Pular para as informações do produto

Logo da marca Luiz Argenta Luiz Argenta L.A. Zero Shiraz Desalcoolizado

Em estoque

O Luiz Argenta L.A. Zero Shiraz é um tinto desalcoolizado que preserva a essência da uva Shiraz com elegância e frescor. Elaborado na Serra Gaúcha através de um moderno processo de nanofiltração, apresenta um perfil aromático de frutas vermelhas e especiarias, com paladar macio e equilibrado. É a escolha ideal para quem busca uma experiência autêntica e leve, sem álcool, perfeita para acompanhar refeições descomplicadas em qualquer ocasião.
Preço normal R$ 119,00
Preço normal R$ 119,00 Preço promocional R$ 123,70
3% OFF Esgotado
em até 6x de
R$ 19,83 sem juros Parcelamento válido apenas no cartão de crédito
💳 Pagamento facilitado no cartão
8% OFF no PIX
por R$ 109,48
💰 Você economiza R$ 9,52 no PIX
 
 
add_shopping_cart

-

Pedido aprovado

local_shipping

- - -

Expedição do Pedido

redeem

- - -

Entregue!

local_shipping

Promoções de frete vigentes

 

Políticas vigentes de desconto no frete*

Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:

 Região Sul Pedidos a partir de
Rio Grande do Sul R$ 400
Santa Catarina R$ 400
Paraná R$ 500

 

 Região Sudeste Pedidos a partir de
São Paulo R$ 500
Rio de Janeiro R$ 600
Minas Gerais R$ 600
Espírito Santo R$ 800

 

 Região Centro Oeste Pedidos a partir de
Distrito Federal R$ 800
Goiás R$ 1.000

 

*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Luiz Argenta L.A. Zero Shiraz Desalcoolizado - Luiz Argenta - Espumantes do Sul

Luiz Argenta L.A. Zero Shiraz Desalcoolizado

Preço normal R$ 119,00
Preço normal R$ 119,00 Preço promocional R$ 123,70
3% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Luiz Argenta L.A. Zero Shiraz Desalcoolizado

Visual

Vermelho-rubi brilhante.

Aromas

Frutas vermelhas maduras, como cereja e ameixa, com toques sutis de especiarias.

Paladar

Macio, com taninos suaves, acidez equilibrada e final agradável.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Leve
Doçura
Brut
Complexidade
Simples

Ficha técnica - Luiz Argenta L.A. Zero Shiraz Desalcoolizado

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Desalcoolização por nanofiltração e destilação a vácuo
Uvas
  • Shiraz
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 14 °C a 16 °C
Harmonização
  • Massas leves
  • Pizzas
  • Carnes brancas
  • Queijos suaves
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Luiz Argenta L.A. Zero Shiraz Desalcoolizado

O L.A. Zero Shiraz Desalcoolizado apresenta uma proposta elegante para quem busca a experiência do vinho com 0,0% de álcool. Com uma coloração vermelho-rubi brilhante, revela um perfil aromático marcado por frutas vermelhas maduras, como cereja e ameixa, complementadas por sutis toques de especiarias. No paladar, destaca-se por ser leve e macio, com taninos suaves e uma acidez equilibrada que proporciona um final agradável e refrescante.

Para alcançar este resultado, o vinho passa por um rigoroso processo de desalcoolização, que utiliza tecnologias de nanofiltração e destilação a baixa temperatura sob vácuo. Este método técnico permite remover o álcool da bebida mantendo a integridade dos seus aromas e a estrutura varietal da uva Shiraz. O resultado é um tinto seco, pronto para ser apreciado entre 14 °C e 16 °C, ideal para momentos de descontração.

Produzido pela vinícola Luiz Argenta, em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, este rótulo reflete a vocação da casa em unir inovação e cuidado enológico. É uma escolha versátil para acompanhar refeições descomplicadas, como massas leves, pizzas, carnes brancas e queijos suaves, sendo uma excelente companhia para celebrações durante a primavera e o verão ou recepções informais.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Serra Gaúcha
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
Para saber mais

Descrição do produto

La Zero Shiraz Zero – Vinho Tinto Desalcoolizado

O La Zero Shiraz Zero é um tinto desalcoolizado que preserva a identidade da uva Shiraz em uma proposta leve, equilibrada e surpreendentemente aromática. Apresenta coloração vermelho-rubi brilhante, com aromas de frutas vermelhas maduras, como cereja e ameixa, acompanhados por toques sutis de especiarias característicos da variedade. Em boca, mostra-se macio, com taninos suaves, acidez equilibrada e final agradável, sendo uma ótima opção para acompanhar massas leves, pizzas, carnes brancas, queijos suaves ou para consumo descontraído em qualquer ocasião.

Elaborado a partir de uvas 100% Shiraz, o vinho passa por vinificação tradicional, seguida de um moderno processo de desalcoolização, que combina técnicas como nanofiltração e destilação a baixa temperatura sob vácuo. Esse método permite a retirada do álcool mantendo os principais compostos aromáticos e a estrutura do vinho, resultando em um tinto com 0,0% de álcool, sem perder o caráter varietal e o frescor.

 

Ficha Técnica

  • Uva: 100% Shiraz

  • Região: Serra Gaúcha – RS

  • Teor Alcoólico: 0,0%

  • Amadurecimento: Sem passagem por madeira

  • Temperatura de Serviço: 14 °C a 16 °C

  • Volume: 750 ml

  • Safra: Consulte a safra disponível

 

Produzido pela Vinícola Luiz Argenta, referência nacional em inovação e qualidade, o La Zero Shiraz Zero integra uma linha pioneira de vinhos desalcoolizados no Brasil. Localizada em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, a vinícola se destaca pela combinação de tecnologia, design e cuidado enológico, oferecendo alternativas modernas para quem busca experiências de vinho sem álcool, sem abrir mão de sabor e autenticidade.

 
 
A vinícola

Sobre a Luiz Argenta

A Vinícola Luiz Argenta é uma joia contemporânea da Serra Gaúcha, localizada em Flores da Cunha. Fundada em 1999 pela família Argenta, a vinícola foi projetada com arquitetura moderna e integrada à paisagem dos vinhedos nos Altos Montes, valorizando o cultivo sustentável e técnicas de produção por gravidade.

Com cerca de 55 hectares de vinhedos próprios, a Luiz Argenta produz vinhos finos e espumantes premium, elaborados com uvas viníferas importadas e fermentadas com controle rigoroso de temperatura. O design exclusivo de garrafas, a cave subterrânea em pedra basáltica e o premiado restaurante Clô — com vista panorâmica e culinária que harmoniza perfeitamente com os rótulos da casa — refletem um projeto pensado nos mínimos detalhes.

Descubra a Luiz Argenta com experiências enoturísticas sofisticadas, que incluem visitas guiadas pelas caves, degustações de rótulos jovens e vinhos de guarda, almoços harmonizados no Clô Restaurante, além de tours “Cave Experience” com provas às cegas. Uma combinação de inovação, sustentabilidade, arquitetura marcante e hospitalidade única no coração de Flores da Cunha.

Ver produtos da Luiz Argenta

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).