Pular para as informações do produto

Logo da marca Luiz Argenta Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Vinho Chardonnay e Viognier

Em estoque

O Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII é um elegante corte de Chardonnay e Viognier, elaborado com precisão em Flores da Cunha. Com seis meses de maturação em carvalho francês, este vinho branco revela aromas refinados de frutas frescas, equilibrados por uma acidez marcante e um paladar persistente. É a escolha ideal para elevar momentos de celebração, harmonizando perfeitamente com frutos do mar e pratos leves em qualquer estação.
Preço normal R$ 84,90
Preço normal R$ 84,90 Preço promocional R$ 89,50
5% OFF Esgotado
em até 6x de
R$ 14,15 sem juros Parcelamento válido apenas no cartão de crédito
💳 Pagamento facilitado no cartão
8% OFF no PIX
por R$ 78,11
💰 Você economiza R$ 6,79 no PIX
 
 
add_shopping_cart

-

Pedido aprovado

local_shipping

- - -

Expedição do Pedido

redeem

- - -

Entregue!

local_shipping

Promoções de frete vigentes

 

Políticas vigentes de desconto no frete*

Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:

 Região Sul Pedidos a partir de
Rio Grande do Sul R$ 400
Santa Catarina R$ 400
Paraná R$ 500

 

 Região Sudeste Pedidos a partir de
São Paulo R$ 500
Rio de Janeiro R$ 600
Minas Gerais R$ 600
Espírito Santo R$ 800

 

 Região Centro Oeste Pedidos a partir de
Distrito Federal R$ 800
Goiás R$ 1.000

 

*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Vinho Chardonnay e Viognier - Luiz Argenta - Espumantes do Sul

Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Vinho Chardonnay e Viognier

Preço normal R$ 84,90
Preço normal R$ 84,90 Preço promocional R$ 89,50
5% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Vinho Chardonnay e Viognier

Visual

Amarelo pálido com reflexos esverdeados

Aromas

Aromas elegantes que lembram abacaxi, peras e maçã verde

Paladar

Sabor acentuado e persistente, acidez marcante porém equilibrada, leve toque sápido e retrogosto que lembra os aromas sentidos no olfato

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Vinho Chardonnay e Viognier

Tipo Vinho Fino Branco Seco
Método 6 meses em barricas de carvalho francês
Uvas
  • Chardonnay
  • Viognier
Região Flores da Cunha - RS
Volume 750ml
Temperatura 08 a 10ºC
Harmonização
  • Aperitivos
  • Frutos do mar
  • Risotos e massas com molhos leves
  • Carnes de ave
Ocasião
  • Recepção
  • Primavera
  • Outono
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Vinho Chardonnay e Viognier

O L.A. Terroir XXVII é um vinho branco fino seco que se destaca pela elegância e pelo equilíbrio. Com uma coloração amarelo-pálida e reflexos esverdeados, apresenta um perfil aromático refinado, onde notas de abacaxi, pera e maçã verde se harmonizam perfeitamente. No paladar, revela um sabor acentuado e persistente, sustentado por uma acidez refrescante e um leve toque sápido, características que conferem vivacidade a cada taça.

Sua elaboração reflete um cuidado minucioso, desde a colheita manual e a seleção rigorosa dos grãos até a vinificação por gravidade. O corte, composto por 80% Chardonnay e 20% Viognier, passa por um período de seis meses de maturação em barricas de carvalho francês. Esse processo confere ao vinho um corpo médio e uma textura envolvente, preservando a pureza das frutas e a precisão técnica que definem o estilo da vinícola.

Produzido em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, este rótulo é uma expressão autêntica do terroir da Serra Gaúcha. A Luiz Argenta busca, através de métodos modernos e dedicação, transformar a uva em uma experiência sensorial marcante. É uma escolha versátil para momentos de recepção ou para acompanhar aperitivos, frutos do mar, carnes de aves e risotos de molhos leves, especialmente em dias de primavera ou outono.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

 

Tipo: Vinho Branco Fino seco

Varietal: 20% Viogner e 80% Chardonnay

Terroir: Flores da Cunha - RS

Produtor: Luiz Argenta

País: Brasil

Safra: Consulte.

Volume: 750 ml

Temperatura de Serviço: 08 a 10ºC

Teor Alcoólico: 12,5 %.

Maturação: 6 meses em barricas de carvalho francês.

 

Vinícola

Harmonizando a determinação e a ousadia em transformar a uva em uma experiência única, a Luiz Argenta acredita que para explorar de verdade os seus sentidos, é preciso desfrutar do excepcional. Por isso unimos o puro sentimento de paixão com o primor das mais modernas técnicas de personalização para você usufruir do extraordinário.

 

Análise Sensorial

Visual: Amarelo pálido com reflexos esverdeados.

Olfativo: Aromas elegantes que lembram abacaxi, peras e maçã verde.

Gustativo: Sabor acentuado e persistente, acidez marcante porém equilibrada, leve toque sápido e retrogosto que lembra os aromas sentidos no olfato.

 

Harmonização: Aperitivos. Frutos do mar. Risotos e massas com molhos leves. Carnes de ave.

 

Elaboração:

- Colheita manual dos cachos;

- Refrigeração das uvas;

- Seleção dos cachos, desengace e seleção de grãos;

- Vinificação por gravidade;

- Prensagem;

- Limpeza por flotação do mosto;

- Adição de leveduras selecionadas;

- Temperatura de fermentação controlada em 13°C;

- Trasfega, clarificação e filtração do vinho;

- Estabilização tartárica a frio,

- Filtração e envase.

A vinícola

Sobre a Luiz Argenta

A Vinícola Luiz Argenta é uma joia contemporânea da Serra Gaúcha, localizada em Flores da Cunha. Fundada em 1999 pela família Argenta, a vinícola foi projetada com arquitetura moderna e integrada à paisagem dos vinhedos nos Altos Montes, valorizando o cultivo sustentável e técnicas de produção por gravidade.

Com cerca de 55 hectares de vinhedos próprios, a Luiz Argenta produz vinhos finos e espumantes premium, elaborados com uvas viníferas importadas e fermentadas com controle rigoroso de temperatura. O design exclusivo de garrafas, a cave subterrânea em pedra basáltica e o premiado restaurante Clô — com vista panorâmica e culinária que harmoniza perfeitamente com os rótulos da casa — refletem um projeto pensado nos mínimos detalhes.

Descubra a Luiz Argenta com experiências enoturísticas sofisticadas, que incluem visitas guiadas pelas caves, degustações de rótulos jovens e vinhos de guarda, almoços harmonizados no Clô Restaurante, além de tours “Cave Experience” com provas às cegas. Uma combinação de inovação, sustentabilidade, arquitetura marcante e hospitalidade única no coração de Flores da Cunha.

Ver produtos da Luiz Argenta

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).