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Logo da marca Luiz Argenta Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Cabernet Sauvignon I.P.

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O Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Cabernet Sauvignon celebra a diversidade de solos da I.P. Altos Montes em um rótulo sofisticado e autêntico. Com seis meses de maturação em carvalho francês, este tinto revela uma estrutura complexa e equilibrada, exibindo notas de frutas vermelhas, menta e baunilha. É a escolha ideal para elevar jantares especiais, harmonizando com elegância aos dias mais frios de outono e inverno.
Preço normal R$ 89,90
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Cabernet Sauvignon I.P. - Luiz Argenta - Espumantes do Sul

Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Cabernet Sauvignon I.P.

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Cabernet Sauvignon I.P.

Visual

Vermelho Rubi intenso

Aromas

Frutas vermelhas, menta e baunilha

Paladar

Vinho estruturado e complexo, com taninos macios e bem equilibrados.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Cabernet Sauvignon I.P.

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 6 meses em barricas de carvalho francês
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
Região I.P. Altos Montes, Flores da Cunha - RS, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18 ºC
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Frango
  • Queijos
  • Molhos vermelhos
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Cabernet Sauvignon I.P.

O L.A. Terroir XXVII Cabernet Sauvignon revela uma coloração rubi intensa e um perfil aromático sofisticado, onde notas de frutas vermelhas se entrelaçam harmoniosamente com toques de menta e a delicada influência da baunilha. No paladar, destaca-se por sua estrutura bem definida e complexidade, apresentando taninos macios e uma acidez equilibrada que conferem elegância e uma agradável persistência a cada taça.

Este vinho fino tinto seco é elaborado a partir da variedade Cabernet Sauvignon e passa por um período de seis meses de amadurecimento em barricas de carvalho francês. Esse processo cuidadoso contribui para a integração dos sabores, refinando a textura do vinho e preservando a autenticidade da fruta, resultando em um rótulo que equilibra força e suavidade de forma exemplar.

Produzido pela vinícola Luiz Argenta, este exemplar integra a coleção Terroir XXVII, uma linha que celebra a diversidade de solos da propriedade localizada na Indicação de Procedência Altos Montes, em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul. É a escolha ideal para acompanhar carnes vermelhas, aves, queijos variados e pratos com molhos vermelhos, tornando-se uma companhia perfeita para jantares especiais ou para apreciar o conforto das noites de outono e inverno.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Luiz Argenta L.A. Terroir XXVII Vinho Cabernet Sauvignon.

A Linha Terroir XXVII da Vinícola Luíz Argenta significa a diversidade dos 27 tipos de solo existentes na propriedade e a coleção Terroir XXVII carrega toda a expressão,originalidade e autenticidade deste terroir. Esta coleção de vinhos e espumantes reflete elegância, originalidade e leveza. Luiz Argenta LA Terroir XXVII Cabernet Sauvignon é estruturado e complexo, com taninos macios e bem equilibrados. Possui boa estrutura com aromas complexos.

Tipo: Vinho tinto Fino seco

Varietal: Cabernet Sauvignon

Terroir: I.P. Indicação de Procedência Altos Montes, Flores da Cunha - RS

Produtor: Luiz Argenta

País: Brasil

Safra: Consulte.

Volume: 750 ml

Maturação: 6 meses em barricas de carvalho francês.

Temperatura de Serviço: 16 a 18 ºC

Teor Alcoólico: 12,5%.

Vinícola

Harmonizando a determinação e a ousadia em transformar a uva em uma experiência única, a Luiz Argenta acredita que para explorar de verdade os seus sentidos, é preciso desfrutar do excepcional. Por isso unimos o puro sentimento de paixão com o primor das mais modernas técnicas de personalização para você usufruir do extraordinário.

Análise Sensorial

Visual: Vermelho Rubi intenso.

Olfativo: Aromas complexos que lembram frutas vermelhas, menta e baunilha.

Gustativo: Vinho estruturado e complexo, com taninos macios e bem equilibrados. Possui boa estrutura.

Harmonização: Carnes vermelhas, frango, queijos e molhos vermelhos.

 

A vinícola

Sobre a Luiz Argenta

A Vinícola Luiz Argenta é uma joia contemporânea da Serra Gaúcha, localizada em Flores da Cunha. Fundada em 1999 pela família Argenta, a vinícola foi projetada com arquitetura moderna e integrada à paisagem dos vinhedos nos Altos Montes, valorizando o cultivo sustentável e técnicas de produção por gravidade.

Com cerca de 55 hectares de vinhedos próprios, a Luiz Argenta produz vinhos finos e espumantes premium, elaborados com uvas viníferas importadas e fermentadas com controle rigoroso de temperatura. O design exclusivo de garrafas, a cave subterrânea em pedra basáltica e o premiado restaurante Clô — com vista panorâmica e culinária que harmoniza perfeitamente com os rótulos da casa — refletem um projeto pensado nos mínimos detalhes.

Descubra a Luiz Argenta com experiências enoturísticas sofisticadas, que incluem visitas guiadas pelas caves, degustações de rótulos jovens e vinhos de guarda, almoços harmonizados no Clô Restaurante, além de tours “Cave Experience” com provas às cegas. Uma combinação de inovação, sustentabilidade, arquitetura marcante e hospitalidade única no coração de Flores da Cunha.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).