Pular para as informações do produto

Logo da marca Garbo Garbo Colapso

Em estoque

Preço normal R$ 129,00
Preço normal R$ 129,00 Preço promocional R$ 129,00
0% OFF Esgotado
em até 6x de
R$ 21,50 sem juros Parcelamento válido apenas no cartão de crédito
💳 Pagamento facilitado no cartão
8% OFF no PIX
por R$ 118,68
💰 Você economiza R$ 10,32 no PIX
 
 
add_shopping_cart

-

Pedido aprovado

local_shipping

- - -

Expedição do Pedido

redeem

- - -

Entregue!

local_shipping

Promoções de frete vigentes

 

Políticas vigentes de desconto no frete*

Nossa política de Frete Grátis vigente é a seguinte:

 Região Sul Pedidos a partir de
Rio Grande do Sul R$ 400
Santa Catarina R$ 400
Paraná R$ 500

 

 Região Sudeste Pedidos a partir de
São Paulo R$ 500
Rio de Janeiro R$ 600
Minas Gerais R$ 600
Espírito Santo R$ 800

 

 Região Centro Oeste Pedidos a partir de
Distrito Federal R$ 800
Goiás R$ 1.000

 

*Sujeito à alteração sem aviso prévio

As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Garbo Colapso - Garbo - Espumantes do Sul

Garbo Colapso

Preço normal R$ 129,00
Preço normal R$ 129,00 Preço promocional R$ 129,00
0% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Garbo Colapso

Visual

Rubi profundo com reflexos violáceos.

Aromas

No olfato, a complexidade do blend é imediata: framboesa, ameixa e frutas vermelhas maduras conduzem para especiarias como pimenta preta, com nuances de baunilha, coco e chocolate.

Paladar

No paladar, o vinho é rico e potente, com grande volume de boca, taninos de perfil aveludado e retrogosto marcante e prolongado, que resgata toda a amplitude aromática do conjunto.

Acidez
Equilibrada
Corpo
Estruturado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Garbo Colapso

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Maturação em tanques com aduelas de carvalho americano
Uvas
  • Teroldego
  • Ancellotta
  • Marselan
Região Campanha Gaúcha, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16º a 18ºC
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Carnes de caça
  • Queijos maturados
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Garbo Colapso

O Garbo Colapso apresenta uma coloração rubi profunda com reflexos violáceos, revelando logo na taça sua intensidade. No olfato, entrega uma complexidade imediata, onde notas de framboesa, ameixa e frutas vermelhas maduras se entrelaçam a especiarias como pimenta-preta, com toques envolventes de baunilha, coco e chocolate. No paladar, destaca-se pelo volume e potência, exibindo taninos aveludados e um retrogosto marcante, que convida a uma experiência de degustação prolongada.

Este tinto seco é elaborado a partir de um cuidadoso blend das uvas Teroldego, Ancellotta e Marselan. Após a vinificação, o vinho passa por sete meses de maturação em tanques de inox com aduelas de carvalho americano, um processo que confere elegância e estrutura ao conjunto sem sobrepor o frescor natural da fruta. O resultado é um vinho equilibrado, que une a vivacidade da matéria-prima com a sofisticação conferida pelo tempo de amadurecimento.

As uvas que compõem este rótulo são provenientes de Bagé e Sant'Ana do Livramento, na Campanha Gaúcha, região marcada por verões ensolarados que favorecem a maturação fenólica e a concentração aromática. Assinado pela Garbo Enologia Criativa, sediada em Pinto Bandeira, o Colapso reflete a busca da vinícola por expressar a identidade dos terroirs brasileiros. É uma excelente companhia para carnes vermelhas, carnes de caça e queijos maturados, tornando-se uma escolha certeira para jantares especiais em dias de clima mais ameno.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Campanha Gaúcha, Brasil
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
Para saber mais

Descrição do produto

Na taça, o Garbo Colapso apresenta cor rubi profundo com reflexos violáceos. No olfato, a complexidade do blend é imediata: framboesa, ameixa e frutas vermelhas maduras conduzem para especiarias como pimenta preta, com nuances de baunilha, coco e chocolate provenientes da interação com o carvalho. No paladar, o vinho é rico e potente, com grande volume de boca, taninos de perfil aveludado e retrogosto marcante e prolongado, que resgata toda a amplitude aromática do conjunto. Harmoniza com queijos maduros de caráter intenso — pecorino romano, parmigiano reggiano, grana padano —, carnes vermelhas e de caça.

Elaborado com Teroldego, Ancellotta e Marselan, provenientes de Bagé e Sant'Ana do Livramento, na Campanha Gaúcha — região de verões quentes e ensolarados que favorecem a concentração de fruta e a maturação fenólica. As três variedades são vinificadas separadamente, com fermentação entre 25°C e 28°C; a Ancellotta permanece 14 dias em maceração para potencializar a extração de polifenóis, enquanto as demais ficam 10 dias em contato com as cascas. O blend é realizado após a estabilização e segue para 7 meses de maturação em tanques de inox com aduelas de carvalho americano.

Ficha Técnica

  • Uva: Teroldego, Ancellotta e Marselan
  • Método: Blend pós-estabilização — maturação em tanques com aduelas de carvalho americano
  • Maturação: 7 meses
  • Região: Bagé e Sant'Ana do Livramento — Campanha Gaúcha
  • Graduação alcoólica: 14% vol.
  • Temperatura de serviço: 16º a 18ºC
  • Safra: Consulte a safra disponível

A Garbo Enologia Criativa, sediada em Pinto Bandeira (RS), constrói seu portfólio a partir da escolha criteriosa de variedades e terroirs brasileiros com vocação para vinhos de caráter. O Colapso representa a aposta da casa nos varietais expressivos da Campanha Gaúcha, combinados em um blend que busca equilíbrio entre potência, frescor e complexidade aromática.

A vinícola

Sobre a Garbo

A Vinícola Garbo Enologia Criativa foi fundada em 2015 por três enólogos amigos em Bento Gonçalves, nos Caminhos de Pedra da Serra Gaúcha. Trazendo uma proposta inovadora, aposta em vinhos e espumantes como verdadeiros “experimentos” — fruto da sinergia entre técnica moderna e sensibilidade artesanal.

A produção inclui rótulos de destaque como Primogênito Brut (60 meses de autólise), Colaborativo Brut (40 meses) e o elegante Imperial Blanc de Blanc, além de vinhos varietais como o expressivo Old Fashioned Cabernet Franc 2021. A linha reúne frescor, aroma e personalidade, refletindo a criatividade que está no DNA da marca.

O espaço funciona também como um wine bar e loja, com opções de experiências como o “Garbo Full Experience” — uma degustação de 10 vinhos harmonizados com tábua de frios e taça Riedel — num cenário acolhedor e moderno, ideal para happy hours, almoços leves ou encontros descontraídos.

Descubra Garbo e experimente vinhos e espumantes que unem criatividade, técnica e emoção, em uma proposta enológica que foge do convencional e valoriza a expressão de terroirs e uvas da Serra Gaúcha.

Ver produtos da Garbo

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).