G.D. Vajra Barolo DOCG Albe
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio
G.D. Vajra Barolo DOCG Albe
Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - G.D. Vajra Barolo DOCG Albe
Coloração vermelho-rubi de média intensidade, com delicados reflexos granada.
Repleto de frutas vermelhas, com ênfase em morangos plenamente maduros. Com a evolução em taça, revela notas de tabaco, alcatrão e violetas.
Grandes Barolos são conhecidos pela intensa presença de acidez e taninos, que em conjunto tornam o vinho extremamente marcante e potente. Além disso, estes constituintes contribuem para a longevidade e versatilidade gastronômica.
Ficha técnica - G.D. Vajra Barolo DOCG Albe
- Nebbiolo
- Cordeiro
- Carnes de Caça
- Queijos
- Inverno
- Outono
- Jantar Especial
Nossa avaliação
sobre o G.D. Vajra Barolo DOCG Albe
Descrição do produto
G.D. Vajra Barolo DOCG Albe.
O icônico Barolo Albe DOCG é uma homenagem aos viticultores pioneiros, que nas décadas de 1950 e 1960 perceberam o verdadeiro potencial da região, onde a união de pequenos lotes de vinhedos fez com que o equilíbrio, elegância e longevidade fossem alcançados.
G.D. Vajra Barolo DOCG Albe: Uma Experiência Sensorial Inesquecível!
Delicie-se com o sabor profundo e complexo do Barolo DOCG Albe.
Uma Jornada Aromática pelos Vinhedos da Itália.
Descrição: Bem-vindo(a) ao mundo fascinante do vinho Barolo DOCG Albe da renomada vinícola G.D. Vajra. Este vinho tinto requintado leva você em uma jornada sensorial pelas pitorescas colinas de Langhe, na região do Piemonte, na Itália. Com um equilíbrio perfeito entre tradição e inovação, o Barolo DOCG Albe cativa os sentidos com sua personalidade marcante e complexidade aromática.
• Saboreie as nuances das uvas Nebbiolo cuidadosamente selecionadas, cultivadas em vinhedos orgânicos, que oferecem a expressão máxima dessa variedade.
• Descubra notas envolventes de frutas vermelhas maduras, como cereja e framboesa, combinadas com elegantes toques de especiarias, como alcaçuz e cravo.
• Deleite-se com a estrutura refinada deste vinho de corpo médio para encorpado, que apresenta taninos aveludados e uma acidez vibrante.
• Aprecie a persistência e o final longo deste Barolo DOCG Albe, que deixa uma impressão duradoura em seu paladar.
A Paixão e a Arte da Vinificação por Trás do G.D. Vajra Barolo DOCG Albe.
O Cuidado e a Dedicação da Família Vajra.
O Barolo DOCG Albe é uma obra-prima vinificada pela família Vajra, que há gerações cultiva vinhos premiados com paixão e expertise. Cada garrafa é fruto de um meticuloso processo artesanal, onde tradição e modernidade se encontram.
• Descubra a tradição familiar e a filosofia vitivinícola sustentável que são a base da vinícola G.D. Vajra.
• Conheça o compromisso com a viticultura orgânica e biodinâmica, respeitando o equilíbrio do ecossistema e produzindo vinhos de qualidade excepcional.
• Encante-se com a arte da vinificação, na qual uvas de qualidade excepcional são fermentadas em tanques de aço inoxidável e envelhecidas em barris de carvalho francês.
• Explore a harmonia entre tradição e inovação, resultando em um vinho que preserva a autenticidade de sua origem, ao mesmo tempo em que revela nuances contemporâneas.
Celebre Momentos Especiais com o Barolo DOCG Albe.
Um Vinho para Ocasions Únicas.
O G.D. Vajra Barolo DOCG Albe é a escolha perfeita para celebrar ocasiões especiais e criar memórias inesquecíveis. Permita-se desfrutar desse tesouro vinícola e descubra por que ele é amado por conhecedores de vinho.
Tipo: Tinto Meio Seco
Varietal: Nebbiolo
Produtor: Gd Vajra
Terroir: Piemonte | Itália
País:Itália
Safra: Consulte.
Teor Alcoólico: 13,5%
Volume: 750ml
Temperatura de Serviço: 16º a 18ºC
Maturação: 30 a 36 meses de maturação em barris de carvalho eslavo de grande capacidade (4, 5 e 7,5 mil litros).
Vinícola
A G.D.Vajra é uma tradicional vinícola italiana que produz os emblemáticos vinhos Barolos. Esses vinhos representam a qualidade e a essência da vitivinicultura italiana. Por serem vinhos produzidos a partir da uva Nebbiolo (variedade símbolo da Região de Piemonte), tendem a apresentar maior intensidade e taninos, adquirindo a coloração laranja ao longo do passar dos anos. Para a vinícola, seus vinhos não precisam falar em voz alta ou flexionar os músculos, mas tocarão o coração de todos.
Análise Sensorial
Visual: Coloração vermelho-rubi de média intensidade, com delicados reflexos granada.
Olfativo: Repleto de frutas vermelhas, com ênfase em morangos plenamente maduros. Com a evolução em taça, diversas camadas de aromas são desprendidas, revelando a sutil presença de tabaco e alcatrão. O Bouquet deste exemplar é arrematado por uma elegante presença de violetas.
Gustativo: Grandes Barolos são conhecidos pela intensa presença de acidez e taninos, que em conjunto tornam o vinho extremamente marcante e potente. Além disso, estes constituintes contribuem para a longevidade e versatilidade gastronômica. Um exemplar para os que apreciam vinhos de personalidade forte.
Harmonização: Cordeiro.Carnes de Caça.Queijos.
Vinificação: Colheita manual e seletiva; Seleção manual dos cachos antes do processamento;Fermentação alcoólica com temperatura controlada, ocorrendo de forma individual para cada parcela de vinhedos;Remontagens delicadas, realizadas diariamente ao longo dos 25 dias de maceração; Descuba;Fermentação malolática espontânea; Em média, permanece 8 meses de maturação sobre borras finas em tanques de aço inoxidável;30 a 36 meses de maturação em barris de carvalho eslavo de grande capacidade (4, 5 e 7,5 mil litros);Filtração delicada antes do engarrafamento;Rotulagem e comercialização.
Laudo técnico: Álcool: 13,5%.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).