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Logo da marca Estância das Oliveiras Estância das Oliveiras Azeite de Oliva Extra Virgem Galega Cerâmica 250ml

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Elaborado pela premiada Estância das Oliveiras em Viamão, este azeite extravirgem monovarietal da variedade Galega destaca-se pelo perfil suave, aromático e equilibrado. Cultivado no terroir gaúcho com extração a frio na própria propriedade, apresenta notas florais e frutadas que entregam um paladar macio e envolvente. É a escolha perfeita para acompanhar peixes, saladas leves e queijos frescos com elegância e delicadeza.
Preço normal R$ 169,00
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Estância das Oliveiras Azeite de Oliva Extra Virgem Galega Cerâmica 250ml

Estância das Oliveiras Azeite de Oliva Extra Virgem Galega Cerâmica 250ml

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Estância das Oliveiras Azeite de Oliva Extra Virgem Galega Cerâmica 250ml

Visual

Azeite de oliva extra virgem em garrafa de cerâmica.

Aromas

O aroma é floral e doce, com figo, mel, maçã dourada, banana, amêndoa verde e goiaba, e um fundo de frutas secas, especiarias e erva-doce.

Paladar

Na boca é macio e envolvente, de amargor discreto e picância delicada.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Estância das Oliveiras Azeite de Oliva Extra Virgem Galega Cerâmica 250ml

Tipo Azeite de oliva extra virgem
Método Extração a frio na própria propriedade
Uvas
  • Galega
Região Viamão – Rio Grande do Sul
Volume 250ml
Harmonização
  • Peixes
  • Saladas de folhas suaves
  • Queijos frescos
  • Legumes no vapor
  • Pães
Ocasião
  • Verão
  • Primavera
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Estância das Oliveiras Azeite de Oliva Extra Virgem Galega Cerâmica 250ml

O Azeite de Oliva Extra Virgem Galega da Estância das Oliveiras destaca-se por sua suavidade e perfil aromático envolvente, sendo ideal para quem aprecia delicadeza e equilíbrio. No olfato, revela notas florais e doces que remetem a figo, mel, maçã dourada, banana, amêndoa verde e goiaba, complementadas por um fundo sutil de frutas secas, especiarias e erva-doce. Em boca, apresenta-se macio e fluido, com um amargor discreto e uma picância delicada que conferem harmonia ao conjunto, tornando-se uma escolha excelente para acompanhar peixes, saladas de folhas suaves, queijos frescos, legumes no vapor e pães.

Elaborado a partir da variedade monovarietal Galega — de origem portuguesa e tradicionalmente reconhecida pela baixa agressividade e excelente delicadeza aromática —, este azeite passa por um cuidadoso processo de extração a frio que preserva integralmente suas propriedades sensoriais. O método garante a pureza e a frescura típicas de um azeite extra virgem de alta qualidade, mantendo intactas as características que tornam essa variedade tão apreciada para o consumo cotidiano e para a finalização de pratos leves.

Produzido pela Estância das Oliveiras em Viamão, no Rio Grande do Sul, este rótulo carrega a identidade de um projeto familiar que nasceu da pesquisa e da adaptação de oliveiras ao terroir gaúcho. Apresentado em uma charmosa garrafa de cerâmica que protege o conteúdo da luz e preserva suas qualidades, o azeite reflete a dedicação de uma propriedade reconhecida pela excelência em seus processos, convidando o consumidor a apreciar a autenticidade e a origem de um produto genuinamente brasileiro.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

O Galega da Estância das Oliveiras é o mais suave e aromático da linha, com frutado, picância e amargor equilibrados. O aroma é floral e doce, com figo, mel, maçã dourada, banana, amêndoa verde e goiaba, e um fundo de frutas secas, especiarias e erva-doce.

Na boca é macio e envolvente, de amargor discreto e picância delicada. É o azeite mais acessível da linha para quem está começando a explorar extra virgens de qualidade.

Harmoniza com peixes, saladas de folhas suaves, queijos frescos, legumes no vapor e receitas leves do dia a dia. Também é excelente sobre pães e em preparações à base de tomate.

Originária de Portugal, a Galega é conhecida pelo perfil frutado, floral e de baixa agressividade — uma variedade tradicionalmente associada a azeites de consumo cotidiano com boa delicadeza aromática. Na Estância das Oliveiras, ela é cultivada em Viamão e processada por extração a frio na própria propriedade.

Ficha técnica
Variedade: Galega (monovarietal)
Tipo: Azeite de oliva extra virgem premium
Intensidade: Médio intenso
Notas sensoriais: floral, figo, mel, maçã dourada, banana, amêndoa verde, goiaba, frutas secas, especiarias, romã, erva-doce
Região: Viamão – Rio Grande do Sul
Volume: 250 ml
Embalagem: garrafa de cerâmica
Safra: Consulte a safra disponível

A Estância das Oliveiras fica em Viamão, a cerca de 30 km de Porto Alegre, e nasceu de um projeto de pesquisa familiar que testou dezenas de variedades até identificar as que melhor se adaptaram ao terroir gaúcho. A produção comercial começou em 2019 e hoje reúne cerca de 5.000 oliveiras, com colheita e extração a frio feitas na própria propriedade. É uma das marcas brasileiras mais premiadas em concursos internacionais de azeite.

A vinícola

Sobre a Estância das Oliveiras

Estância das Oliveiras

Excelência em azeites extravirgens brasileiros, do campo à sua mesa.

Localizada em Viamão (RS), na região metropolitana de Porto Alegre, a Estância das Oliveiras é uma das referências na olivicultura nacional. Com um projeto agrícola cuidadosamente planejado e manejo sustentável, a marca se dedica à produção de azeites de oliva extravirgens de altíssima qualidade, que expressam com autenticidade o terroir gaúcho.

Na Estância, o cuidado começa no cultivo: as oliveiras são plantadas em solos bem manejados e colhidas no ponto ideal de maturação. A extração é feita a frio e de forma imediata, utilizando tecnologia de ponta em processo contínuo, o que preserva os compostos aromáticos e antioxidantes naturais das azeitonas. O resultado são azeites frescos, puros e com perfil sensorial marcante — cada rótulo refletindo o equilíbrio entre tradição, inovação e identidade brasileira.

A linha da Estância das Oliveiras conta com blends exclusivos e monovarietais, como Arbequina e Koroneiki, oferecendo diferentes intensidades e aromas para agradar a diversos perfis de paladar. Outro diferencial está nas embalagens: além das versões em vidro escuro, ideais para o dia a dia, a marca também aposta em garrafas de cerâmica opaca, que protegem o azeite da luz e ajudam a preservar sua qualidade por mais tempo, aliando funcionalidade e sofisticação.

Reconhecida por sua consistência e compromisso com a excelência, a Estância das Oliveiras conquista não apenas prêmios, mas também a confiança de consumidores que valorizam o sabor, a origem e o cuidado por trás de cada detalhe. Seja para uso cotidiano ou ocasiões especiais, seus azeites são uma celebração da qualidade produzida no sul do Brasil.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).