G.D. Vajra Barolo DOC Bricco Delle Viole
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G.D. Vajra Barolo DOC Bricco Delle Viole
Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - G.D. Vajra Barolo DOC Bricco Delle Viole
Vermelho rubi com reflexos alaranjados
Intenso com notas de frutas vermelhas maduras (cereja e framboesa), aromas terrosos, florais (rosas, lavanda), especiarias (alcaçuz, cravo), anis, maçã caramelizada e incenso.
Vinho encorpado e elegante, com taninos firmes e bem integrados, acidez vibrante e notas de frutas vermelhas, tabaco, trufa e alcatrão.
Ficha técnica - G.D. Vajra Barolo DOC Bricco Delle Viole
- Nebbiolo
- Carnes vermelhas assadas
- Cordeiro
- Queijos maduros
- Inverno
- Outono
- Jantar Especial
Nossa avaliação
sobre o G.D. Vajra Barolo DOC Bricco Delle Viole
Descrição do produto
G.D. Vajra Barolo DOC Bricco delle Viole.
O vinho G.D. Vajra Barolo DOC Bricco delle Viole é uma prestigiosa criação da vinícola italiana G.D. Vajra. Barolo é uma denominação de origem controlada (DOC) da região de Piemonte, conhecida por produzir alguns dos vinhos mais renomados da Itália.
Este vinho é elaborado a partir da uva Nebbiolo, uma casta tinta nobre típica da região de Barolo. A vinha Bricco delle Viole, onde as uvas são cultivadas, é famosa por sua exposição sul-sudeste, o que proporciona um amadurecimento gradual e equilibrado das uvas.
O G.D. Vajra Barolo DOC Bricco delle Viole possui uma cor rubi intensa e profunda, revelando sua concentração e riqueza. No nariz, apresenta uma complexidade aromática notável, com notas de frutas vermelhas maduras, como cereja e framboesa, além de aromas terrosos, florais e de especiarias, como alcaçuz e cravo.
Na boca, é um vinho encorpado e elegante, com taninos presentes e bem integrados, conferindo estrutura e equilíbrio. Sua acidez é vibrante, proporcionando frescor e vivacidade. Os sabores de frutas vermelhas são intensos, acompanhados por nuances de tabaco, trufa e alcatrão, característicos dos melhores Barolos.
Esse vinho é envelhecido em barris de carvalho francês por cerca de 42 meses, o que contribui para sua complexidade e sofisticação. É um vinho que pode ser apreciado agora, mas também possui um grande potencial de guarda, podendo evoluir e desenvolver sabores ainda mais complexos ao longo dos anos.
O G.D. Vajra Barolo DOC Bricco delle Viole é uma excelente escolha para apreciadores de vinhos elegantes e refinados. Harmoniza perfeitamente com pratos à base de carnes vermelhas, especialmente com carnes assadas, cordeiro e queijos maduros. É uma verdadeira expressão do terroir de Barolo e uma experiência sensorial única para os amantes do vinho.
Tipo: Tinto
Varietal: Nebbiolo
Produtor: Gd Vajra
Terroir: Piemonte - Itália
País: Itália
Safra:Consulte.
Teor Alcoólico: 14,5%.
Volume: 750ml
Vinícola
A G.D.Vajra é uma tradicional vinícola italiana que produz os emblemáticos vinhos Barolos. Esses vinhos representam a qualidade e a essência da vitivinicultura italiana. Por serem vinhos produzidos a partir da uva Nebbiolo (variedade símbolo da Região de Piemonte), tendem a apresentar maior intensidade e taninos, adquirindo a coloração laranja ao longo do passar dos anos. Para a vinícola, seus vinhos não precisam falar em voz alta ou flexionar os músculos, mas tocarão o coração de todos.
Análise Sensorial
Visual:Vermelho alaranjado
Olfativo:Apresenta um buque intenso de frutas negras e vermelhas, traz aroma de rosas anis, lavanda, maçã caramelizada, incenso.
Gustativo: Vinho equilibrado e elegante, apresenta frutas vermelhas que se estruturam com taninos firmas e mineralidade.
Harmonização: Presunto Parma.Carnes de Caça.
Premiação:
- G.D. Vajra Barolo DOC Bricco Delle Viole - Gd Vajra - 2016 - Itália - 97 pontos- James Suckling - 2020 - 97+ pontos;
- G.D. Vajra Barolo DOC Bricco Delle Viole - Gd Vajra - 2016 - Itália - 97+ pontos - Gary Walsh - The wine front - 2020 - 96 pontos;
- G.D. Vajra Barolo DOC Bricco Delle Viole - Gd Vajra - 2016 - Itália - 96 pontos - Bruce Sanderson - Wine Spectator.
Vinificação: Seleção manual dos cachos;Vinificação tradicional por 58 dias com extenso período de maceração;Fermentação malolática espontânea em tanques de aço inoxidável;25 meses em barris eslovenos de 25 e 50 hL;Estabilização;Engarrafamento.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).