Guatambu Potter Tannat
Em estoque
Não foi possível carregar a disponibilidade de retirada.
-
Pedido aprovado
- - -
Expedição do Pedido
- - -
Entregue!
Promoções de frete vigentes
Promoções de frete vigentes
Políticas vigentes de desconto no frete*
Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:
| Região Sul | Pedidos a partir de |
| Rio Grande do Sul | R$ 400 |
| Santa Catarina | R$ 400 |
| Paraná | R$ 500 |
| Região Sudeste | Pedidos a partir de |
| São Paulo | R$ 500 |
| Rio de Janeiro | R$ 600 |
| Minas Gerais | R$ 600 |
| Espírito Santo | R$ 800 |
| Região Centro Oeste | Pedidos a partir de |
| Distrito Federal | R$ 800 |
| Goiás | R$ 1.000 |
*Sujeito à alteração sem aviso prévio
Guatambu Potter Tannat

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Guatambu Potter Tannat
Perfil Sensorial: Apresenta cor rubi intensa, com aromas de frutas negras maduras, como amora e ameixa, mescladas com notas de especiarias e toques minerais. Em boca, a taninos são marcantes, porém equilibrados pela
Com aromas de frutas negras frescas como amora e ameixa, amêndoas, castanhas e notas mentoladas, o Guatambu Potter Tannat se destaca pelo equilíbrio harmonioso entre taninos marcantes, acidez e álcool. Seu final de boca
Em boca, a taninos são marcantes, porém equilibrados pela acidez, proporcionando um final longo e persistente. Um vinho vegano, perfeito para acompanhar carnes vermelhas grelhadas e queijos maturados
Ficha técnica - Guatambu Potter Tannat
- Tannat
- Carnes Vermelhas
- Queijos Estruturados
- Massas
- Inverno
Descrição do produto
Guatambu Potter Tannat - Edição Limitada
Experimente o Guatambu Potter Tannat, um vinho nobre tinto seco que resgata a essência da uva Tannat em sua forma mais autêntica. Produzido na Vinícola Guatambu, em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha, este vinho é o reflexo de um terroir singular, marcado por mais de 2.300 horas de luminosidade e verões secos, proporcionando a maturação perfeita das uvas.
Este Tannat passa por fermentação alcoólica e malolática em ânforas de concreto, uma técnica ancestral que garante uma extração gradual dos taninos, resultando em um vinho opulente e equilibrado. Com aromas de frutas negras frescas como amora e ameixa, amêndoas, castanhas e notas mentoladas, o Guatambu Potter Tannat se destaca pelo equilíbrio harmonioso entre taninos marcantes, acidez e álcool. Seu final de boca revela um frescor impressionante com toques de frutas vermelhas, flores e uma sensação mentolada.
Premiado com 92 pontos no Guia Descorchados 2024 como um dos melhores tintos e vinho revelação da Campanha Gaúcha, esta edição limitada conta com apenas 1.600 garrafas numeradas. Ideal para ser servido entre 16 e 18°C, o vinho também é apto para veganos, tornando-se uma escolha sofisticada para os paladares mais exigentes.
Garanta já o seu Guatambu Potter Tannat e desfrute de uma experiência inesquecível!
Guatambu Potter Tannat: A Força da Natureza em Cada Gota
Descubra a intensidade do Guatambu Potter Tannat, um vinho tinto seco elaborado com a emblemática uva Tannat, cultivada nas vinhas de Dom Pedrito, no coração do Rio Grande do Sul.
Um Terroir Excepcional: Nosso terroir, com solos antigos e clima subtropical úmido, proporciona condições ideais para o cultivo da Tannat, resultando em vinhos de corpo robusto e taninos macios.
Elaboração Artesanal: A fermentação e maturação em ânfora de concreto, aliadas ao longo período de maceração, conferem a este vinho uma complexidade única, com taninos elegantes e aromas intensos.
Perfil Sensorial: Apresenta cor rubi intensa, com aromas de frutas negras maduras, como amora e ameixa, mescladas com notas de especiarias e toques minerais. Em boca, a taninos são marcantes, porém equilibrados pela acidez, proporcionando um final longo e persistente. Um vinho vegano, perfeito para acompanhar carnes vermelhas grelhadas e queijos maturados.
Por que Escolher o Guatambu Potter Tannat?
- Único: Elaborado em ânfora, um método ancestral que confere complexidade e mineralidade ao vinho.
- Sustentável: Produzido com uvas cultivadas de forma sustentável e é vegano.
- Terroir Excepcional: Desenvolvido em um terroir único, que expressa a identidade do Rio Grande do Sul.
- Corpo Robusto e Elegante: Um vinho de taninos macios e aromas intensos.
Descubra a experiência Guatambu e saboreie a força da Tannat.

A Vinícola Guatambu é uma vinícola familiar e boutique localizada em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha. Com origens no agronegócio familiar desde 1958, iniciou sua atuação vitivinícola em 2003 e inaugurou sua moderna estrutura em 2013, produzindo em pequena escala vinhos finos e espumantes de forma sustentável, com 100% de energia solar.
Seus rótulos se destacam por clareza aromática, frescor e expressão do terroir campestre. A linha Rastros do Pampa, além de vinhos varietais como Tannat, Merlot e Cabernet Sauvignon, merecem destaque, assim como espumantes elaborados pelo método tradicional e Charmat — todos produzidos com uvas viníferas selecionadas.
Descubra a Guatambu e envolva-se em uma experiência imersiva que combina produção artesanal, contato com a natureza e enoturismo premium: visitas guiadas pela vinícola, degustações com harmonização regional, piqueniques, cavalgadas e eventos em um cenário cinematográfico, tudo isso em uma região de beleza rara e forte identidade gaúcha.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).