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Logo da marca Miolo Miolo Terranova Espumante Moscatel

Fora de estoque

Elaborado pelo método Asti com uvas Moscato do Vale do São Francisco, este espumante da Miolo encanta pela leveza e frescor. Com notas aromáticas de jasmim, flores brancas e mel, oferece um paladar doce e jovial, ideal para harmonizar com sobremesas à base de frutas ou queijos frescos. É a escolha perfeita para celebrar momentos descontraídos sob o sol.
 
 
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Miolo Terranova Espumante Moscatel - Miolo - Espumantes do Sul

Miolo Terranova Espumante Moscatel

Preço normal R$ 59,80
Preço normal R$ 59,80 Preço promocional
OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Miolo Terranova Espumante Moscatel

Visual

Cor amarelo-esverdeada clara, perlage fino, intenso e persistente que termina com ótima coroa.

Aromas

Aroma intenso, fresco e típico, com notas de jasmim e outras flores brancas, guaraná, cítricos e mel.

Paladar

Leve e doce ao paladar, com um final de boca jovial e refrescante.

Acidez
Refrescante
Corpo
Leve
Doçura
Doce
Complexidade
Simples

Ficha técnica - Miolo Terranova Espumante Moscatel

Tipo Espumante Moscatel
Método Asti
Uvas
  • Moscato
Região Vale do São Francisco/BA
Volume 750ml
Temperatura 4 a 6°C
Harmonização
  • Frutas frescas
  • Sobremesas à base de frutas
  • Queijos frescos
Ocasião
  • Verão
  • Primavera
  • Celebração
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Miolo Terranova Espumante Moscatel

O Miolo Terranova Espumante Moscatel apresenta uma coloração amarelo-esverdeada clara e um perlage fino, intenso e persistente, que culmina em uma bela coroa de espuma. No nariz, revela um perfil aromático fresco e marcante, destacando notas de jasmim, flores brancas, guaraná, toques cítricos e um delicado fundo de mel. Em boca, é uma bebida leve e naturalmente doce, equilibrada por um frescor vibrante que torna o final de cada taça jovial e muito convidativo.

Este espumante é elaborado pelo método Asti, um processo técnico que preserva a pureza e o frescor característicos da uva Moscato. A fermentação ocorre em autoclaves, onde a temperatura controlada e a interrupção estratégica do processo garantem a doçura natural e a formação das bolhas delicadas. Por ser uma bebida de graduação alcoólica moderada e sem envelhecimento, mantém-se fiel à fruta, oferecendo uma experiência de consumo descomplicada e muito agradável.

Produzido pela Miolo no Vale do São Francisco, na Bahia, este rótulo expressa a singularidade do terroir tropical e semiárido brasileiro. A colheita manual e seletiva reflete o cuidado da vinícola em cada etapa da elaboração. É uma escolha versátil para os dias de sol, sendo um excelente acompanhamento para frutas frescas, sobremesas à base de frutas, queijos de massa mole ou simplesmente para celebrar momentos de descontração com leveza.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale do São Francisco/BA
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Verão
  • Primavera
  • Celebração
Para saber mais

Descrição do produto

Espumante natural elaborado, pelo processo italiano Asti, com uvas Moscato, cultivadas no Vale do São Francisco/BA. É um vinho espumante para sobremesa, mas também pode ser servido como aperitivo. É uma bebida típica do Verão (de baixa graduação alcoólica) que encanta pelo seu aroma floral e seu fácil paladar, doçura e leveza em boca.

 

Ficha Técnica

VINHA

Região: Vale do São Francisco/BA

Solo: Arenoargiloso de topografia plana

Clima: Tropical e semiárido

Variedade(s): Moscato

Colheita: Manual e seletiva

 

VINIFICAÇÃO

- Desengace total dos cachos, com leve aperto dos grãos de uva;

- Maceração pelicular a frio, por 5 horas, em prensa pneumática totalmente inertizada;

- Prensagem, rápida e protegida do oxigénio, em prensa pneumática com rendimento de 60% em mosto flor;

- Clarificação estática do mosto flor, a frio;

- Fermentação alcoólica em autoclave aberto, a uma temperatura de 12°C; quando o mosto chega à graduação alcoólica de 6% vol. o autoclave é fechado e tem início o processo de formação da espuma e aumento da pressão que chega a 6 kg/cm2; quando o autoclave chega a 6 kg/cm2 de pressão, a graduação alcoólica ronda os 7,5% vol. e é iniciado o processo de refrigeração até -3°C, o qual interrompe imediatamente a fermentação e deixa o teor de açúcar em torno de 70 g/l;

- O autoclave fica 15 dias a esta temperatura negativa para ocorrer a precipitação dos sais tartáricos, sendo logo depois filtrado;

- Engarrafamento isobárico; sai para o mercado imediatamente sem qualquer tipo de envelhecimento.

 

ANÁLISE SENSORIAL

Visão: Cor amarelo-esverdeada clara, perlage fino, intenso e persistente que termina com ótima coroa.

Olfato: Aroma intenso, fresco e típico, com notas de jasmim e outras flores brancas, guaraná, cítricos e mel.

Gosto: Leve e doce ao paladar, com um final de boca jovial e refrescante.

 

SERVIÇO E HARMONIZAÇÃO

Serviço: A temperatura ideal é de 4 a 6°C.

Harmonização: Frutas frescas como morango, uvas, carambola, romã, abacaxi, pitanga, salada de frutas, abusando de laranja com folhas de hortelã. Merengues, tortas de limão, sorvetes de frutas cítricas, geleias de laranja com queijos frescos de massa mole, bolos de casamento recheados de frutas, gelatinas e suflê de limão. Harmoniza também com amigos e descontração.

A vinícola

Sobre a Miolo

A Vinícola Miolo é uma das maiores referências da vitivinicultura brasileira, com mais de um século de história que começou com Giuseppe Miolo, imigrante italiano que chegou ao Vale dos Vinhedos em 1897. Hoje, a Miolo Wine Group reúne vinhedos em quatro regiões vitivinícolas do Brasil: Vale dos Vinhedos (RS), Campanha Meridional (RS), Campos de Cima da Serra (RS) e Vale do São Francisco (BA).

Com produção diversificada, a Miolo é conhecida por seus espumantes premiados, vinhos finos e sucos de uva 100% integrais. Linhas como Miolo Cuvée Tradition, Reserva, Terroir e Lote 43 destacam-se pela qualidade reconhecida no Brasil e no exterior. Os espumantes, elaborados pelos métodos Charmat e Tradicional, são presença garantida em celebrações de todo o país.

Descubra a Vinícola Miolo e viva experiências únicas no Vale dos Vinhedos: tours guiados, degustações harmonizadas, cursos de degustação, piqueniques e visitas ao icônico vinhedo Lote 43. Um convite para brindar com quem valoriza tradição, inovação e a autenticidade do vinho brasileiro.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).