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Logo da marca Casacorba Casacorba Blend Serra Gaúcha e Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 250ml

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Este azeite extra virgem da Casacorba é um blend elegante que une o melhor dos terroirs da Serra Gaúcha e da Serra do Sudeste. Elaborado com as variedades Arbequina, Koroneiki e Arbosana através de extração a frio, revela aromas de ervas finas e amêndoas com um paladar equilibrado de notas frutadas e leve picância. É a escolha perfeita para elevar o sabor de saladas, massas e carnes grelhadas em momentos especiais.
Preço normal R$ 99,90
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casacorba Blend Serra Gaúcha e Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 250ml - Casacorba - Espumantes do Sul

Casacorba Blend Serra Gaúcha e Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 250ml

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casacorba Blend Serra Gaúcha e Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 250ml

Visual

Azeite límpido e brilhante.

Aromas

Frescor de ervas finas e um toque de amêndoa.

Paladar

Notas frutadas, leve amargor e média picância.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casacorba Blend Serra Gaúcha e Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 250ml

Tipo Azeite de Oliva Extra Virgem
Método Extração a frio
Uvas
  • Arbequina
  • Koroneiki
  • Arbosana
Região Serra Gaúcha e Serra do Sudeste
Volume 250ml
Temperatura 18°C a 20°C
Harmonização
  • Saladas
  • Carnes grelhadas
  • Massas e legumes
Ocasião
  • Jantar Especial
  • Primavera
  • Verão
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casacorba Blend Serra Gaúcha e Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 250ml

Este azeite de oliva extra virgem é um blend equilibrado, que se destaca pela elegância e personalidade. No paladar, apresenta notas frutadas acompanhadas por um leve amargor e uma média picância, enquanto seus aromas revelam o frescor de ervas finas com um toque sutil de amêndoa. É uma escolha versátil para a finalização de pratos, elevando o sabor de saladas, massas, legumes e carnes grelhadas em ocasiões especiais.

Elaborado a partir das variedades Arbequina, Koroneiki e Arbosana, o azeite passa por um rigoroso processo de extração a frio. Após a colheita manual e seletiva, as azeitonas são processadas rapidamente para preservar suas características sensoriais, resultando em um produto de baixa acidez e qualidade superior, mantido sob condições controladas até o envase.

O rótulo reflete a identidade da Casacorba, vinícola que desde 1999 integra a agricultura à natureza na Serra Gaúcha e que expandiu seu cultivo de oliveiras para a Serra do Sudeste. A união desses dois terroirs, com solos e climas distintos, confere ao azeite um profundo senso de procedência, traduzindo o cuidado e a tradição da marca em um produto que valoriza a experiência à mesa.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

CASACORBA AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM — BLEND DE REGIÕES

Da união de diferentes terroirs nasce um azeite único. O Blend de Regiões da Casacorba combina as variedades Arbequina, Koroneiki e Arbosana, revelando um azeite equilibrado, elegante e cheio de personalidade.

No paladar, traz notas frutadas, leve amargor e média picância. Os aromas somam frescor de ervas finas e um toque de amêndoa, compondo um perfil harmonioso e versátil.

É perfeito para finalização de pratos e para levar à mesa: valoriza saladas, carnes grelhadas, massas e legumes, transformando refeições do dia a dia em experiências especiais.

As azeitonas são cultivadas nas regiões da Serra Gaúcha e da Serra do Sudeste, com destaque para os olivais de Encruzilhada do Sul — área de clima subtropical úmido, grande variação diária de temperatura no verão e solos argilosos graníticos de ótima drenagem.

A colheita é manual e seletiva, com transporte imediato ao lagar. Após lavagem e moagem, a pasta passa por batimento e centrifugação para extração a frio, seguida de filtragem e armazenamento em tanques de inox com temperatura controlada até o envase.

Variedades: Arbequina, Koroneiki e Arbosana
Classificação: Extra virgem — extração a frio
Região: Serra Gaúcha e Serra do Sudeste — Encruzilhada do Sul (RS)
Acidez livre: <0,2%
Temperatura ideal de consumo: Entre 18°C e 20°C
Volume: 250 ml

Recomenda-se consumir em pouco tempo após a abertura, aproveitando o máximo da expressão do azeite. Não é indicado para guarda prolongada.

A Casacorba nasceu em 1999 na bucólica Nova Roma do Sul, na Serra Gaúcha, onde pratica agricultura integrada à natureza em 60 hectares a 700 metros de altitude. Em 2024, expandiu o cultivo de oliveiras para Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudeste, consolidando seu trabalho com azeites de profundo senso de terroir.

A vinícola

Sobre a Casacorba

A Vinícola Casacorba é uma propriedade enoturística completa em Nova Roma do Sul, na Serra Gaúcha, fundada pela família Tessaro em 1999. Com 60 hectares de vinhedos, olivais e um alambique, reúne produção de vinhos, espumantes, azeites, grappa, cachaças e brandy, além de restaurante, wine bar, hospedagem em cabanas e estrutura para eventos — tudo em um mesmo local.

Sua linha de produtos inclui rótulos como Casacorba Vicenzo, corte tinto de Tannat e Merlot, e a linha Terroir, com destaque para o elegante Terroir Tannat, maturado em barricas de carvalho francês e americano. Os espumantes — da linha Sentidos à tradicional — recebem descanso prolongado, resultando em borbulhas finas e aromas delicados.

Descubra a Casacorba e viva uma experiência imersiva que une sustentabilidade, inovação e hospitalidade. Com energia solar, produção artesanal e cenários encantadores, é o destino ideal para eventos, degustações, jantares assinados e hospedagens em meio à natureza.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).