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Logo da marca Larentis Larentis Cuvée Spéciale Espumante Brut Rosé

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Larentis Cuvée Spéciale Espumante Brut Rosé - Larentis - Espumantes do Sul

Larentis Cuvée Spéciale Espumante Brut Rosé

Preço normal R$ 139,90
Preço normal R$ 139,90 Preço promocional
OFF Esgotado
Ver informações completas

Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Larentis Cuvée Spéciale Espumante Brut Rosé

Visual

Coloração rosada, com reflexos salmão lembrando tons cúpricos, excelente limpidez e matiz brilhante.

Aromas

Intenso e elegante, lembrando frutas cítricas e vermelhas.

Paladar

Apresenta grande complexidade, bom equilíbrio da acidez que confere frescor e cremosidade ao paladar.

Acidez
Refrescante
Corpo
Estruturado
Doçura
Brut
Complexidade
Complexa

Ficha técnica - Larentis Cuvée Spéciale Espumante Brut Rosé

Tipo Espumante Rosé Brut
Método Tradicional
Uvas
  • Chardonnay
  • Merlot
Região Vale dos Vinhedos
Volume 750ml
Temperatura 4 a 6ºC
Harmonização
  • Frutos do Mar
  • Peixes
  • Entradas Leves
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Celebração
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Larentis Cuvée Spéciale Espumante Brut Rosé

O Larentis Cuvée Spéciale Espumante Brut Rosé encanta com sua coloração rosada, refletindo tons salmão que lembram o brilho do verão. No nariz, aromas intensos e elegantes de frutas cítricas se entrelaçam com notas de frutas vermelhas, criando um convite ao paladar. No copo, a acidez refrescante e a leve cremosidade equilibram um corpo médio, revelando complexidade e frescor que se mantêm na boca.

Produzido pelo método tradicional, o espumante combina 65 % de Chardonnay e 35 % de Merlot, selecionados nas melhores parcelas da família Larentis. A prensagem suave e a separação cuidadosa do mosto geram a “Cuvée Spéciale”, que passa por uma segunda fermentação na garrafa e permanece em autólise por pelo menos 18 meses, conferindo profundidade e textura ao produto.

Originário do Vale dos Vinhedos, Larentis carrega a identidade de uma região conhecida por sua tradição vitivinícola e terroir único. A combinação de uvas e o cuidado na vinificação fazem deste espumante uma escolha ideal para celebrações de primavera e verão, acompanhando frutos do mar, peixes e entradas leves, enquanto celebra a elegância e a história da vinícola.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Vale dos Vinhedos
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Celebração
Para saber mais

Descrição do produto

Cuvée Spéciale Brut Rosé Larentis

Este espumante foi elaborado pelo método tradicional.

O espumante leva as duas variedades emblemáticas do Vale dos Vinhedos, 65% Chardonnay e 35% Merlot.

As uvas foram selecionadas nas melhores parcelas dos vinhedos da família Larentis.

Na vinícola prensadas de forma suave com a melhor tecnologia e separamos a melhor parte do mosto, originando nosso “Cuvée Spéciale”.
Após a segunda fermentação na garrafa, o espumante ficou no mínimo 18 meses em autólise, tempo em contato com as leveduras, agregando complexidade, ideal para os paladares mais exigentes.

 

Analise Visual

Coloração rosada, com reflexos salmão lembrando tons cúpricos, excelente limpidez e matiz brilhante

 

Graduação Alcoólica

12,5%

 

Temperatura de Serviço

4 a 6ºC

 

Características Organolépticas

Aroma intenso e elegante, lembrando frutas cítricas e vermelhas. Apresenta grande complexidade, bom equilíbrio da acidez que confere frescor e cremosidade ao paladar

A vinícola

Sobre a Larentis

A Vinícola Larentis é uma vinícola familiar fundada em 2001 pelos descendentes de Arcangelo Gabriele Larentis, imigrante italiano que chegou ao Brasil em 1876. Localizada no coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, ela cultiva 14 hectares divididos em vinhedos próprios, distribuídos em 23 parcelas refinadas, e produz vinhos finos e espumantes com foco em terroir e qualidade artesanal.

Os vinhos e espumantes Larentis passeiam por linhas como Gran Reserva, Cepas Selecionadas, Reserva e Espumantes, elaborados com fermentação em tanques de inox e maturação em barricas de carvalho francês e americano. Os espumantes incluem o elegante Cuvée Spéciale Brut Rosé, com mínimo de 18 meses de autólise, que entregam borbulhas finas, aromas frutados e frescor vibrante – agradando paladares exigentes e amantes de champenoise nacionais.

Descubra a Larentis e vivencie uma experiência completa no Vale dos Vinhedos: degustações clássicas e premium, piqueniques entre os vinhedos, colheita noturna exclusiva, visitas guiadas pela moderna loja e wine-bar com vista panorâmica — tudo alinhado ao cuidado minucioso e à paixão de uma família que valoriza tradição e inovação em cada garrafa.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).