Logo da marca Douglas Green Douglas Green Chardonnay | Viogner

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.

Douglas Green Chardonnay | Viogner

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Douglas Green Chardonnay | Viogner

Visual

Coloração amarelo palha vibrante com reflexos esverdeados.

Aromas

O aroma é intenso, rico e vibrante, com notas de abacaxi, pera e pêssego, permeadas por generosas notas cítricas.

Paladar

No paladar revela grande frescor, com corpo leve e notas frutadas que remetem ao aroma.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Douglas Green Chardonnay | Viogner

Tipo Vinho Fino Branco Seco
Método Fermentação em inox com afinamento sobre borras finas
Uvas
  • Chardonnay
  • Viognier
Região Western Cape
Volume 750ml
Temperatura 08 a 10°C
Harmonização
  • Polenta mole com ragu de cordeiro
  • Risoto de aspargos
  • Yakisoba
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Douglas Green Chardonnay | Viogner

Este vinho branco apresenta uma coloração amarelo‑palha vibrante com reflexos esverdeados, convidando a uma experiência de frescor e elegância. No nariz, um bouquet intenso e vibrante reúne abacaxi, pera e pêssego, entrelaçados com notas cítricas que lembram limão e limão siciliano. Na boca, a leveza do corpo e a acidez refrescante equilibram a fruta, revelando um final longo e persistente que deixa um sabor frutado e agradável.

O Douglas Green Chardonnay Viognier nasce de uma cuidadosa seleção de cachos, seguida de prensagem descontínua e limpeza estática do mosto. A fermentação ocorre em tanques de aço inoxidável a 13 °C, permitindo que as leveduras selecionadas desenvolvam aromas complexos. Após a fermentação, o vinho é afinado sobre borras finas antes de ser assemblado, combinando 95 % de Chardonnay com 5 % de Viognier, criando um equilíbrio entre a estrutura da Chardonnay e a delicadeza floral da Viognier.

Produzido pela vinícola Douglas Green, referência na região do Western Cape, este rótulo reflete a tradição e a inovação sul‑africana. A combinação de terroir mediterrâneo e clima temperado do sul da África confere ao vinho sua vivacidade e elegância, tornando‑o ideal para celebrações de primavera e verão ou para receber convidados com um toque de sofisticação.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Douglas Green Chardonnay | Viogner.

Apresentamos o Douglas Green Chardonnay Viognier, um vinho branco que é perfeito para os apreciadores de aromas frutados e sabores refrescantes. Esta combinação única de uvas Chardonnay e Viognier resulta em uma experiência sensorial inesquecível.

O Douglas Green Chardonnay Viognier exibe uma cor amarelo-palha brilhante, convidando-o a desfrutar de sua vivacidade. No nariz, revela uma profusão de aromas tropicais e cítricos, com notas marcantes de abacaxi maduro, pêssego e limão. Essas notas frutadas se unem harmoniosamente aos delicados toques florais da Viognier, proporcionando uma sensação olfativa cativante.

Na boca, este vinho revela sua personalidade elegante e equilibrada. Os sabores frutados se destacam, com destaque para a doçura do pêssego e o frescor cítrico do limão. A textura é suave e aveludada, com uma acidez refrescante que realça a vivacidade da fruta. O final é longo e persistente, deixando um sabor frutado e agradável na boca.

O Douglas Green Chardonnay Viognier é uma excelente escolha para acompanhar uma variedade de pratos. Sua acidez equilibrada e sua complexidade de sabores permitem que ele seja apreciado sozinho como aperitivo ou harmonizado com pratos leves, como saladas frescas, frutos do mar e aves grelhadas.

Elaborado com cuidado e dedicação pela renomada vinícola Douglas Green, este vinho reflete a tradição e o compromisso em oferecer produtos de qualidade excepcional. Sua origem na região vinícola sul-africana garante a autenticidade e a expressão genuína das uvas.

Deixe-se encantar pelo Douglas Green Chardonnay Viognier e experimente uma experiência vinícola única. Com seus aromas envolventes, sabores refrescantes e uma qualidade incomparável, este vinho branco é a escolha perfeita para apreciadores que buscam uma experiência sensorial memorável. Adquira agora mesmo e desfrute de momentos especiais com uma taça deste excepcional vinho sul-africano.

 

Tipo: Branco Seco

Varietal: Chardonnay 95% Viognier 5%.

Terroir: Western Cape

País: África do Sul

Safra: Consulte.

 

Teor Alcoólico: 13,5%

Volume: 750ml

Temperatura de Serviço: 08 a 10°C.

 

Vinícola

Douglas Green inovou os processos de vinificação na África do Sul com seu método de seleção das melhores uvas, para expressar o máximo de cada variedade, combinando-as através de assemblages.  Por meio de seu pioneirismo, surge na cultura sul-africana a elaboração de vinhos originais em seu estilo diferenciado de cortes.

 

Análise Organoléptica

Visual: Coloração amarelo palha vibrante com reflexos esverdeados.

Olfativo: O aroma é intenso, rico e vibrante, com notas de abacaxi, pera e pêssego, permeadas por generosas notas cítricas.

Gustativo: No paladar revela grande frescor, com corpo leve e notas frutadas que remetem ao aroma.

 

Vinificação: Seleção final dos cachos; Desengace das uvas frescas; Prensagem descontínua delicada; Limpeza estática do mosto; Uso de leveduras selecionadas; Fermentação alcoólica com temperatura de 13ºC; Afinamento com borras finas em tanques de aço inoxidável; Assemblage entre Chardonnay e Viognier; Estabilizações, envase e rotulagem.

 

Harmonização: Polenta Mole com Ragu de Cordeiro. Risoto de Aspargos. Yakisoba.

Premiações: Douglas Green Chardonnay | Viognier- Douglas Green - 2018 - África do Su l- Ouro - Brazil Wine Challenge-2020.

 

Laúdo técnico: Álcool: 13,5%;Acidez Total: 5,80 g/l de ácido tartárico;Açúcares totais em glicose: 4,30g/l;pH: 3,50.

 

 

Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).