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Logo da marca Casacorba Casacorba Arbequina Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 500ml

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Este azeite extra virgem monovarietal, elaborado pela Casacorba em Encruzilhada do Sul, reflete a excelência do terroir da Serra do Sudeste. Com perfil suave e delicado, revela notas de amêndoas e frutas frescas, oferecendo um equilíbrio perfeito entre doçura e uma leve picância. É a escolha ideal para finalizar pratos leves, como saladas, peixes e queijos frescos, trazendo a sofisticação da olivicultura brasileira para a sua mesa.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casacorba Arbequina Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 500ml - Casacorba - Espumantes do Sul

Casacorba Arbequina Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 500ml

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casacorba Arbequina Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 500ml

Visual

Límpido e brilhante.

Aromas

Notas de amêndoa e frutas frescas.

Paladar

Frutado maduro e adocicado, com notas de amêndoa e frutas frescas, amargor e picância discretos.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casacorba Arbequina Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 500ml

Tipo Azeite de Oliva Extra Virgem
Método Extração mecânica a frio
Uvas
  • Arbequina
Região Encruzilhada do Sul, Serra do Sudeste (RS)
Volume 500ml
Temperatura Temperatura ambiente
Harmonização
  • Saladas
  • Peixes
  • Legumes
  • Queijos frescos
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casacorba Arbequina Serra do Sudeste Azeite de Oliva Extra Virgem 500ml

O Azeite de Oliva Extra Virgem Casacorba Arbequina destaca-se pela sua notável delicadeza e perfil equilibrado. De aspecto límpido e brilhante, este monovarietal revela no paladar um caráter frutado maduro e levemente adocicado, com notas sutis que remetem a amêndoas e frutas frescas. Com amargor e picância discretos, é uma escolha versátil que valoriza os ingredientes sem sobrepô-los, sendo ideal para finalizar saladas, peixes, legumes e queijos frescos.

Elaborado por meio de extração mecânica a frio, este azeite preserva a integridade e o frescor da fruta, resultando em um produto de baixa acidez e alta qualidade. A variedade Arbequina é reconhecida mundialmente por sua suavidade, tornando este azeite uma excelente porta de entrada para quem busca apreciar a pureza de um extravirgem bem elaborado, com uma textura equilibrada que confere elegância a diferentes preparações.

Produzido pela Casacorba, vinícola que desde 1999 cultiva uma relação harmoniosa com a natureza, este rótulo nasce nos olivais de Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudeste gaúcha. A região, caracterizada por solos graníticos e clima de boa amplitude térmica, imprime uma identidade única ao azeite, refletindo o cuidado artesanal desde o cultivo até o envase. É uma expressão autêntica do terroir do Rio Grande do Sul, pensada para elevar o sabor de momentos gastronômicos especiais.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

CASACORBA AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM ARBEQUINA — 500 ML

Azeite de oliva extra virgem monovarietal de Arbequina, elaborado pela Casacorba em Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudeste gaúcha. A variedade é conhecida por sua delicadeza e por azeites de perfil suave e acessível.

No paladar, a Arbequina costuma revelar frutado maduro e adocicado, com notas que lembram amêndoa e frutas frescas, amargor e picância discretos. É um azeite de entrada fácil, que agrada até quem está começando a explorar azeites de qualidade.

Sua suavidade o torna ideal para finalização de pratos delicados: saladas, peixes, legumes, queijos frescos e até receitas doces, sem sobrepor os sabores dos ingredientes.

Os olivais estão na Serra do Sudeste, região de clima subtropical com boa amplitude térmica e solos graníticos — uma das áreas mais promissoras da olivicultura brasileira. A produção é cuidadosa em todas as etapas, do cultivo à extração, com baixa acidez.

Variedade: 100% Arbequina
Classificação: Azeite de oliva extra virgem
Região: Encruzilhada do Sul, Serra do Sudeste (RS)
Volume: 500 ml
Safra: Consulte a safra disponível

A Casacorba nasceu em 1999 na bucólica Nova Roma do Sul, na Serra Gaúcha, onde pratica agricultura integrada à natureza. Em 2024, expandiu o cultivo de oliveiras para Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudeste, dando origem a esta linha de azeites que expressa o terroir gaúcho em cada gota.

A vinícola

Sobre a Casacorba

A Vinícola Casacorba é uma propriedade enoturística completa em Nova Roma do Sul, na Serra Gaúcha, fundada pela família Tessaro em 1999. Com 60 hectares de vinhedos, olivais e um alambique, reúne produção de vinhos, espumantes, azeites, grappa, cachaças e brandy, além de restaurante, wine bar, hospedagem em cabanas e estrutura para eventos — tudo em um mesmo local.

Sua linha de produtos inclui rótulos como Casacorba Vicenzo, corte tinto de Tannat e Merlot, e a linha Terroir, com destaque para o elegante Terroir Tannat, maturado em barricas de carvalho francês e americano. Os espumantes — da linha Sentidos à tradicional — recebem descanso prolongado, resultando em borbulhas finas e aromas delicados.

Descubra a Casacorba e viva uma experiência imersiva que une sustentabilidade, inovação e hospitalidade. Com energia solar, produção artesanal e cenários encantadores, é o destino ideal para eventos, degustações, jantares assinados e hospedagens em meio à natureza.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).