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Logo da marca Casa Valduga Espumante Brut Prosecco RSV 12 Meses Casa Valduga 750ml

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Elaborado pela Casa Valduga na Serra Gaúcha pelo método tradicional, este Prosecco Brut matura por 12 meses em caves subterrâneas, resultando em um perlage fino e persistente. Com coloração amarelo palha e corpo leve, oferece uma excelente complexidade aromática com notas de frutas frescas e cítricas. É a escolha refrescante ideal para harmonizar com frutos do mar e entradas em dias de primavera e verão.
 
 
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Espumante Brut Prosecco RSV 12 Meses Casa Valduga 750ml - Casa Valduga - Espumantes do Sul

Espumante Brut Prosecco RSV 12 Meses Casa Valduga 750ml

Preço normal R$ 96,59
Preço normal R$ 96,59 Preço promocional R$ 96,59
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Espumante Brut Prosecco RSV 12 Meses Casa Valduga 750ml

Visual

Coloração amarelo palha, com perlage fina, uniforme e persistente.

Aromas

Excelente complexidade aromática, com nuances de frutas frescas e cítricas.

Paladar

Sabor delicado, com boa acidez e perlage persistente.

Acidez
Refrescante
Corpo
Leve
Doçura
Brut
Complexidade
Boa complexidade

Ficha técnica - Espumante Brut Prosecco RSV 12 Meses Casa Valduga 750ml

Tipo Espumante Brut
Método Tradicional
Uvas
  • Prosecco
Região Serra Gaúcha - RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 6 a 8°C
Harmonização
  • Entradas
  • Frutos do mar
  • Culinária oriental
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Espumante Brut Prosecco RSV 12 Meses Casa Valduga 750ml

Com uma coloração amarelo palha vibrante, este espumante Brut Prosecco apresenta uma efervescência fina e persistente, convidando a uma experiência de frescor imediato. Seu perfil é marcado por uma excelente complexidade aromática, revelando nuances delicadas de frutas frescas e notas cítricas. No paladar, o vinho se mostra equilibrado, com uma acidez refrescante e um sabor suave que acompanha a vivacidade do seu perlage.

A elegância deste rótulo é resultado de um cuidado minucioso em sua elaboração pelo método tradicional. Após a vinificação, o espumante passa por um estágio de maturação de 12 meses, período em que ocorre a autólise das leveduras, conferindo maior profundidade e refinamento à bebida. Esse processo artesanal transforma a uva Prosecco em um espumante de personalidade marcante e textura aveludada.

Produzido na Serra Gaúcha pela Casa Valduga, este espumante reflete a tradição e o terroir de uma das regiões vinícolas mais prestigiadas do Brasil. É uma escolha excelente para celebrar momentos de descontração, sendo o acompanhamento ideal para dias de primavera e verão. Sua versatilidade permite harmonizações sofisticadas com entradas leves, frutos do mar e pratos da culinária oriental.

Curadoria Espumantes do Sul
Região Serra Gaúcha - RS - Brasil
Selo da curadoria
SELEÇÃO
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
Para saber mais

Descrição do produto

Elaborados em safras de alta qualidade e maturados em caves subterrâneas, os espumantes Reserva apresentam perlage fino e duradouro.

Espumante elaborado 100% com a variedade Prosecco, Possui coloração amarelo palha, perlage fina, uniforme e persistente.
Excelente complexidade aromática, nuances de frutas frescas e cítricas.
Sabor delicado e boa acidez.

FICHA TÉCNICA

Clone Varietal: Entav 96 | Inra 113
Clone Porta-Enxerto: 3309 | 3309
Sistema de Produção: Espaldeira Simples
Densidade/ha: 4.000 plantas
Tipo de Poda: Cordão Esporonado
Carga de Gemas/ha: 60.000
Práticas Vitícolas: Desbrota, desponta, desfolha na região dos cachos, raleio de cachos para controle de produção.
Colheita: Manual e seletiva.

VINIFICAÇÃO

Elaboração do vinho base
- Seleção final dos cachos;
- Prensagem direta das uvas frescas – prensa com atmosfera inerte;
- Clarificação do mosto;
- Uso de leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae;
- Fermentação alcoólica com temperatura de 15º a 16ºC;
- Estabilização tartárica;
- Filtração;
 

Tomada de espuma

- Inoculação de leveduras selecionadas – licor de tiragem;
- Engarrafamento;
- Segunda fermentação dentro da própria garrafa com temperatura de 12ºC;
- Maturação por 12 meses ocorrendo autólise de leveduras;
- Remuage em pupitres;
- Degorgement, adição do licor de expedição, arrolhamento e rotulagem.

LAUDO ANALÍTICO

Álcool: 11,5 %
Acidez Total: 5,5g/l de ácido tartárico
Acidez Volátil: 0,23 g/l de ácido acético
Densidade: 0,995
Extrato Seco: 27,50 g/l
SO2 Total/Livre: 0,096 / 0,031 g/l
Açúcares totais em glicose: 11,42 g/l
pH: 3,12
Pressão: 6 kg/cm2
 

Harmonização:

Entradas, frutos do mar, culinária oriental.
 
 
A vinícola

Sobre a Casa Valduga

A Vinícola Casa Valduga é uma das instituições mais consolidadoras da viticultura brasileira, com raízes fincadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, desde 1875, e referência no enoturismo nacional. Pioneira no setor, oferece um complexo com pousada, restaurantes, caves históricas e experiências imersivas que fazem da visita uma verdadeira jornada pelo mundo do vinho.

Os vinhos e espumantes Casa Valduga conquistam reconhecimento internacional, com destaque para rótulos como Villa‑Lobos Cabernet Sauvignon, Storia Merlot e o premiado Espumante 130 Blanc de Blanc. Avaliados entre os melhores do país e produzidos com tecnologia moderna e tradição familiar, seus produtos unem elegância, consistência e conexão com o terroir.

Descubra a Casa Valduga e viva experiências únicas de degustação, cursos, piqueniques e muito mais, em uma vinícola que combina autenticidade, inovação e liderança no mercado, sendo a primeira brasileira entre as 100 melhores do mundo para visitar.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).