deixando uma sensação agradável na boca.

O Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC é um vinho versátil, que pode ser apreciado tanto sozinho como acompanhando uma variedade de pratos. Combina especialmente bem com carnes vermelhas grelhadas, massas com molhos ricos e queijos de média intensidade.

É importante ressaltar que, para desfrutar plenamente deste vinho, recomenda-se decantá-lo por alguns minutos antes de servir, a fim de permitir que os aromas se desenvolvam completamente.

No geral, o Mastrojanni Rosso di Montalcino DOC é um vinho tinto de alta qualidade, que reflete a tradição vinícola da região da Toscana. Sua complexidade aromática, equilíbrio e elegância tornam-no uma escolha excelente para os amantes de vinhos tintos sofisticados e memoráveis.

 

Tipo: Tinto Seco

Varietal: Sangiovese

Produtor: Mastrojanni

Terroir: Montalcino, Toscana

País: Itália

Safra: Consulte

 

Teor Alcoólico: 14%

Volume: 750ml

Temperatura de Serviço: 16 - 18 °C

Maturação: 6 a 7 meses em toneis de carvalho (Allier) de 5.400 litros

 

Vinícola

Nascida em 1975 no coração da região do Brunello, a vinícola é conhecida por seu terroir único e privilegiado. Com vinhas cuidadas de perto pela família e equipe, a vinícola coleciona premiações ao longo dos anos, com vinhos únicos de excepcional qualidade. Escrevendo história com seus vinhos, hoje a vinícola Mastrojanni é uma das vinícolas mais respeitadas da região de Montalcino pelos críticos de vinhos.

 

Análise Sensorial

Visual: Intensa e brilhante coloração vermelho rubi.

Olfativo: Revela aromas marcantes de frutas vermelhas frescas, como cereja, acompanhado por nuances balsâmicas e especiarias.

Gustativo: Apresenta taninos firmes, com excelente textura, com agradável e persistente final, reforçando a presença frutada.

 

Harmonização: Alcatra com Molho de Nozes. Massa ao Molho Pesto. Boeuf Bourguignon.

 

Vinificação: Seleção final dos cachos; Desengace das uvas frescas; Maceração pré-fermentativa a frio; Uso de leveduras selecionadas; Fermentação alcoólica com temperatura entre 28ºC e 30ºC; Prensagem descontínua delicada; Maturação de 100% do vinho em toneis de carvalho francês (Allier) durante 6 a 7 meses (toneis de 5.400 litros cada); Envase; Envelhecimento em garrafa durante 3 meses

 

Laudo técnico: Teor Alcoólico: 14%; Açúcar Residual: 1 g.L.

 

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).