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Logo da marca Chandon Espumante Demi Sec Riche Chandon - Caixa com 6 x 750ml

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Espumante Demi Sec Riche Chandon - Caixa com 6 x 750ml - Chandon - Espumantes do Sul

Espumante Demi Sec Riche Chandon - Caixa com 6 x 750ml

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Espumante Demi Sec Riche Chandon - Caixa com 6 x 750ml

Visual

Apresenta uma cor amarela dourada, uma espuma abundante com formação de um colarinho bem definido e borbulhas finas, numerosas.

Aromas

Os aromas lembram doce de laranja e frutas secas como uva passa, figo com toques de mel.

Paladar

No paladar, após um ataque de boa acidez, uma sensação de cremosidade oriunda da maciez conferida pelo vinho base e pelo licor revela a harmonia e a complexidade deste sutil equilíbrio.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Espumante Demi Sec Riche Chandon - Caixa com 6 x 750ml

Tipo Espumante Demi Sec
Método Charmat
Uvas
  • Riesling Itálico
  • Chardonnay
  • Pinot Noir
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 6 a 8°C
Harmonização
  • Sobremesas
  • Queijos de mofo azul
  • Massas com molho branco
  • Frutos do mar
Ocasião
  • Recepção
  • Primavera
  • Verão
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Espumante Demi Sec Riche Chandon - Caixa com 6 x 750ml

Um espumante que mistura o frescor do Riesling Itálico com a fruta do Chardonnay e a estrutura do Pinot Noir. Em copo, revela uma cor amarela dourada e uma espuma abundante, com borbulhas finas que se espalham como um colarinho bem definido. Os aromas convidam ao doce de laranja, figo e mel, enquanto a boca apresenta acidez equilibrada e uma cremosa suavidade que mantém a harmonia e a complexidade.

Produzido pelo método Charmat, o Riche é resultado de um cuidadoso assemblage das três uvas, permitindo que cada uma contribua para o perfil final. O tempo de contato com leveduras confere ao espumante sua textura aveludada, enquanto o nível demi‑sec oferece um toque de doçura que complementa a acidez refrescante.

Origem na Serra Gaúcha, a vinícola Chandon traz tradição e inovação, criando rótulos que celebram a primavera e o verão. Ideal para recepções e encontros casuais, o Riche se destaca como um convite à convivialidade, acompanhando sobremesas, queijos de mofo azul ou pratos leves com molho branco.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Espumante Demi Sec Riche ChandoChandon 750ml.

 

Garibaldi(RS).

 

Levemente suave, o Chandon Riche harmoniza o frescor do Riesling Itálico com os aromas frutados do Chardonnay e cresce em complexidade e maciez com a típica estrutura do Pinot Noir.

 

Elaborado a partir de um “assemblage” das variedades Riesling Itálico, Chardonnaye e Pinot Noir.

 

Apresenta uma cor amarela dourada, uma espuma abundante com formação de um colarinho bem definido e borbulhas finas, numerosas.

 

Os aromas lembram doce de laranja e frutas secas como uva passa, figo com toques de mel.

 

No paladar, após um ataque de boa acidez, uma sensação de cremosidade oriunda da maciez conferida pelo vinho base e pelo licor revela a harmonia e a complexidade deste sutil equilíbrio.

 

Acompanha as sobremesas, tortas e bolos, sorvete de creme, patês e mousses, queijos de mofo azul, peixes servidos com molhos mais ricos em manteiga e massas com molho branco.

 

É também uma opção interessante para o aperitivo.

 

 

 

Características Sensoriais:

Visual Apresenta uma cor amarela dourada, uma espuma abundante com formação de um colarinho bem definido e borbulhas finas, numerosas.

 

Olfato Os aromas lembram doce de laranja e frutas secas como uva passa, figo com toques de mel.

 

Paladar Após um ataque de boa acidez, uma sensação de cremosidade oriunda da maciez conferida pelo vinho base e pelo licor revela a harmonia e a complexidade deste sutil equilíbrio.      

 

 

 

Harmonização:

Harmonização Aperitivos e entradas Frutos do mar (molhos mais gordurosos);

 

Massas e risotos (molho branco, de queijo);

 

Carnes brancas, aves (molhos agridoces);

 

Sobremesas Queijos de mofo azul (gorgonzola, roquefort);

 

Patês e mousses de entrada Pratos com molhos agri-doce ou picante Torta de maçã.

A vinícola

Sobre a Chandon

A Chandon Brasil é a pioneira na produção de espumantes premium no país, com mais de 50 anos de história. Localizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, combina tradição francesa com o potencial único do terroir brasileiro, produzindo rótulos reconhecidos pela elegância, frescor e qualidade constante.

A marca cultiva vinhedos próprios em altitudes privilegiadas, com uvas cuidadosamente selecionadas, resultando em espumantes elaborados pelo método Charmat Longo, que garante borbulhas finas, aromas delicados e paladar equilibrado. Entre os destaques estão o Chandon Réserve Brut, Chandon Passion e Chandon Rosé, perfeitos para brindar momentos especiais.

Descubra a Chandon Brasil e celebre com um espumante que traduz o melhor da tradição francesa adaptada ao solo brasileiro, unindo sofisticação, inovação e o prazer de viver cada brinde.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).