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Logo da marca Casacorba Casacorba Cachaça Tradicional

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A Cachaça Tradicional Casacorba revela a essência pura da cana-de-açúcar em uma expressão cristalina, límpida e autêntica. Produzida na Serra Gaúcha através da destilação em alambique, apresenta aromas florais delicados e um paladar macio com álcool perfeitamente equilibrado. É a escolha ideal para elevar seus drinks favoritos ou acompanhar petiscos gourmet com a elegância e o frescor característicos da tradição Casacorba.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casacorba Cachaça Tradicional - Casacorba - Espumantes do Sul

Casacorba Cachaça Tradicional

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casacorba Cachaça Tradicional

Visual

Coloração cristalina, límpida e brilhante.

Aromas

Leves e florais, com frescor que remete a canavial.

Paladar

Macio na boca, com álcool muito bem equilibrado e sabor puro de cana-de-açúcar.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casacorba Cachaça Tradicional

Tipo Cachaça
Método Destilação em alambique
Uvas
Região Serra Gaúcha
Volume 500ml
Temperatura 18 a 25 °C
Harmonização
  • Drinks
  • Petiscos
Ocasião
  • Happy Hour
  • Verão
  • Primavera
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casacorba Cachaça Tradicional

A Cachaça Tradicional Casacorba apresenta uma coloração cristalina, límpida e brilhante, revelando sua essência em cada detalhe. No nariz, oferece aromas leves e florais, com um frescor autêntico que remete ao campo. Em boca, destaca-se pelo corpo médio e pela textura macia, com um equilíbrio alcoólico que valoriza o sabor puro e direto da cana-de-açúcar.

Elaborada através do método de destilação em alambique, esta cachaça não passa por processo de envelhecimento em madeira. Essa escolha técnica permite que a bebida mantenha sua identidade inalterada, entregando um perfil seco e uma acidez equilibrada que preservam a pureza da matéria-prima e a nitidez de seu caráter original.

Produzida pela Casacorba em Nova Roma do Sul, na Serra Gaúcha, a bebida reflete as particularidades do terroir local, marcado por solos argilosos e basálticos e um clima de variações térmicas acentuadas. É uma escolha versátil para compor drinks criativos ou acompanhar petiscos em momentos de descontração, como um happy hour ou celebrações durante as estações mais quentes do ano.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Cachaça Tradicional

Cachaça - 500ml

 

A Cachaça Tradicional Casacorba mostra sua melhor expressão nesta edição, em seu formato clássico, sem interferência da madeira, revelando sua verdadeira identidade.

 

Notas do enólogo

Esta é a cachaça de qualidade no seu estado mais puro. Coloração cristalina, límpida e brilhante, possui aromas leves e florais de um frescor próprio que remete a um canavial. Estrutura de corpo médio, macia na boca e álcool muito bem equilibrado. Por não ter envelhecimento não adquire nenhum sabor ou aroma extra, valorizando o gosto e aroma da cana-de-açúcar.

 

Harmonização Sugerida:

Ideal para combinação de inúmeros drinks e harmonização gourmet variada com petiscos.

 

 

Temperatura de Consumo: 18 a 25 °C

Passagem em Carvalho: Não passa por envelhecimento.

Graduação Alcoólica: 38%

 

Região: Vinhedos em Nova Roma do Sul, na Serra Gaúcha.

Solo e clima: Clima temperado, com grande variação diária de temperatura no verão. Solos argilosos e basálticos, com ótima drenagem, e relevo ondulado.

 

Tempo de Guarda:

Pronto para consumo. Permanece com as características inalteradas por tempo indeterminado.

A vinícola

Sobre a Casacorba

A Vinícola Casacorba é uma propriedade enoturística completa em Nova Roma do Sul, na Serra Gaúcha, fundada pela família Tessaro em 1999. Com 60 hectares de vinhedos, olivais e um alambique, reúne produção de vinhos, espumantes, azeites, grappa, cachaças e brandy, além de restaurante, wine bar, hospedagem em cabanas e estrutura para eventos — tudo em um mesmo local.

Sua linha de produtos inclui rótulos como Casacorba Vicenzo, corte tinto de Tannat e Merlot, e a linha Terroir, com destaque para o elegante Terroir Tannat, maturado em barricas de carvalho francês e americano. Os espumantes — da linha Sentidos à tradicional — recebem descanso prolongado, resultando em borbulhas finas e aromas delicados.

Descubra a Casacorba e viva uma experiência imersiva que une sustentabilidade, inovação e hospitalidade. Com energia solar, produção artesanal e cenários encantadores, é o destino ideal para eventos, degustações, jantares assinados e hospedagens em meio à natureza.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).