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Logo da marca Giaretta Giaretta Espumante Brut Rosé

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Giaretta Espumante Brut Rosé - Giaretta - Espumantes do Sul

Giaretta Espumante Brut Rosé

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Giaretta Espumante Brut Rosé

Visual

Coloração rosada, com perlage fina e intensa.

Aromas

Aromas que lembram frutas vermelhas como morango e cereja, combinados com um toque de flores cítricas.

Paladar

Em boca, possui equilíbrio entre o amargor e acidez.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Giaretta Espumante Brut Rosé

Tipo Espumante Rosé Brut
Método Charmat
Uvas
  • Chardonnay
  • Pinot Noir
Região Serra Gaúcha, Brasil
Volume 750ml
Temperatura 4 a 6ºC
Harmonização
  • Aperitivos
  • Carnes em geral
  • Frutos do mar
  • Queijos leves
  • Massas e risotos
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Giaretta Espumante Brut Rosé

Um espumante que convida ao instante de celebração, o Giaretta Espumante Brut Rosé exibe uma coloração rosada que se revela em perlage fina e intensa, refletindo a leveza e a vivacidade do seu estilo. Nas primeiras notas, perfuma-se com morangos e cerejas, aliadas a um toque de flores cítricas, enquanto a boca traz um equilíbrio agradável entre acidez refrescante e um leve amargor, mantendo a pureza típica de um Brut. Essa combinação cria uma experiência equilibrada, perfeita para acompanhar desde aperitivos leves até pratos mais robustos, como carnes e frutos do mar.

O espumante é elaborado pelo método Charmat, com 70 % de Chardonnay e 30 % de Pinot Noir, cultivados na Serra Gaúcha. A técnica de fermentação em tanque confere a textura delicada e a persistência de bolhas que caracterizam este estilo, enquanto o clima da região assegura a acidez necessária para realçar a frescura e o frescor das frutas vermelhas. O resultado é um vinho leve, com boa complexidade e uma doçura controlada, típico de um Brut de alta qualidade.

Na vinícola Giaretta, a tradição familiar se alia a práticas modernas de cultivo e produção, criando rótulos que refletem o caráter único da Serra Gaúcha. Este espumante, parte da família de vinhos mais nobre da Giaretta, convida você a transformar qualquer momento em uma celebração, seja em uma recepção primaveril ou em um jantar de verão, trazendo consigo a história e o charme de uma região que valoriza a excelência em cada detalhe.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Giaretta Espumante Brut Rosé.

A Vinícola Giaretta apresenta sua família de vinhos mais nobre. Através de técnicas modernas de elaboração de espumantes, unidas à atenção dada ao cultivo dos

varietais e ao favorável fator climático existente na Serra Gaúcha, foi possível alcançar um nível pleno de qualidade. A capacidade que possuem em proporcionar sensações únicas,

através de seus sabores inesquecíveis, é o que permite que sejam apreciados não apenas em momentos especiais, já que são ótimos para estimular o apetite e acompanhar os mais

diversos pratos, dos salgados aos doces. O Espumante Brut Rosé Giaretta é elaborado pelo método “Charmat” a partir das variedades de uva Chardonnay e Pinot Noir. Dono de uma bela coloração rosada, sua fina e intensa perlage desvendam aromas que lembram frutas vermelhas como morango e cereja, combinados com um toque de flores cítricas. Em boca, possui equilíbrio entre o amargor e acidez.

A Vinícola Giaretta apresenta sua família de vinhos mais nobre. Os espumantes Giaretta são, dentre todos os vinhos elaborados, os mais vivos, refrescantes e charmosos. Tal charme, juntamente com o frescor e leveza que possuem, é facilmente identificado pela perlage de borbulhas finas, sinônimo de requinte e glamour.

Através de técnicas modernas de elaboração de espumantes, unidas à atenção dada ao cultivo dos varietais e ao favorável fator climático existente na Serra Gaúcha, foi possível alcançar um nível pleno de qualidade. A capacidade que possuem em proporcionar sensações únicas, através de seus sabores inesquecíveis, é o que permite que sejam apreciados não apenas em momentos especiais, já que são ótimos para estimular o apetite e acompanhar os mais diversos pratos, dos salgados aos doces.

 A Família Giaretta convida você a fazer dessa bebida inigualável parte do seu cotidiano. O momento você escolhe, e nada melhor que um espumante Giaretta para brindá-lo.

 

Tipo: Espumante Brut Rosé

Varietal: Chardonnay 70%, Pinot Noir 30%

Terroir: Serra Gaúcha

Produtor: vinícola Giaretta

Método: Charmat

Paí: Brasil

 

Teor alcoólico: 12,0%

Volume: 750ml

Temperatura de serviço: 4 a 6ºC

 

Análise Sensorial

Visual: Coloração rosada, sua fina e intensa perlage.

Olfativo: Aromas que lembram frutas vermelhas como morango e cereja, combinados com um toque de flores cítricas.

Gustativo: Em boca, possui equilíbrio entre o amargor e acidez.

 

Harmonização: Acompanha desde aperitivos até carnes em geral, frutos do mar, queijos leves, massas e risotos.

 

A vinícola

Sobre a Giaretta

A Vinícola Giaretta é uma marca familiar com tradição italiana, fundada em 2007 em Guaporé, na Serra Gaúcha. Com vinhedos próprios, alia a herança da família Giaretta a métodos modernos, produzindo vinhos finos, espumantes, frisantes, sucos de uva e até cerveja artesanal — tudo com foco em qualidade, autenticidade e inovação.

Os espumantes Giaretta se distinguem por variedade de estilos — desde o Brut Charmat e Demi-Sec até o elegante Brut Rosé Champenoise — com borbulhas finas, aromas frutados e frescor marcante. A vinícola também inova com linhas em lata (OVNIH) e a premiada Linha Homenagem, criada em 2023 para homenagear os fundadores da família.

Descubra a Giaretta e mergulhe em rótulos que equilibram tradição, criatividade e versatilidade, perfeitos para qualquer ocasião — do brinde descontraído ao momento especial.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).