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Logo da marca Guatambu Guatambu Isadora Espumante Nature Rosé

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Guatambu Isadora Espumante Nature Rosé - Guatambu - Espumantes do Sul

Guatambu Isadora Espumante Nature Rosé

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Guatambu Isadora Espumante Nature Rosé

Visual

Cor rosa chá, perlage delicada e coroa cremosa.

Aromas

Morango, framboesa, toque de presunto defumado e fundo floral.

Paladar

Em boca, percebe-se notas cítricas e de frutas vermelhas, com final longo e refrescante.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Guatambu Isadora Espumante Nature Rosé

Tipo Espumante Nature Rosé
Método Tradicional
Uvas
  • Chardonnay
  • Pinot Noir
Região Campanha Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 6 a 8°C
Harmonização
  • Frutos do Mar
  • Peixes
  • Entradas Leves
Ocasião
  • Recepção
  • Jantar Especial
  • Verão
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Guatambu Isadora Espumante Nature Rosé

Um espumante Nature Rosé que convida ao instante de celebração, com uma delicada cor rosa‑chá que reflete a leveza de seu corpo. Nas primeiras notas, surgem aromas de morango e framboesa, seguidos por um toque sutil de presunto defumado que se mistura a um fundo floral. Na boca, a acidez refrescante e as notas cítricas equilibram as frutas vermelhas, resultando em um final longo, elegante e convidativo.

O rótulo foi elaborado pelo método champenoise, onde a segunda fermentação ocorre na própria garrafa, sem a adição de licores de expedição, conferindo ao espumante seu caráter Nature. A combinação de uvas Chardonnay e Pinot Noir confere complexidade e um leve toque de estrutura, enquanto a perlage delicada e a coroa cremosa completam a experiência.

Produzido pela vinícola Guatambu, localizada na Campanha Gaúcha, este espumante carrega a identidade de um terroir que valoriza a tradição e a qualidade. Ideal para recepções, jantares especiais ou momentos de puro prazer no verão, ele celebra a essência da região e a paixão da vinícola por criar rótulos que contam uma história em cada taça.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Espumante  Isadora Nature Rosé Guatambu 750ml 

 

O espumante foi elaborado com as melhores parcelas das uvas Chardonnay e Pinot Noir da safras 2018 e já nasceu premiado. Elaborado pelo método champenoise, onde a segunda

fermentação acontece na própria garrafa, apresenta extremo equilíbrio e delicadeza, sendo que não recebeu o licor de expedição, por isso é considerado Nature, justamente ao

estilo que Isadora apreciava. Um espumante muito elegante com delicada cor rosa chá, aromas de morango e framboesa e um leve toque de presunto defumado, com fundo floral.

Exibe uma delicada perlage e coroa cremosa. Em boca, percebe-se notas cítricas e de frutas vermelhas, com final longo e refrescante. Umespumante para rememorar!

91 pontos Guia Adega 2019/2020

91 pontos, Melhores da Campanha Gaúcha no Guia Descorchados 2020. 

A vinícola

Sobre a Guatambu

A Vinícola Guatambu é uma vinícola familiar e boutique localizada em Dom Pedrito, na Campanha Gaúcha. Com origens no agronegócio familiar desde 1958, iniciou sua atuação vitivinícola em 2003 e inaugurou sua moderna estrutura em 2013, produzindo em pequena escala vinhos finos e espumantes de forma sustentável, com 100% de energia solar.

Seus rótulos se destacam por clareza aromática, frescor e expressão do terroir campestre. A linha Rastros do Pampa, além de vinhos varietais como Tannat, Merlot e Cabernet Sauvignon, merecem destaque, assim como espumantes elaborados pelo método tradicional e Charmat — todos produzidos com uvas viníferas selecionadas.

Descubra a Guatambu e envolva-se em uma experiência imersiva que combina produção artesanal, contato com a natureza e enoturismo premium: visitas guiadas pela vinícola, degustações com harmonização regional, piqueniques, cavalgadas e eventos em um cenário cinematográfico, tudo isso em uma região de beleza rara e forte identidade gaúcha.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).