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Logo da marca Dal Pizzol Dal Pizzol Espumante Brut

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Dal Pizzol Espumante Brut - Dal Pizzol - Espumantes do Sul

Dal Pizzol Espumante Brut

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Dal Pizzol Espumante Brut

Visual

Límpido e brilhante, de coloração amarelo com reflexos esverdeados.

Aromas

Complexidade de frutas, notas cítricas, leveduras e pão tostado.

Paladar

Apresenta refrescância provocada pelo gás carbônico e acidez, com final de boca macio, suave e equilibrado.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Dal Pizzol Espumante Brut

Tipo Espumante Brut
Método Charmat
Uvas
  • Pinot Noir
  • Riesling Itálico
  • Chardonnay
Região Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 3°C a 7°C
Harmonização
  • Aperitivos leves
  • Massas
  • Frutos do mar
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Dal Pizzol Espumante Brut

O Dal Pizzol Espumante Brut apresenta um brilho dourado com reflexos esverdeados, convidando ao primeiro gole. Nas narinas, notas de frutas frescas se entrelaçam com cítricos, leveduras e um leve toque de pão tostado, criando uma complexidade aromática que desperta o paladar. No copo, a efervescência fina e abundante se traduz em refrescância, enquanto a acidez equilibrada conduz a um final macio e suave, lembrando a elegância de um Champagne.

Feito pelo método Charmat, o espumante passa por uma segunda fermentação em autoclaves a 13‑15 °C, seguida de 90 dias de contato com as leveduras. Essa etapa confere ao produto a textura cremosa e a persistência de sabores que caracterizam um Brut bem elaborado. A combinação de Pinot Noir, Riesling Itálico e Chardonnay traz nuances de fruta e um equilíbrio natural entre doçura e acidez.

Originário da Serra Gaúcha, a vinícola Dal Pizzol aproveita o clima ameno e o solo fértil para produzir uvas de excelente qualidade. Cada garrafa reflete o terroir gaúcho, transmitindo a tradição e a paixão da região em cada gota. Ideal para celebrações de primavera ou verão, o espumante se torna o acompanhante perfeito para aperitivos leves, frutos do mar e pratos orientais.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Espumante Brut Charmat Dal Pizzol 750ml

Obtido pelo Método Charmat Longo, é elaborado a partir de um vinho base de Pinot Noir, Riesling Itálico e Chardonnay mais evoluidos, agregado de açúcar e leveduras, dando início ao processo de refermentação, o qual é realizado em autoclaves a uma temperatura de 13°C a 15°C. Após a segunda fermentação, este espumante permanece por um período de 90 dias, em contato com as leveduras a fim de atribuir características distintas ao produto.

 

Características dos vinhos:
Visual: apresenta-se límpido e brilhante, de coloração amarelo com reflexos esverdeados.

Aroma: caracteriza-se por uma complexidade de frutas provenientes do vinho base, notas cítricas e a leveduras, pão tostado, adocicado, devido ao processo de elaboração.

Paladar: apresenta uma refrescância provocada pelo gás carbônico e a acidez do produto, seguindo para um final de boca macio e suave bastante equilibrado, lembrando características que se assemelham ao Champenoise devido a sua particularidade de elaboração. Quanto ao perlage ou efervescência, demonstra um excelente desprendimento de gás carbônico, formando borbulhas pequenas, espuma abundante e duradoura.

 

Harmonização: este espumante é ótimo para acompanhar aperitivos leves e com frutas. Perfeito para harmonizar com massas, pratos orientais em geral, pescados e frutos do mar.

Temperatura de serviço:
Aconselha-se beber o espumante entre 3 °C a 7 °C.

A vinícola

Sobre a Dal Pizzol

A Vinícola Dal Pizzol — anteriormente conhecida como Monte Lemos — foi fundada em 1974 por descendentes de imigrantes italianos e está localizada no distrito de Faria Lemos, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. Com produção anual próxima de 300 mil garrafas, a marca mantém forte tradição familiar e alto controle técnico no cultivo de uvas, garantindo qualidade em cada etapa da produção.

No local, o visitante encontra o Parque Temático do Vinho, um verdadeiro EcoMuseu a céu aberto, com museu histórico, o famoso “Vinhedo do Mundo” (mais de 400 variedades de uvas), lago, playground, espaço pet‑friendly e gastronomia, como o restaurante harmonizado e um wine bar ao ar livre. São experiências imersivas ideais para famílias, grupos e amantes do vinho.

Os vinhos, espumantes e sucos Dal Pizzol destacam‑se pela pureza aromática e expressão do terroir, com destaque para rótulos como o Chardonnay e o Rosé de Franc. A vinícola oferece diferentes experiências sensoriais — de degustações guiadas a tours às cegas e piqueniques — unindo emoção, história e natureza em cada visita.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).