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Logo da marca Peterlongo Peterlongo Privilege Espumante Extra Brut

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O Peterlongo Privilege Extra Brut é uma expressão refinada da Serra Gaúcha, elaborado pelo método tradicional com 18 meses de maturação sobre as leveduras. Este espumante de Chardonnay e Pinot Noir revela um perlage fino e aromas complexos de pão torrado e amêndoas. Com paladar cremoso e refrescante, é a escolha ideal para elevar celebrações e harmonizar com frutos do mar em dias de sol.
 
 
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Peterlongo Privilege Espumante Extra Brut - Peterlongo - Espumantes do Sul

Peterlongo Privilege Espumante Extra Brut

Preço normal R$ 134,90
Preço normal R$ 134,90 Preço promocional R$ 171,10
21% OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Peterlongo Privilege Espumante Extra Brut

Visual

Apresenta aspecto visual límpido, com coloração amarelo ouro. Perlage fino, rico e intenso.

Aromas

Aromas de média evolução, com boa complexidade e fineza, lembrando amêndoas, pão torrado e manteiga.

Paladar

Harmônico, com moderada quantidade de açúcar e equilíbrio entre acidez e álcool, o que lhe proporciona boa maciez e cremosidade.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Peterlongo Privilege Espumante Extra Brut

Tipo Espumante Extra Brut
Método Tradicional
Uvas
  • Chardonnay
  • Pinot Noir
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 6 a 8°C
Harmonização
  • Frutos do Mar
  • Peixes
  • Entradas Leves
Ocasião
  • Recepção
  • Jantar Especial
  • Primavera
  • Verão
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Peterlongo Privilege Espumante Extra Brut

Peterlongo Privilege Espumante Extra Brut apresenta um dourado amarelo‑ouro que cintila em taças frias, revelando um perlage fino e persistente que dança delicadamente na superfície. No aroma, a combinação de amêndoas tostadas, pão torrado e manteiga se mistura a notas de frutas maduras, convidando a uma experiência sensorial equilibrada. No paladar, a secura típica do Extra Brut se harmoniza com uma leve amêndoa, mantendo a acidez refrescante e um corpo médio que confere maciez e cremosidade ao final.

A produção segue o tradicional método Champenoise: cachos são cuidadosamente selecionados, prensados suavemente e fermentados em tanques de aço inoxidável com leveduras escolhidas. O assemblage de Chardonnay e Pinot Noir busca a harmonia perfeita entre as duas variedades, e a segunda fermentação na garrafa, em ambiente controlado, permite que o espumante permaneça em contato com as leveduras por 18 meses, enriquecendo-o com complexidade e nuances de autólise. Após a maturação, a liberação de sedimentos e a adição do licor de expedição finalizam o rótulo com finesse.

O espumante nasce na renomada vinícola Peterlongo, localizada na Serra Gaúcha, região que confere ao vinho um terroir caracterizado por solos bem drenados e clima ameno. A tradição e a atenção aos detalhes da vinícola traduzem-se em um produto que celebra a elegância do espumante brasileiro, perfeito para receber convidados, celebrar momentos especiais ou acompanhar frutos do mar e entradas leves em dias de primavera e verão.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

ESPUMANTE PRIVILEGE EXTRA-BRUT

O Champagne Privilege Peterlongo Extra Brut é elaborado pelo processo Champenoise, com uvas da variedade Chardonnay e Pinot Noir e leveduras selecionadas, respeitando os mais altos padrões de qualidade, chega a mesa dos consumidores após 18 meses de autólise.
Com coloração amarelo ouro, de perlage fino e delicado com excelente persistência. Possui aroma intenso lembrando pão torrado e frutas maduras. Ao paladar é seco, equilibrado com sabor levemente amendoado.

 

Ficha Técnica

Uvas: Chardonnay e Pinot Noir
Alcool: 12,5% Vol
Açúcares Residuais: 4g/L

Vinhedos: Serra Gaúcha/RS/Brasil
Sistema de Produção: Espaldeira Simples
Densidade: 4000 plantas/ha
Carga de Gemas: 50.000/ha
Colheita: Manual e Seletiva

Elaboração:
Inicialmente é realizada uma seleção de cachos em mesa selecionadora. Após é feita a prensagem direta em prensa pneumática. Em seguida o vinho base é fermentado em tanques de aço inoxidável com leveduras selecionadas e controle de temperatura. O assemblage é elaborado com proporções harmônicas dos vinhos Chardonnay e Pinot Noir, buscando o equilíbrio entre as duas variedades. O espumante é elaborado pelo Método Tradicional (Champenoise), onde a tomada de espuma é realizada na garrafa, em ambiente com temperatura controlada em torno de 12-14oC. Após a fermentação, o espumante permanece na cave subterrânea em contato com as leveduras por 18 meses, adquirindo complexidade e aromas maduros advindos do processo de autólise das leveduras. Após o período de maturação e autólise, separam-se os sedimentos de levedura depositados na garrafa e adiciona-se o licor de expedição, dando o acabamento ao espumante.

 

Características Sensoriais

Visual: Apresenta aspecto visual límpido, com coloração amarelo ouro. Perlage fino, rico e intenso.

Olfato: Aromas de média evolução, com boa complexidade e fineza, lembrando amêndoas, pão torrado e manteiga.

Paladar: Harmônico, com moderada quantidade de açúcar e equilíbrio entre acidez e álcool, o que lhe proporciona boa maciez e cremosidade.

A vinícola

Sobre a Peterlongo

A Vinícola Peterlongo é um verdadeiro ícone da Serra Gaúcha e do espumante brasileiro. Fundada em 1915, em Garibaldi, foi pioneira na elaboração de espumantes pelo método Champenoise no Brasil, sendo até hoje reconhecida como a única vinícola brasileira autorizada a usar o termo “Champagne” em seus rótulos na época em que a marca começou sua história.

A Peterlongo produz espumantes e vinhos finos que unem tradição centenária, tecnologia moderna e respeito ao terroir da região. Rótulos como Presence Brut, Elegance Moscatel e o icônico Armando Peterlongo são exemplos do cuidado na elaboração, com borbulhas delicadas, frescor marcante e personalidade única.

Descubra a Peterlongo e viva a história do espumante nacional com visitas guiadas às caves históricas, degustações harmonizadas e experiências exclusivas em um dos cenários mais charmosos de Garibaldi — uma combinação de legado, qualidade e inovação em cada taça.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).