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Logo da marca Garibaldi Garibaldi Di Bartolo Branco Suave

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Elaborado pela tradicional Cooperativa Vinícola Garibaldi na Serra Gaúcha, o Garibaldi Di Bartolo Branco Suave celebra o sabor autêntico dos vinhos de mesa. Com uma proposta leve e adocicada, este rótulo une aromas frutados com um toque de maracujá a um paladar macio e refrescante. É a escolha perfeita para momentos descontraídos e para quem busca uma experiência fácil de beber e repleta de tradição.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Garibaldi Di Bartolo Branco Suave

Garibaldi Di Bartolo Branco Suave

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Garibaldi Di Bartolo Branco Suave

Visual

Cor amarelo-palha com reflexos dourados, límpida e brilhante.

Aromas

Revela aromas frutados da uva, com um toque de maracujá.

Paladar

Na boca é macio, com uma doçura gentil equilibrada por acidez refrescante, o que evita o enjoo e mantém o vinho fácil de beber.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Garibaldi Di Bartolo Branco Suave

Tipo Vinho de Mesa Branco Suave
Método Vinificação em branco com prensagem a frio
Uvas
  • BRS Lorena
  • Moscato Embrapa
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 6 °C a 8 °C
Harmonização
  • Pratos levemente picantes
  • Comida asiática agridoce
  • Saladas com frutas
  • Queijos frescos
  • Sobremesas leves de frutas
  • Cuca de frutas
Ocasião
  • Verão
  • Primavera
  • Happy Hour
  • Aperitivo
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Garibaldi Di Bartolo Branco Suave

O Garibaldi Di Bartolo Branco Suave é um vinho leve e de perfil acolhedor, ideal para quem aprecia uma taça descomplicada e saborosa. Visualmente, apresenta uma coloração amarelo-palha com reflexos dourados, revelando límpido e brilhante na taça. No olfato, destaca aromas frutados que remetem à frescura da uva, complementados por um toque delicado de maracujá. Em boca, revela-se macio, trazendo uma doçura gentil que se equilibra perfeitamente com uma acidez refrescante, tornando a experiência agradável, fluida e muito fácil de beber em momentos de descontração.

Este rótulo é elaborado a partir das variedades de uvas BRS Lorena e Moscato Embrapa, passando por um processo de vinificação em branco com prensagem a frio. Essa técnica cuidadosa é essencial para preservar o frescor genuíno da fruta e garantir a leveza e a tipicidade de um vinho de mesa jovem e aromático. A baixa graduação alcoólica e o perfil harmonioso fazem dele uma excelente escolha para acompanhar refeições leves, pratos com toque agridoce, queijos frescos e sobremesas frutadas.

Produzido pela Cooperativa Vinícola Garibaldi, fundada em 1931, o rótulo carrega a herança de uma das vinícolas mais tradicionais da Serra Gaúcha. A linha Di Bartolo foi pensada justamente para celebrar o sabor autêntico e a hospitalidade presentes há gerações nas mesas brasileiras. Levar esta garrafa para a sua ocasião é desfrutar da verdadeira essência e da tradição vitivinícola do Rio Grande do Sul.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

O Garibaldi Di Bartolo Branco Suave é um branco leve e adocicado, do tipo que agrada de imediato. Na taça, mostra cor amarelo-palha com reflexos dourados, límpida e brilhante. No nariz, revela aromas frutados da uva, com um toque de maracujá. Na boca é macio, com uma doçura gentil equilibrada por acidez refrescante, o que evita o enjoo e mantém o vinho fácil de beber — uma porta de entrada perfeita para quem está começando no mundo do vinho.

Feito com as uvas BRS Lorena e Moscato Embrapa da Serra Gaúcha, passa por prensagem a frio, que preserva o frescor e os aromas naturais da fruta. A vinificação em branco garante leveza e um perfil jovem e aromático.

Sirva bem gelado, entre 6 °C e 8 °C. Vai bem sozinho, como aperitivo, e brilha ao lado de pratos levemente picantes, comida asiática agridoce, saladas com frutas, queijos frescos e sobremesas leves de frutas. Na pegada gaúcha, harmoniza com cuca de frutas, queijos coloniais e um galeto de fim de tarde. Leve a tradição da Serra Gaúcha para a sua taça — disponível agora na Espumantes do Sul.

Ficha técnica

  • Tipo: Vinho de mesa branco suave
  • Uvas: BRS Lorena / Moscato Embrapa
  • Região: Serra Gaúcha/RS – Brasil
  • Safra: N/S - Produto não safrado
  • Teor alcoólico: 10,5% v/v
  • Vinificação: Prensagem a frio
  • Temperatura de serviço: 6 °C a 8 °C
  • Volume: 750 ml

A Cooperativa Vinícola Garibaldi, fundada em 1931 na Serra Gaúcha, é uma das maiores e mais tradicionais cooperativas de vinho do país. A linha Di Bartolo celebra o sabor tradicional dos vinhos de mesa presentes na mesa do brasileiro há gerações.

A vinícola

Sobre a Garibaldi

A Vinícola Garibaldi é uma das maiores e mais premiadas cooperativas do Brasil, localizada em Garibaldi, no coração da Serra Gaúcha. Fundada em 1931, reúne centenas de famílias produtoras que cultivam uvas com dedicação, tradição e cuidado sustentável, dando origem a vinhos, espumantes e sucos de alta qualidade.

Reconhecida internacionalmente, a Garibaldi é referência principalmente pelos seus espumantes premiados, elaborados pelo método Charmat e pelo método Tradicional, com destaque para o Garibaldi Moscatel — um dos mais premiados do Brasil — além de rótulos Brut, Rosé e Nature, perfeitos para brindar momentos especiais. A cooperativa também oferece vinhos de mesa, varietais e sucos integrais, todos com o compromisso de valorizar o trabalho das famílias associadas.

Descubra a Vinícola Garibaldi e leve para sua taça o sabor autêntico de uma marca que une tradição cooperativa, inovação e paixão pela vitivinicultura, levando o melhor da Serra Gaúcha para consumidores de todo o país.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).