Pular para as informações do produto

Logo da marca Casa Bucco Casa Bucco Licor de Limão Limoncello 500ml

Fora de estoque

 
 
add_shopping_cart

-

Pedido aprovado

local_shipping

- - -

Expedição do Pedido

redeem

- - -

Entregue!

local_shipping

Promoções de frete vigentes

 

Políticas vigentes de desconto no frete*

Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:

 Região Sul Pedidos a partir de
Rio Grande do Sul R$ 400
Santa Catarina R$ 400
Paraná R$ 500

 

 Região Sudeste Pedidos a partir de
São Paulo R$ 500
Rio de Janeiro R$ 600
Minas Gerais R$ 600
Espírito Santo R$ 800

 

 Região Centro Oeste Pedidos a partir de
Distrito Federal R$ 800
Goiás R$ 1.000

 

*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Bucco Licor de Limão Limoncello 500ml - Casa Bucco - Espumantes do Sul

Casa Bucco Licor de Limão Limoncello 500ml

Preço normal R$ 97,90
Preço normal R$ 97,90 Preço promocional R$ 97,90
0% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Bucco Licor de Limão Limoncello 500ml

Visual

Límpido e brilhante.

Aromas

Irresistível aroma natural de limão siciliano.

Paladar

Sabor equilibrado na doçura com excelente frescor cítrico e notas marcantes de limão siciliano.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Bucco Licor de Limão Limoncello 500ml

Tipo Licor
Método Extração de aroma natural de limão siciliano e mistura com cachaça bidestilada
Uvas
Região Serra Gaúcha
Volume 500ml
Temperatura Servir gelado
Harmonização
  • Sobremesas cítricas
  • Sorvetes
  • Digestivo
Ocasião
  • Verão
  • Primavera
  • Happy Hour
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Bucco Licor de Limão Limoncello 500ml

Descubra o sabor vibrante e o frescor inconfundível deste Licor Limoncello, uma bebida que celebra o aroma intenso do limão siciliano. Com um paladar equilibrado entre a doçura acolhedora e o toque cítrico marcante, ele oferece uma experiência sensorial brilhante e refrescante. Seu visual límpido e brilhante convida ao consumo, sendo ideal para elevar momentos de celebração, especialmente em dias quentes, e harmonizando perfeitamente com sobremesas cítricas ou sorvetes.

Este licor é elaborado através da arte da extração do puro aroma natural do limão siciliano, combinando essa essência vibrante com a qualidade da cachaça bidestilada Casa Bucco. Essa combinação cuidadosa não apenas potencializa o aroma, mas também garante um sabor complexo e um frescor que permanece na memória. Servido gelado, ele se transforma em um digestivo elegante e um toque de alegria para qualquer ocasião.

O Limoncello Casa Bucco carrega consigo a tradição e o saber fazer da família Bucco, uma história enraizada na Serra Gaúcha. Essa região, com seu clima e solo fértil, é o berço de uma rica herança de destilação. Ao incorporar o legado da Casa Bucco, o licor não é apenas uma bebida, mas um convite para saborear a tradição artesanal que faz desta cachaça e do limão siciliano uma combinação verdadeiramente especial.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Licor Fino de Limão Tipo Limoncello Casa Bucco

 

O Licor Limoncello Casa Bucco é uma bebida leve, com graduação alcoólica de 25%. 

 

Elaborado a partir da extração do mais puro aroma natural do limão siciliano e combinado com a cachaça bi destilada da Casa Bucco. 

O Limoncello Casa Bucco tem sabor equilibrado na doçura e excelente frescor, com irresistível aroma de limão siciliano.

Fica ainda melhor quando consumido gelado.

 

 

 

PREMIAÇÕES

 

DUPLO OURO - 2018 Concours Mondial de Bruxelas

 

OURO - 2019 Concurso Vinhos e Destilados

 

 

 

A Casa Bucco

 

A história do engenho começou em 1875, com a chegada da família Bucco no Vale do Rio das Antas, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Imigrantes italianos provenientes de Udine, no norte da Itália, traziam na bagagem a tradição na elaboração de grappa, famoso destilado feito a partir do bagaço da uva. Logo que chegaram ao Brasil, iniciaram o cultivo da cana-de-açúcar e a produção de cachaça, mas a aquisição do primeiro alambique de cobre aconteceu apenas em 1925. Hoje, a tradição e qualidade da Casa Bucco é mantida pela presença do proprietário e técnico Moacir A. Menegotto, um profundo conhecedor da arte de destilar em alambique de cobre com fornalha a lenha.

 

Os canaviais da Casa Bucco estão plantados no clima frio da Serra Gaúcha, rodeados por montanhas com solo basáltico de boa fertilidade. O terroir da região se diferencia por estar próximo ao Rio das Antas, que produz alta intensidade de neblina e impede as geadas pelo clima quente no verão e boa intensidade de chuvas. Com essas condições, a Casa Bucco produz uma das melhores e mais premiadas cachaças brasileiras, com características diferenciadas, com notas de melado, palmito, aspargos e abacaxi.

 

O processo de produção é cuidadoso: a fermentação ocorre com leveduras selecionadas, a destilação descontínua é feita por alambique Charentes a exemplo dos melhores destilados do mundo. Já o envelhecimento se dá por seis anos em barris de carvalho americano com um toque de bálsamo a fim de obter um produto com uma maior complexidade sensorial.

 

A Casa Bucco se destaca no cenário nacional por ser uma das marcas que mais conquistou prêmios em concursos nacionais e internacionais nos últimos anos.

A vinícola

Sobre a Casa Bucco

A Casa Bucco é referência na produção de cachaças, licores e destilados artesanais, mantendo viva uma tradição familiar iniciada em 1925, na Serra Gaúcha, em Bento Gonçalves. São quatro gerações dedicadas a transformar qualidade e cuidado em rótulos que conquistam o Brasil e o mundo.

As cachaças Casa Bucco são elaboradas com técnicas artesanais, fermentação natural e envelhecimento controlado em madeiras nobres, resultando em destilados de sabor único, suaves e premiados. A marca também oferece licores finos e outras bebidas especiais, perfeitas para degustar puras ou em coquetéis.

Descubra a Casa Bucco e experimente o sabor autêntico de uma marca que une tradição, inovação e respeito à cultura brasileira da cachaça, levando para sua casa destilados de alta qualidade.

Ver produtos da Casa Bucco

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).