Pular para as informações do produto

Logo da marca La Grande Bellezza La Grande Bellezza Baraonda

Em estoque

O Baraonda La Grande Bellezza é um tinto encorpado de personalidade marcante, elaborado em Pinto Bandeira através de um corte ousado de Touriga Nacional, Petit Verdot, Tannat e Merlot. Com aromas intensos de café, chocolate e frutas passas, este vinho revela taninos firmes e uma rusticidade autêntica que traduz com elegância o terroir da Serra Gaúcha. É a escolha ideal para elevar jantares especiais durante o outono e o inverno, harmonizando perfeitamente com carnes grelhadas e pratos robustos.
Preço normal R$ 426,50
Preço normal R$ 426,50 Preço promocional R$ 426,50
0% OFF Esgotado
em até 6x de
R$ 71,08 sem juros Parcelamento válido apenas no cartão de crédito
💳 Pagamento facilitado no cartão
8% OFF no PIX
por R$ 392,38
💰 Você economiza R$ 34,12 no PIX
 
2023
2023
2020
2020
 
 
add_shopping_cart

-

Pedido aprovado

local_shipping

- - -

Expedição do Pedido

redeem

- - -

Entregue!

local_shipping

Promoções de frete vigentes

 

Políticas vigentes de desconto no frete*

Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:

 Região Sul Pedidos a partir de
Rio Grande do Sul R$ 400
Santa Catarina R$ 400
Paraná R$ 500

 

 Região Sudeste Pedidos a partir de
São Paulo R$ 500
Rio de Janeiro R$ 600
Minas Gerais R$ 600
Espírito Santo R$ 800

 

 Região Centro Oeste Pedidos a partir de
Distrito Federal R$ 800
Goiás R$ 1.000

 

*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
La Grande Bellezza Baraonda - La Grande Bellezza - Espumantes do Sul

La Grande Bellezza Baraonda

Preço normal R$ 426,50
Preço normal R$ 426,50 Preço promocional R$ 426,50
0% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - La Grande Bellezza Baraonda

Visual

Vermelho púrpura intenso

Aromas

Café, chocolate, frutas passas, goiabada e alcaçuz

Paladar

Taninos firmes, rusticidade marcante, grande personalidade

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - La Grande Bellezza Baraonda

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Vinificação tradicional em tanque
Uvas
  • Touriga Nacional
  • Petit Verdot
  • Tannat
  • Merlot
Região Pinto Bandeira, Serra Gaúcha-RS
Volume 750ml
Temperatura 15 a 18°C
Harmonização
  • Carnes grelhadas
  • Ragu de cordeiro
  • Queijos curados
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o La Grande Bellezza Baraonda

O Baraonda La Grande Bellezza é um vinho tinto de personalidade marcante, que se apresenta com uma coloração vermelho púrpura intensa e um perfil sensorial envolvente. No nariz, revela um buquê aromático complexo, onde se destacam notas de café, chocolate, frutas passas, goiabada e um toque de alcaçuz. Em boca, é um vinho encorpado e equilibrado, que combina taninos firmes a uma rusticidade autêntica, sendo uma escolha ideal para momentos de celebração durante as estações mais frias do ano.

Elaborado por meio de vinificação tradicional, este tinto seco é um corte ousado que reúne a estrutura das uvas Tannat e Petit Verdot com a elegância da Touriga Nacional e da Merlot. O cuidado no processo de produção busca extrair o melhor de cada casta, resultando em um vinho de alta complexidade e excelente equilíbrio, que expressa com fidelidade a dedicação técnica da vinícola em cada etapa de sua elaboração.

Originário de Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha, este rótulo reflete a identidade singular deste terroir de prestígio. A vinícola La Grande Bellezza imprime em seus vinhos uma abordagem autoral, focada na autenticidade e na valorização das características regionais. É um vinho que pede companhia à mesa, harmonizando perfeitamente com pratos de sabores intensos, como carnes grelhadas, ragu de cordeiro e queijos curados.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Tinto Fino Baraonda La Grande Bellezza – 750 ml

Com um perfil marcante e envolvente, o Baraonda La Grande Bellezza impressiona desde a primeira taça. De coloração vermelho púrpura intensa, entrega um buquê aromático instigante, que combina notas de café, chocolate, frutas passas, goiabada e alcaçuz. No paladar, revela taninos firmes e uma rusticidade natural que traduz sua personalidade forte e autêntica. Ideal para acompanhar pratos robustos como bife de chorizo, fraldinha na grelha, pappardelle ao ragu de cordeiro e queijos curados como gruyère e prima donna vermelho.

Elaborado a partir de um corte ousado e bem estruturado — Touriga Nacional (30%), Petit Verdot (30%), Tannat (20%) e Merlot (20%) — este tinto seco expressa com intensidade o terroir de Pinto Bandeira, um dos mais prestigiados da Serra Gaúcha (RS). A vinificação respeita o caráter de cada casta, buscando complexidade, longevidade e equilíbrio em boca. Seu potencial de guarda é estimado em até 10 anos.

Ficha Técnica

  • Tipo: Vinho Fino Tinto Seco

  • Varietal: Touriga Nacional (30%), Petit Verdot (30%), Tannat (20%) e Merlot (20%)

  • Terroir: Pinto Bandeira, Serra Gaúcha-RS

  • Produtor: Vinícola La Grande Bellezza

  • País: Brasil

  • Safra: Consulte a safra disponível

  • Volume: 750 ml

  • Teor alcoólico: 13,5%

  • Temperatura de serviço: 15 a 18°C

  • Potencial de Guarda: 10 anos

  • Visual: Vermelho púrpura intenso

  • Olfativo: Café, chocolate, frutas passas, goiabada e alcaçuz

  • Gustativo: Taninos firmes, rusticidade marcante, grande personalidade

  • Harmonização: Carnes grelhadas, ragu de cordeiro, queijos curados

A Vinícola La Grande Bellezza, localizada no coração de Pinto Bandeira, vem se destacando por sua abordagem autoral e ousada na elaboração de vinhos finos brasileiros. O rótulo Baraonda é um excelente exemplo dessa proposta: expressivo, intenso e fiel às características do terroir gaúcho, ele reflete a busca da vinícola por vinhos com identidade própria e autenticidade sensorial.

A vinícola

Sobre a La Grande Bellezza

A Vinícola La Grande Bellezza é uma boutique moderna localizada em Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha, com propostas inovadoras e atmosfera acolhedora. Desde 2017, tem se destacado pela elaboração de espumantes premium e vinhos elegantes, reunindo estilo italiano e atenção aos terroirs de altitude.

Os espumantes La Grande Bellezza – como o Brut e o Brut Rosé – são produzidos com uvas Chardonnay e Pinot Noir, com método Charmat Longo ou tradicional, entregando borbulhas finas, aromas de frutas brancas e vermelhas, e frescor vibrante. A linha conta também com varietais, cortes e rótulos especiais, valorizando a expressão pura da região.

Descubra La Grande Bellezza e permita-se viver momentos de prazer com rótulos que unem sofisticação, charme e criatividade, em um espaço que convida ao enoturismo, com wine bar e harmonizações cuidadosamente pensadas para encantar os visitantes.

Ver produtos da La Grande Bellezza

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).