G.D. Vajra Dolcetto D'Alba DOC
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio
G.D. Vajra Dolcetto D'Alba DOC
Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - G.D. Vajra Dolcetto D'Alba DOC
Coloração vermelho-rubi. Perfeitamente límpido e brilhante.
Um exemplar de grande expressão aromática, onde as notas de frutas negras são predominantes e sutilmente as nuances de especiarias doces e toques florais vão surgindo.
No paladar apresenta delicada estrutura, com acidez e taninos perfeitamente integrados. Pronto para o consumo, com retrogosto nitidamente frutado.
Ficha técnica - G.D. Vajra Dolcetto D'Alba DOC
- Dolcetto
- Carnes vermelhas
- Pizzas
- Risoto de funghi
- Outono
- Inverno
- Jantar Especial
Nossa avaliação
sobre o G.D. Vajra Dolcetto D'Alba DOC
Descrição do produto
G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC.
G.D. Vajra Dolcetto d’Alba é uma homenagem ao varietal que lhe origina. Tipicamente italiana, por muitas vezes a casta Dolcetto foi ignorada e subestimada. Convictos da qualidade da matéria-prima em solo piemontês, a vinícola G.D. Vajra elaborou este tinto extremamente harmônico e gastronomicamente versátil. O nome Dolcetto vem da palavra piemontesa “duset” ou “dosset”. Refere-se às duas colinas onde esta variedade originou-se, mas também à baixa acidez e maciez do varietal, que proporciona um perfil mais suave.
Desfrute do sabor autêntico das uvas da região.
Descubra a essência do G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC.
No coração das belas colinas de Alba, nascem as uvas que compõem o G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC. Com grande dedicação e experiência, nossos viticultores cultivam vinhedos selecionados para criar uma experiência única de sabor. Este vinho expressa a verdadeira essência da região de Piemonte, na Itália, proporcionando uma jornada sensorial incomparável.
Apresentamos a você um vinho tinto intenso e cativante, produzido com uvas Dolcetto cuidadosamente colhidas à mão. Com uma cor rubi profunda e brilhante, este vinho irá cativar seus sentidos desde o primeiro instante. Seu aroma envolvente revela notas de frutas vermelhas maduras, como cerejas e ameixas, complementadas por um toque sutil de especiarias. Cada gole é uma experiência única, transportando você diretamente para as colinas pitorescas da região de Alba.
Acompanhamento perfeito para momentos especiais.
Celebre a vida com G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC.
Imagine-se em um jantar à luz de velas, rodeado por amigos e entes queridos. O G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC é o parceiro perfeito para esses momentos especiais. Sua estrutura equilibrada e taninos suaves se unem em harmonia, proporcionando uma experiência de degustação memorável.
Este vinho versátil combina perfeitamente com uma variedade de pratos. Acompanhe-o com carnes grelhadas, massas com molhos ricos ou queijos macios e delicados. Aproveite a expressão única de sabores e descubra como o G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC eleva a experiência gastronômica a um novo patamar.
Uma obra-prima envelhecida com maestria.
G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC - Uma escolha para os apreciadores exigentes.
A tradição e a paixão pela vinicultura são evidentes em cada garrafa do G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC. Este vinho é envelhecido com maestria em barris de carvalho francês, permitindo que seus sabores e aromas se desenvolvam e se aprimorem ao longo do tempo.
Ao adquirir uma garrafa deste vinho, você está trazendo para casa uma verdadeira obra-prima. Desfrute-o agora para apreciar sua juventude vibrante ou reserve-o para uma ocasião especial e veja como ele evolui e se torna ainda mais sofisticado com o passar dos anos.
Tipo: Tinto Meio Seco
Varietal: Dolcetto
Produtor: Gd Vajra
Terroir: Piemonte | Itália
País: Itália
Safra: Consulte
Teor Alcoólico: 14,5%
Volume: 750ml
Temperatura de Serviço: 14º a 16ºC
Vinicola
A G.D.Vajra é uma tradicional vinícola italiana que produz os emblemáticos vinhos Barolos. Esses vinhos representam a qualidade e a essência da vitivinicultura italiana. Por serem vinhos produzidos a partir da uva Nebbiolo (variedade símbolo da Região de Piemonte), tendem a apresentar maior intensidade e taninos, adquirindo a coloração laranja ao longo do passar dos anos. Para a vinícola, seus vinhos não precisam falar em voz alta ou flexionar os músculos, mas tocarão o coração de todos.
Analise Sensorial
Visual: Coloração vermelho-rubi. Perfeitamente límpido e brilhante.
Olfativo: Um exemplar de grande expressão aromática, onde as notas de frutas negras são predominantes e sutilmente as nuances de especiarias doces e toques florais vão surgindo, aumentando o leque de perfumes que caracterizam o jovem vinho tinto.
Gustativo: No paladar apresenta delicada estrutura, com acidez e taninos perfeitamente integrados. Pronto para o consumo, com retrogosto nitidamente frutado.
Harmonização: Carnes Vermelhas.Pizzas.Risoto de Funghi.
Vinificação: Seleção manual dos cachos;Fermentação alcoólica com temperatura controlada;Remontagens diárias ao longo dos 15 dias de maceração;Descuba;Fermentação malolática;6 meses de maturação em tanques de aço inoxidável;Filtração delicada antes do engarrafamento;Rotulagem e comercialização.
Laudo técnico: Álcool: 14,5%
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).