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Logo da marca Casa Madeira Geleia Orgânica de Morango com Pedaços Casa Madeira 240g

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Geleia Orgânica de Morango com Pedaços Casa Madeira 240g - Casa Madeira - Espumantes do Sul

Geleia Orgânica de Morango com Pedaços Casa Madeira 240g

Preço normal R$ 32,60
Preço normal R$ 32,60 Preço promocional R$ 32,60
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Geleia Orgânica de Morango com Pedaços Casa Madeira 240g

Visual

Vermelho brilhante, cor viva de fruta fresca.

Aromas

Frutado intenso, característico de morangos maduros.

Paladar

Sabor intenso de morango fresco, textura aveludada com pedaços da fruta, doçura natural e equilibrada.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Geleia Orgânica de Morango com Pedaços Casa Madeira 240g

Tipo Geleia
Uvas
Região Serra Gaúcha
Volume 240g
Temperatura Ambiente
Harmonização
  • Torradas
  • Iogurtes
  • Sobremesas
Ocasião
  • Café da manhã
  • Lanches
  • Primavera
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Geleia Orgânica de Morango com Pedaços Casa Madeira 240g

Com um tom vibrante e um aroma intenso de morangos maduros, esta geleia orgânica celebra o sabor autêntico da fruta fresca. Sua cor vermelho brilhante e seu paladar aveludado prometem uma experiência doce e equilibrada, com a textura enriquecida pela presença de pedaços reais de morango. É um toque de doçura natural que eleva qualquer momento, sendo ideal para acompanhar torradas, iogurtes ou finalizar sobremesas leves.

O processo de criação é dedicado a preservar a pureza do morango. Utilizada exclusivamente com morangos orgânicos, esta geleia é elaborada com apenas açúcar orgânico e a pectina natural extraída das próprias frutas. Essa formulação cuidadosa garante que o sabor e a cor sejam mantidos no máximo de suas características naturais, resultando em um produto de sabor intenso e qualidade superior.

Casa Madeira traz para a sua mesa o frescor da Serra Gaúcha em um pote. Mais do que um acompanhamento, esta geleia é um convite ao prazer, perfeito para encher de cor e sabor o café da manhã ou para refrescar um lanche da primavera. É a maneira de trazer a doçura e a tradição da região para os seus momentos mais especiais.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

CARACTERÍSTICAS

 

VARIEDADE - SABOR

Morango

 

CLASSIFICAÇÃO

Geleia Orgânica

 

ANÁLISE SENSORIAL

Elaborada através da concentração de morangos orgânicos frescos e maduros, selecionadas em dois estágios, na colheita e na esteira de classificação, a geleia recebe em sua formulação apenas o açúcar orgânico e a pectina natural das frutas, que conferem à geleia, o máximo do sabor e da cor características da fruta fresca.

A vinícola

Sobre a Casa Madeira

A Casa Madeira é uma marca premium da Famiglia Valduga, localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. Com origem no início do século XX, preserva um porão de pedra histórico e renovou-se em 2010 para se transformar em um verdadeiro refúgio gourmet, reunindo loja, restaurante e showroom de produtos artesanais.

Produzindo itens 100% naturais e sem adição de conservantes, a Casa Madeira oferece uma ampla linha que inclui sucos de uva integrais e varietais, geleias, antepastos, molhos de pimenta, cremes de balsâmico, vinagres, chás e até vinhos para gastronomia. Tudo criado com o objetivo de resgatar sabores da tradição italiana e realçar o paladar das receitas coloniais.

Descubra a Casa Madeira e leve para sua casa produtos que unem tradição, qualidade artesanal e autenticidade, ideais para quem busca ingredientes saborosos, versáteis e com a alma da Serra Gaúcha.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).