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Logo da marca Peterlongo Peterlongo Presence Espumante Moscatel Rosé

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O Peterlongo Presence Moscatel Rosé é um espumante delicado e envolvente, elaborado pelo método Asti com uvas Moscato de Hamburgo. Com sua coloração rosada e perlage persistente, revela aromas de frutas vermelhas e um sutil toque de mel, equilibrando doçura e frescor. É a escolha ideal para brindar com leveza nos dias de primavera e verão.
 
 
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Peterlongo Presence Espumante Moscatel Rosé - Peterlongo - Espumantes do Sul

Peterlongo Presence Espumante Moscatel Rosé

Preço normal R$ 66,50
Preço normal R$ 66,50 Preço promocional R$ 72,60
8% OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Peterlongo Presence Espumante Moscatel Rosé

Visual

Apresenta-se límpido e brilhante, com coloração rosada. Borbulhas finas e numerosas contribuem para um perlage delicado e persistente.

Aromas

Boa intensidade e fineza aromática, lembrando frutas vermelhas como morango, amora e framboesa, com um sutil toque de mel.

Paladar

Suave, porém equilibrado. Harmonia entre açúcar e acidez, retrogosto intenso e agradável. Excelente frescor, cremosidade e intensidade.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Peterlongo Presence Espumante Moscatel Rosé

Tipo Espumante Moscatel
Método Asti
Uvas
  • Moscato de Hamburgo
Volume 750ml
Temperatura 6 a 8°C
Harmonização
  • Frutas Frescas
  • Torta de Limão
  • Sorvetes
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Celebração
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Peterlongo Presence Espumante Moscatel Rosé

Peterlongo Presence Espumante Moscatel Rosé desliza pelo paladar com um brilho rosado e um perlage delicado, revelando aromas de morango, amora e framboesa, suavizados por um toque de mel. A combinação de doçura equilibrada com uma acidez refrescante cria um frescor intenso que deixa um retrogosto agradável e persistente. Cada gole oferece uma experiência leve e aromática, perfeita para celebrar momentos de alegria.

O espumante é elaborado pelo método Asti, utilizando a variedade Moscato de Hamburgo. As uvas são fermentadas em tanques de aço inoxidável a baixa temperatura, preservando os aromas primários da uva e garantindo um perfil frutado e doce. O contato controlado com leveduras confere ao produto um perlage fino e consistente, enquanto a leveza do corpo mantém a bebida elegante e acessível.

Produzido pela renomada vinícola Peterlongo, o Presence Moscatel Rosé carrega a tradição e a atenção aos detalhes que caracterizam a marca. Sua origem, embora não especificada, reflete o compromisso da Peterlongo com qualidade e inovação, tornando-o um convite para desfrutar de momentos especiais em qualquer celebração de primavera ou verão.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

ESPUMANTE PRESENCE MOSCATEL ROSÉ

Espumante límpido e de cor atraente. O perlage é intenso e consistente, com aromas frutados e doces. Elaborado a partir da variedade Moscato de Hamburgo, fermentado em tanques de aço inoxidável, a baixa temperatura com leveduras selecionadas específicas para que o produto reserve aromas primários da variedade.

 

PREMIAÇÕES RECENTES

  • Duplo Ouro - La Mujer Elige | 2016

  • Grande Ouro - Vinus | 2016

  • Ouro - Bruxelas | 2016

 

Ficha Técnica

Uvas: Moscato de Hamburgo

Álcool: 7,5%Vol.

Método: Asti (Moscatel)

 

Características Sensoriais

Visual: Apresenta-se límpido e brilhante, com coloração rosada. Borbulas finas e numerosas contribuem para um perlage delicado e persistente.

Olfato: Boa intensidade e fineza aromática, lembrando frutas vermelhas como morango, amora e framboesa, com um sutil toque de mel.

Paladar: Suave, porém equilibrado. Harmonia entre açúcar e acidez, retrogosto intenso e agradável. Excelente frescor, cremosidade e intensidade.

A vinícola

Sobre a Peterlongo

A Vinícola Peterlongo é um verdadeiro ícone da Serra Gaúcha e do espumante brasileiro. Fundada em 1915, em Garibaldi, foi pioneira na elaboração de espumantes pelo método Champenoise no Brasil, sendo até hoje reconhecida como a única vinícola brasileira autorizada a usar o termo “Champagne” em seus rótulos na época em que a marca começou sua história.

A Peterlongo produz espumantes e vinhos finos que unem tradição centenária, tecnologia moderna e respeito ao terroir da região. Rótulos como Presence Brut, Elegance Moscatel e o icônico Armando Peterlongo são exemplos do cuidado na elaboração, com borbulhas delicadas, frescor marcante e personalidade única.

Descubra a Peterlongo e viva a história do espumante nacional com visitas guiadas às caves históricas, degustações harmonizadas e experiências exclusivas em um dos cenários mais charmosos de Garibaldi — uma combinação de legado, qualidade e inovação em cada taça.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).