Weber Haus Licor Creme de Chocolate 500ml
Fora de estoque
Não foi possível carregar a disponibilidade de retirada.
-
Pedido aprovado
- - -
Expedição do Pedido
- - -
Entregue!
Promoções de frete vigentes
Promoções de frete vigentes
Políticas vigentes de desconto no frete*
Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:
| Região Sul | Pedidos a partir de |
| Rio Grande do Sul | R$ 400 |
| Santa Catarina | R$ 400 |
| Paraná | R$ 500 |
| Região Sudeste | Pedidos a partir de |
| São Paulo | R$ 500 |
| Rio de Janeiro | R$ 600 |
| Minas Gerais | R$ 600 |
| Espírito Santo | R$ 800 |
| Região Centro Oeste | Pedidos a partir de |
| Distrito Federal | R$ 800 |
| Goiás | R$ 1.000 |
*Sujeito à alteração sem aviso prévio
Weber Haus Licor Creme de Chocolate 500ml

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Weber Haus Licor Creme de Chocolate 500ml
Ficha técnica - Weber Haus Licor Creme de Chocolate 500ml
- Frutas Frescas
- Torta de Limão
- Sorvetes
Descrição do produto
Licor de Chocolate Creme Weber Haus - 500ml
2021 - Medalha de Prata - Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil.
O Licor de Chocolate deve ser apreciado a uma temperatura máxima de 10 graus (temperatura do licor), para que o sabor se torne macio, por isso, refresque-o em geladeira. Também ideal para combinar com doces e sobremesas.
FICHA TÉCNICA
Categoria Licores
Marca Weber Haus
Volume: 500ml
Graduação Alcoólica: 20%
A Destilaria H. Weber
A história da família Weber Haus no Brasil tem início em 1824, ano em que migraram da região de Hunsrück, na Alemanha, para a Região Sul do país. Os Weber se fixaram nas florestas das encostas da Serra Gaúcha, hoje Ivoti, mais precisamente em uma pequena parcela de terra, o Lote 48. Inicialmente, a família, ao adquirir terras no então desconhecido Novo Mundo, começou com o plantio da batata inglesa para a produção de uma bebida chamada schnaps. Apenas em 1848, com o plantio de cana-de-açúcar e seguindo tradições históricas, tem início a elaboração de cachaça com o objetivo de consumo.
O início comercial da Destilaria H. Weber dá-se apenas um século depois do primeiro destilado elaborado. A destilaria foi construída em 1948 e consistia em um engenho movimentado por quatro mulas. Com o tempo, o processo foi se modernizando e o negócio acabou passando de pai para filhos. De geração em geração, a busca pela inovação, qualidade e pureza fizeram com que a família aprimorasse seu know-row e sua destilaria com os mais modernos processos produtivos. Em 2001, entra em operação a marca Weber Haus. A partir de 2004, a empresa inicia a venda fora do mercado regional (de Ivoti, Dois Irmãos e Novo Hamburgo). E já em 2006, conquista sua primeira exportação.
Atualmente, a empresa atua nos mercados nacional e internacional. O principal mercado exportador é o norte-americano. Os produtos estão presentes em 17 estados daquele país. So em 2017, a empresa fechou com três novos países: Estônia, Luxemburgo e Áustria. Outros mercados de atuação são a Inglaterra, Alemanha, China, França, Japão, Itália, Noruega, Suécia, Holanda e Dinamarca. Em território nacional, atua em 23 estados, além do Distrito Federal, com destaque para os mercados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul. Além da constante conquista de novos mercados, em 2014 a empresa adquiriu a marca Velho Pescador, uma das mais tradicionais cachaças de alambique do Rio Grande do Sul. A marca foi adquirida pela Destilaria H. Weber junto com os demais rótulos da legendária Fazenda Maribo, de Osório (RS). Entre elas, destacam-se as cachaças 30 Luas e Santa Martha (Prata e Envelhecida em Grápia), esta última produzida pela primeira destilaria e cachaçaria do Sul do País, de 1928, com o mesmo nome.
Com uma produção anual de 450.000 litros ano, a destilaria está sempre apostando em bebidas de excelência para conquistar os mercados nacional e internacional. Detentora de 150 premiações ao redor do mundo, a Weber está sempre em busca de novos blends e sua produção é estritamente artesanal. Conhecidas como cachaças de alambique, elas se diferenciam das indústrias por uma série de fatores, a começar pela matéria-prima 100% orgânica, onde a cana-de-açúcar é cultivada sem agrotóxico. A destilação acontece em alambiques de cobre de 600 litros de capacidade, com a eliminação das chamadas cabeça e cauda da bebida, que são, respectivamente, a primeira e a última parte a saírem, com altas concentrações de álcool e que representam 20% do total destilado.
Antenada com as questões de sustentabilidade, a H. Weber também adquiriu placas solares para a produção própria de energia. A iniciativa aliada a outras medidas tornam a empresa de Ivoti 100% sustentável. Além das placas solares recém instaladas na sede da cachaçaria, todo o resíduo produzido pelo alambique é aproveitado. A partir do bagaço, é feito um composto usado como adubo na plantação da cana-de-açúcar. Outra parte do composto é utilizada na produção do vapor da caldeira responsável pela destilação da cachaça. Já o caldo de cana não utilizado na produção de cachaças é aproveitado nas folhas da planta, também como adubo. A empresa também possui certificação orgânica, que abrange toda a nossa propriedade de 37 hectares.

A Weber Haus é referência nacional e internacional na produção de cachaças, licores e destilados artesanais, mantendo viva uma tradição familiar iniciada em 1848 em Ivoti, na Rota Romântica da Serra Gaúcha. A marca é reconhecida pela produção sustentável, com cultivo de cana-de-açúcar sem queimadas, colheita manual e destilação artesanal em alambiques de cobre.
As cachaças Weber Haus se destacam pela variedade e qualidade: envelhecidas em barris de madeiras nobres como carvalho, bálsamo e amburana, resultam em sabores únicos, notas suaves de especiarias, baunilha, coco e toques defumados. Além das cachaças premiadas, a Weber Haus produz licores finos, gin, rum agrícola e até bitters, explorando a riqueza do terroir brasileiro em cada destilado.
Descubra a Weber Haus e viva uma experiência única: visitas guiadas ao alambique centenário, degustações harmonizadas, loja exclusiva e contato direto com a história de uma marca que une tradição, inovação e autenticidade em cada gole.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).