Chandon Espumante Blanc de Noir Extra Brut
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio
Chandon Espumante Blanc de Noir Extra Brut

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Chandon Espumante Blanc de Noir Extra Brut
Límpido, brilhante, amarelo claro com reflexos esverdeados e prateados, borbulhas finas e ativas; espuma abundante.
Frutas vermelhas como amora e morango, frutas de caroço como nectarina e damasco, amêndoas e pimenta rosa.
Acidez vibrante, o que dá refrescância, macio e elegante, com volume em boca e uma longa persistência.
Ficha técnica - Chandon Espumante Blanc de Noir Extra Brut
- Pinot Noir
- Carnes brancas
- Peixe grelhado
- Risoto de frango com limão siciliano
- Queijos cremosos
- Nhoque ao molho branco
- Recepção
- Jantar Especial
- Primavera
- Verão
Nossa avaliação
sobre o Chandon Espumante Blanc de Noir Extra Brut
Descrição do produto
Espumante Chandon Blanc de Noir Extra Brut 750ml
A Chandon é a primeira vinícola brasileira de espumantes a receber um certificado de viticultura sustentável para seu vinhedo de Encruzilhada do Sul na Serra das Encantadas, Rio Grande do Sul.
Estes vinhedos geram uvas Pinot Noir de alta qualidade, sãs, maduras, apresentando bons teores de acidez natural e aromas delicados, características essenciais para elaborar o Chandon Blanc de Noir.
Durante seis meses, a segunda fermentação e o amadurecimento acontecem em tanques de aço inox sob agitação permanente e temperatura controlada, o que agrega maior complexidade ao vinho. Para o Enólogo Philippe Mével, este espumante é a realização de um sonho, une toda a expertise da vinícola em relação à uva Pinot Noir com a filosofia de elaboração de espumantes excepcionais.
Tipo: Espumante Extra Brut
Varietal: Pinot Noir
Terroir: Encruzilhada do Sul-RS
Produtor: Chandon
País: Brasil
Safra: Consulte
Volume: 750 ml
Amadurecimento: 6 meses em tanques de aço inox sob agitação permanente.
Teor Alcoólico: 12 % vol.
Temperatura de Serviço: 6 a 8°C.
Potêncial de Guarda: 03 anos
Analise Sensorial
Visual: Límpido, brilhante, amarelo claro com reflexos esverdeados e prateados, borbulhas finas e ativas; espuma abundante.
Olfativo: Frutas vermelhas como amora, morango, frutas de caroço como nectarina e damasco e também amêndoas e pimenta rosa.
Gustativo: Acidez vibrante, o que dá refrescância, macio e elegante, com volume em boca e uma longa persistência.
Harmonização: Carnes Brancas. molhos cítricos, com queijos cremosos ou azeite com temperos verdes frescos, risoto de frango com limão siciliano, peixe grelhado, nhoque ao molho branco.
Elaboração:
As uvas possuem alta qualidade, sãs, maduras, apresentando bons teores de acidez natural e aromas delicados, características essenciais para elaborar este estilo, durante seis meses, a segunda fermentação e o amadurecimento acontecem em tanques de aço inox sob agitação permanente e temperatura controlada, o que agrega maior complexidade ao vinho.

A Chandon Brasil é a pioneira na produção de espumantes premium no país, com mais de 50 anos de história. Localizada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, combina tradição francesa com o potencial único do terroir brasileiro, produzindo rótulos reconhecidos pela elegância, frescor e qualidade constante.
A marca cultiva vinhedos próprios em altitudes privilegiadas, com uvas cuidadosamente selecionadas, resultando em espumantes elaborados pelo método Charmat Longo, que garante borbulhas finas, aromas delicados e paladar equilibrado. Entre os destaques estão o Chandon Réserve Brut, Chandon Passion e Chandon Rosé, perfeitos para brindar momentos especiais.
Descubra a Chandon Brasil e celebre com um espumante que traduz o melhor da tradição francesa adaptada ao solo brasileiro, unindo sofisticação, inovação e o prazer de viver cada brinde.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).