G.D. Vajra Langhe DOC Rosso
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G.D. Vajra Langhe DOC Rosso
Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - G.D. Vajra Langhe DOC Rosso
Coloração vermelho-rubi de média intensidade, com delicados reflexos granada.
Convidativo e vibrante. De ataque frutado, onde morangos maduros, groselha e mirtilos se destacam. Ao longo da degustação, outras famílias aromáticas ganham força e agregam complexidade. Exemplo disso são as notas herbáceas que evidenciam a procedência das uvas na pitoresca região de Piemonte.
No paladar mostra-se harmonioso e delicado, com taninos redondos e polidos, alicerçados por uma entrada doce. Corpo médio, acidez correta e retrogosto nitidamente frutado e arrematado por um final longo.
Ficha técnica - G.D. Vajra Langhe DOC Rosso
- Pinot Noir
- Nebbiolo
- Barbera
- Dolcetto
- Freisa
- Albarossa
- Lombo Suíno
- Espaguete ao Ragu de Pato
- Queijos curados
- Jantar Especial
- Outono
- Inverno
Nossa avaliação
sobre o G.D. Vajra Langhe DOC Rosso
Descrição do produto
G.D. Vajra Langhe DOC Rosso.
Grandes conhecedores acreditam que a alquimia do vinho está na concepção do corte, onde a sinergia entre distintas castas são reveladas no ato da degustação. Este exemplar é constituído de cinco variedades típicas da Itália, onde três delas são amplamente difundidas, como Barbera, Dolcetto e Nebbiolo, além das pouco conhecidas e não por isso menos valorosas, Freisa e Albarossa. Para complementar a sinfonia de aromas e sabores, a icônica casta francesa Pinot Noir participa do corte de forma sutil e harmônica.
Um Vinho Versátil para Todos os Momentos.
Delicie-se com o vinho G.D. Vajra Langhe DOC Rosso, uma verdadeira joia enológica que transcende os limites do comum. Se você procura um vinho versátil, capaz de acompanhar diferentes ocasiões, esse é o produto perfeito para você. Combinando a tradição da região de Langhe, na Itália, com técnicas modernas de vinificação, este vinho encanta paladares exigentes ao oferecer uma experiência única em cada taça.
Com uma coloração vermelha intensa, este vinho apresenta uma complexidade de aromas que despertará sua curiosidade. No nariz, é possível sentir a delicadeza das frutas vermelhas maduras, como cerejas e framboesas, aliada a notas sutis de especiarias e baunilha. Ao provar esse vinho, você será agraciado com uma explosão de sabores que se equilibram harmoniosamente em cada gole, revelando taninos suaves e uma acidez equilibrada.
Harmonização Perfeita com Diversos Pratos.
Sinta-se livre para explorar as possibilidades gastronômicas com o vinho G.D. Vajra Langhe DOC Rosso. Sua versatilidade o torna um parceiro ideal para diferentes pratos, desde massas frescas até carnes suculentas. Ao apreciar esse vinho, você descobrirá como ele pode realçar os sabores e elevar a experiência culinária a um patamar superior.
Experimente harmonizá-lo com um risoto de cogumelos porcini, onde a acidez equilibrada do vinho se funde com a riqueza dos cogumelos, resultando em um sabor incrivelmente harmonioso. Se preferir uma combinação clássica, desfrute-o com uma seleção de queijos curados, como o pecorino ou o parmesão, e desvende um casamento perfeito entre o vinho e a intensidade dos queijos.
Uma Viagem à Vinícola G.D. Vajra.
Ao adquirir o vinho G.D. Vajra Langhe DOC Rosso, você estará levando para sua casa um pouco da história e da paixão pela vinicultura da renomada vinícola G.D. Vajra. Com uma tradição que remonta a 1972, a vinícola se destaca por sua abordagem artesanal e respeito à natureza, produzindo vinhos de alta qualidade que refletem o terroir único de Langhe.
Prepare-se para embarcar em uma viagem sensorial por meio deste vinho, que incorpora a essência do local onde foi cultivado. Cada gole será como uma visita à paisagem deslumbrante de Langhe, com suas colinas cobertas de vinhedos e seu clima favorável ao cultivo das uvas Nebbiolo, Dolcetto e Barbera, que dão origem a este rótulo singular.
Tipo: Tinto Meio Seco
Varietal: Pinot Noir, Nebbiolo, Barbera, Dolcetto, Freisa e Albarossa.
Produtor: Gd Vajra
Terroir: Piemonte | Itália
País: Itália
Safra: Consulte
Teor Alcoólico: 13,5%
Volume: 750ml
Temperatura de Serviço: 16º a 18ºC
Maturação: 10 meses de maturação em barris de cavalho eslavo (5% do volume)
Vinícola
A G.D.Vajra é uma tradicional vinícola italiana que produz os emblemáticos vinhos Barolos. Esses vinhos representam a qualidade e a essência da vitivinicultura italiana. Por serem vinhos produzidos a partir da uva Nebbiolo (variedade símbolo da Região de Piemonte), tendem a apresentar maior intensidade e taninos, adquirindo a coloração laranja ao longo do passar dos anos. Para a vinícola, seus vinhos não precisam falar em voz alta ou flexionar os músculos, mas tocarão o coração de todos.
Análise Sensorial
Visual: Coloração vermelho-rubi de média intensidade, com delicados reflexos granada.
Olfativo: Convidativo e vibrante. De ataque frutado, onde morangos maduros, groselha e mirtilos se destacam. Ao longo da degustação, outras famílias aromáticas ganham força e agregam complexidade. Exemplo disso são as notas herbáceas que evidenciam a procedência das uvas na pitoresca região de Piemonte
Gustativo: No paladar mostra-se harmonioso e delicado, com taninos redondos e polidos, alicerçados por uma entrada doce. Corpo médio, acidez correta e retrogosto nitidamente frutado e arrematado por um final longo.
Harmonização: Lombo Suíno.Espaguete ao Ragu de Pato.Queijos.
Vinificação: Colheita manual e seletiva;Seleção manual dos cachos e posteriormente das bagas;Fermentação em tanques individuais para cada variedade utilizada na concepção do corte; Fermentação alcoólica com temperatura controlada (menor que 31°C); Remontagens delicadas, realizadas diariamente ao longo dos 15 dias de maceração; Descuba; Fermentação malolática; 10 a 14 meses de maturação sobre borras finas (95% do volume); 10 meses de maturação em barris de carvalho eslavos neutros (5% do volume); Filtração delicada antes do engarrafamento; Rotulagem e comercialização.
Laudo técnico: Álcool: 13,5%.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).