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G.D. Vajra Dolcetto D'Alba DOC

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - G.D. Vajra Dolcetto D'Alba DOC

Visual

Coloração vermelho-rubi. Perfeitamente límpido e brilhante.

Aromas

Um exemplar de grande expressão aromática, onde as notas de frutas negras são predominantes e sutilmente as nuances de especiarias doces e toques florais vão surgindo.

Paladar

No paladar apresenta delicada estrutura, com acidez e taninos perfeitamente integrados. Pronto para o consumo, com retrogosto nitidamente frutado.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - G.D. Vajra Dolcetto D'Alba DOC

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método Fermentação em inox com maceração de 15 dias e fermentação malolática
Uvas
  • Dolcetto
Região Piemonte, Itália
Volume 750ml
Temperatura 14º a 16ºC
Harmonização
  • Carnes vermelhas
  • Pizzas
  • Risoto de funghi
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o G.D. Vajra Dolcetto D'Alba DOC

Um rubi profundo e brilhante desliza na taça, revelando aromas de frutas negras maduras, delicadas notas de especiarias doces e um toque floral que enriquece o nariz. No paladar, a estrutura é equilibrada: acidez refrescante e taninos suaves se entrelaçam, deixando um retrogosto frutado que convida a mais um gole. O resultado é um vinho fino, com corpo médio, que se apresenta pronto para ser degustado em um jantar especial ou em uma noite de outono.

A produção segue os passos clássicos da vinicultura piemontesa: uvas Dolcetto são selecionadas manualmente, submetidas a 15 dias de maceração e fermentação alcoólica controlada, seguida de fermentação malolática. O vinho amadurece seis meses em tanques de aço inoxidável, preservando a vivacidade dos aromas, antes de passar por filtração delicada. Esse cuidado garante uma bebida com complexidade boa, mas acessível, ideal para quem aprecia um tinto seco com elegância.

O G.D. Vajra, reconhecido por seus Barolos, traz para o Dolcetto d'Alba a mesma tradição e atenção aos detalhes que caracterizam a vinícola. Localizada nas colinas de Piemonte, a vinícola traduz o terroir italiano em cada garrafa, oferecendo um vinho que celebra a autenticidade da região e a paixão pela qualidade.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC.

G.D. Vajra Dolcetto d’Alba é uma homenagem ao varietal que lhe origina. Tipicamente italiana, por muitas vezes a casta Dolcetto foi ignorada e subestimada. Convictos da qualidade da matéria-prima em solo piemontês, a vinícola G.D. Vajra elaborou este tinto extremamente harmônico e gastronomicamente versátil. O nome Dolcetto vem da palavra piemontesa “duset” ou “dosset”. Refere-se às duas colinas onde esta variedade originou-se, mas também à baixa acidez e maciez do varietal, que proporciona um perfil mais suave.

 

Desfrute do sabor autêntico das uvas da região.

 

Descubra a essência do G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC.

No coração das belas colinas de Alba, nascem as uvas que compõem o G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC. Com grande dedicação e experiência, nossos viticultores cultivam vinhedos selecionados para criar uma experiência única de sabor. Este vinho expressa a verdadeira essência da região de Piemonte, na Itália, proporcionando uma jornada sensorial incomparável.

Apresentamos a você um vinho tinto intenso e cativante, produzido com uvas Dolcetto cuidadosamente colhidas à mão. Com uma cor rubi profunda e brilhante, este vinho irá cativar seus sentidos desde o primeiro instante. Seu aroma envolvente revela notas de frutas vermelhas maduras, como cerejas e ameixas, complementadas por um toque sutil de especiarias. Cada gole é uma experiência única, transportando você diretamente para as colinas pitorescas da região de Alba.

 

Acompanhamento perfeito para momentos especiais.

Celebre a vida com G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC.

Imagine-se em um jantar à luz de velas, rodeado por amigos e entes queridos. O G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC é o parceiro perfeito para esses momentos especiais. Sua estrutura equilibrada e taninos suaves se unem em harmonia, proporcionando uma experiência de degustação memorável.

Este vinho versátil combina perfeitamente com uma variedade de pratos. Acompanhe-o com carnes grelhadas, massas com molhos ricos ou queijos macios e delicados. Aproveite a expressão única de sabores e descubra como o G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC eleva a experiência gastronômica a um novo patamar.

 

Uma obra-prima envelhecida com maestria.

G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC - Uma escolha para os apreciadores exigentes.

A tradição e a paixão pela vinicultura são evidentes em cada garrafa do G.D. Vajra Dolcetto d'Alba DOC. Este vinho é envelhecido com maestria em barris de carvalho francês, permitindo que seus sabores e aromas se desenvolvam e se aprimorem ao longo do tempo.

Ao adquirir uma garrafa deste vinho, você está trazendo para casa uma verdadeira obra-prima. Desfrute-o agora para apreciar sua juventude vibrante ou reserve-o para uma ocasião especial e veja como ele evolui e se torna ainda mais sofisticado com o passar dos anos.

 

Tipo: Tinto Meio Seco

Varietal: Dolcetto

Produtor: Gd Vajra

Terroir: Piemonte | Itália

País: Itália

Safra: Consulte

 

Teor Alcoólico: 14,5%

Volume: 750ml

Temperatura de Serviço: 14º a 16ºC

 

Vinicola

A G.D.Vajra é uma tradicional vinícola italiana que produz os emblemáticos vinhos Barolos. Esses vinhos representam a qualidade e a essência da vitivinicultura italiana. Por serem vinhos produzidos a partir da uva Nebbiolo (variedade símbolo da Região de Piemonte), tendem a apresentar maior intensidade e taninos, adquirindo a coloração laranja ao longo do passar dos anos. Para a vinícola, seus vinhos não precisam falar em voz alta ou flexionar os músculos, mas tocarão o coração de todos.

 

Analise Sensorial

Visual: Coloração vermelho-rubi. Perfeitamente límpido e brilhante.

Olfativo: Um exemplar de grande expressão aromática, onde as notas de frutas negras são predominantes e sutilmente as nuances de especiarias doces e toques florais vão surgindo, aumentando o leque de perfumes que caracterizam o jovem vinho tinto.

Gustativo: No paladar apresenta delicada estrutura, com acidez e taninos perfeitamente integrados. Pronto para o consumo, com retrogosto nitidamente frutado.

 

Harmonização: Carnes Vermelhas.Pizzas.Risoto de Funghi.

 

Vinificação: Seleção manual dos cachos;Fermentação alcoólica com temperatura controlada;Remontagens diárias ao longo dos 15 dias de maceração;Descuba;Fermentação malolática;6 meses de maturação em tanques de aço inoxidável;Filtração delicada antes do engarrafamento;Rotulagem e comercialização.

 

Laudo técnico: Álcool: 14,5%

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).