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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Garbo Ripazzo - Garbo - Espumantes do Sul

Garbo Ripazzo

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Garbo Ripazzo

Visual

Rubi com reflexos violáceos, límpido e de boa intensidade.

Aromas

Fruta madura (cassis e ameixa), especiarias como pimenta-preta e nuances de chocolate, café e tabaco do carvalho.

Paladar

Bom corpo e taninos aveludados, com elegância e harmonia sustentadas por acidez delicada. Retrogosto persistente, evidenciando as notas da maturação.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Garbo Ripazzo

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Refermentação sobre cascas de Alicante Bouschet e 12 meses em carvalho francês
Uvas
  • Cabernet Sauvignon
  • Alicante Bouschet
Região Serra Gaúcha e Serra do Sudeste, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16º a 18ºC
Harmonização
  • Carnes Vermelhas
  • Queijos Maturados
  • Massas com molho vermelho
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Outono
  • Inverno
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Garbo Ripazzo

O Garbo RiPazzo apresenta-se na taça com uma tonalidade rubi intensa e reflexos violáceos, revelando um perfil aromático sofisticado. No nariz, destacam-se notas de frutas maduras, como cassis e ameixa, harmoniosamente integradas a nuances de especiarias, chocolate, café e tabaco. Em boca, é um vinho estruturado e elegante, com taninos aveludados e uma acidez equilibrada que confere frescor, culminando em um retrogosto persistente que reforça sua complexidade.

Sua elaboração é uma interpretação autoral da técnica italiana do Ripasso, unindo a estrutura do Cabernet Sauvignon com a potência da Alicante Bouschet. Após a vinificação inicial, o vinho matura por 12 meses em contato com aduelas de carvalho francês e passa por uma refermentação sobre as cascas da uva Alicante Bouschet. Esse processo cuidadoso amplia o volume em boca, intensifica a cor e confere ao conjunto uma personalidade única e marcante.

Produzido pela Garbo Enologia Criativa, em Pinto Bandeira, este tinto é o resultado da combinação de uvas cultivadas em terroirs distintos: a Serra do Sudeste e a Serra Gaúcha. Essa união reflete a busca da vinícola por vinhos com identidade técnica e caráter regional. É uma escolha excelente para acompanhar jantares especiais, harmonizando com naturalidade com carnes vermelhas, massas ao molho vermelho e queijos maturados.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Na taça, o Garbo RiPazzo revela cor rubi com reflexos violáceos, límpido e de boa intensidade. No olfato, destaca-se a fruta madura — cassis e ameixa —, acompanhada de especiarias como pimenta preta e nuances de chocolate, café e tabaco provenientes da maturação com carvalho. No paladar, o vinho apresenta bom corpo e taninos aveludados, com elegância e harmonia sustentadas por acidez delicada. O retrogosto é persistente e traz à tona as notas de maturação com clareza. Harmoniza com massas de molhos vermelhos, carnes e queijos maduros.

Inspirado na técnica italiana do Ripasso, o RiPazzo parte de um Cabernet Sauvignon vinificado em tanques de aço inoxidável a 26°C, com maceração nas cascas durante a fermentação. Após 12 meses de maturação com aduelas de carvalho francês, o vinho é refermentado sobre as cascas de Alicante Bouschet — processo que intensifica a cor, amplia o volume de taninos e eleva a potência frutada. A combinação de uvas originárias da Serra do Sudeste (Encruzilhada do Sul) e da Serra Gaúcha (Monte Belo do Sul) confere ao blend diversidade de terroir e complexidade estrutural.

Ficha Técnica:

  • Uva: Cabernet Sauvignon e Alicante Bouschet (cascas — refermentação)
  • Método: Inspirado no Ripasso italiano — refermentação sobre cascas de Alicante Bouschet
  • Maturação: 12 meses com aduelas de carvalho francês
  • Região: Encruzilhada do Sul (Serra do Sudeste) e Monte Belo do Sul (Serra Gaúcha)
  • Graduação alcoólica: 13,5% vol.
  • Temperatura de serviço: 16º a 18ºC
  • Safra: Consulte a safra disponível

A Garbo Enologia Criativa, sediada em Pinto Bandeira (RS), desenvolve vinhos com identidade técnica clara e referências autorais. O RiPazzo traduz essa postura: adaptar uma técnica consagrada ao contexto brasileiro, valorizando variedades cultivadas em terroirs distintos do Rio Grande do Sul para construir um vinho de caráter e personalidade próprios.

A vinícola

Sobre a Garbo

A Vinícola Garbo Enologia Criativa foi fundada em 2015 por três enólogos amigos em Bento Gonçalves, nos Caminhos de Pedra da Serra Gaúcha. Trazendo uma proposta inovadora, aposta em vinhos e espumantes como verdadeiros “experimentos” — fruto da sinergia entre técnica moderna e sensibilidade artesanal.

A produção inclui rótulos de destaque como Primogênito Brut (60 meses de autólise), Colaborativo Brut (40 meses) e o elegante Imperial Blanc de Blanc, além de vinhos varietais como o expressivo Old Fashioned Cabernet Franc 2021. A linha reúne frescor, aroma e personalidade, refletindo a criatividade que está no DNA da marca.

O espaço funciona também como um wine bar e loja, com opções de experiências como o “Garbo Full Experience” — uma degustação de 10 vinhos harmonizados com tábua de frios e taça Riedel — num cenário acolhedor e moderno, ideal para happy hours, almoços leves ou encontros descontraídos.

Descubra Garbo e experimente vinhos e espumantes que unem criatividade, técnica e emoção, em uma proposta enológica que foge do convencional e valoriza a expressão de terroirs e uvas da Serra Gaúcha.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).