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Logo da marca Maximo Boschi Maximo Boschi Amalteia Brut Rosé

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Preço normal R$ 99,90 Preço promocional R$ 102,50
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Maximo Boschi Amalteia Brut Rosé - Maximo Boschi - Espumantes do Sul

Maximo Boschi Amalteia Brut Rosé

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Maximo Boschi Amalteia Brut Rosé

Visual

Rosé de média intensidade, mesclando vermelho cereja com fundo de salmão, perlage fino e persistente com coroa espessa e duradoura.

Aromas

Intenso, revelando notas de frutas vermelhas como cassis fresco e cereja, combinados ao sutil toque de confeitaria.

Paladar

Equilibra perfeitamente a acidez com os taninos, de boa persistência gustativa, seu retrogosto revela uma explosão de frutas frescas, sua espuma é cremosa e delicada.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Maximo Boschi Amalteia Brut Rosé

Tipo Espumante Rosé Brut
Método Charmat
Uvas
  • Chardonnay
  • Riesling Itálico
  • Merlot
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 6 a 8ºC
Harmonização
  • Queijos leves
  • Aperitivos
  • Peixes e frutos do mar
  • Massas
  • Pizzas
  • Culinária oriental
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Maximo Boschi Amalteia Brut Rosé

Em um tom de celebração e frescor, o Amalteia Brut Rosé apresenta um visual atraente, mesclando tons de vermelho cereja com um fundo salmão, acompanhado por um perlage fino e uma coroa espessa e duradoura. Seu nariz é intenso, revelando notas vibrantes de frutas vermelhas, como cassis fresco e cereja, que se unem a um sutil toque de confeitaria, conferindo leve complexidade. No paladar, ele exibe uma acidez marcante e equilibrada, que harmoniza perfeitamente com os taninos, culminando em um retrogosto de frutas frescas e uma espuma delicada e cremosa.

Este espumante é elaborado através do método Charmat, que permite a produção de um *assemblage* de cuveé. O rótulo é composto por três bases distintas: Chardonnay, Riesling Itálico e Merlot. O processo envolve a delicada prensagem das uvas e um contato controlado com as cascas por um período de 14 horas, resultando em um vinho que carrega a riqueza de diferentes variedades em perfeita sintonia.

Originário da Serra Gaúcha, o Amalteia é um convite ao prazer em momentos de celebração, sendo ideal para receber amigos na primavera e no verão. Sua versatilidade o torna o acompanhamento perfeito para queijos leves, aperitivos, frutos do mar, massas ou até mesmo em ocasiões que pedem um toque de leveza e elegância.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

MÉTODO: Charmat.

VARIEDADE: 25% Chardonnay, 55% Riesling Itálico e 20% Merlot.

REGIÃO PROVEDORA DE UVAS: Serra Gaúcha.

ELABORAÇÃO: Mostos obtidos através de presangem direta e delicada das uvas. É resultado de um assemblage de cuveé, composto por vinhos bases de Chardonnay, Riesling Itálico e Merlot, cujo contato com as cascas tem duração total de 14 horas, elaborados a partir de fermentações com temperaturas controladas.

TEMPO EM CONTATO COM A LEVEDURA: 72 dias.

LICOR DE EXPEDIÇÃO (G/L DE AÇÚCAR): 12,5 g/L de açúcar.

TEMPERATURA DE CONSUMO: 6 a 8ºC.

ÁLCOOL: 12% V/V à 20ºC. 

 

Características

Visuais: Rosé de média intensidade, mesclando vermelho cereja com fundo de salmão, perlage fino e persistente com coroa espessa e duradoura.

Olfativas: Intenso, revelando notas de frutas vermelhas como cassis fresco e cereja, combinados ao sutil toque de confeitaria, o que lhe dá fineza com leve complexidade.

Paladar: Equilibra perfeitamente a acidez com os taninos, de boa persistência gustativa, seu retrogosto revela uma explosão de frutas frescas, sua espuma é cremosa e delicada.

 

HARMONIZAÇÃO: Queijos leves, aperitivos e entradas leves, peixes e frutos do mar, massas, pizzas, culinária oriental e pratos de codimentação leve.

A vinícola

Sobre a Maximo Boschi

A Vinícola Máximo Boschi é uma vinícola boutique fundada em 2000 pelos enólogos Renato Antônio Savaris (neto de Maximo Boschi) e Daniel Dalla Valle, localizados no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Aliando tradição italiana, tecnologia de ponta e criatividade, produzem rótulos artesanais com identidade marcante.

Com foco em espumantes e vinhos finos de guarda e de estilo contemporâneo, a casa oferece linhas como Biografia, Racconto, Vezzi (incluindo rótulos personalizados) e Gioielli d’Arte. Seus espumantes passam por fermentação nos métodos Champenoise (tradicional) e Charmat, e seus vinhos — como o Cabernet Sauvignon Biografia — amadurecem em carvalho, resultando em bebidas complexas, elegantes e premiadas.

Descubra a Máximo Boschi e mergulhe em experiências enoturísticas de alto nível: tours guiados nas caves, degustações premium e contato próximo com os fundadores, que unem paixão, excelência e personalidade em cada taça.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).