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Logo da marca Casa Valduga Casa Valduga Premivm Espumante Demi Sec Rosé - Caixa com 6

Em estoque

Elaborado pelo método tradicional com 24 meses de maturação, este espumante da Casa Valduga revela um elegante tom rosa salmão e aromas de frutas vermelhas com toques de frutas secas. Sua estrutura equilibrada une um dulçor delicado a uma acidez refrescante, tornando-o a escolha perfeita para celebrar a primavera e o verão. Esta seleção, disponível em caixa com seis unidades, harmoniza com canapés, saladas e sobremesas leves.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Valduga Premivm Espumante Demi Sec Rosé - Caixa com 6 - Casa Valduga - Espumantes do Sul

Casa Valduga Premivm Espumante Demi Sec Rosé - Caixa com 6

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Valduga Premivm Espumante Demi Sec Rosé - Caixa com 6

Visual

Fundo rosa salmão com borbulhas finas.

Aromas

Notas de frutas vermelhas e frutas secas.

Paladar

O dulçor é equilibrado por uma acidez vibrante, tornando-o amável em boca.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Valduga Premivm Espumante Demi Sec Rosé - Caixa com 6

Tipo Espumante Rosé Demi Sec
Método Tradicional
Uvas
  • Chardonnay
  • Pinot Noir
Região Serra do Sudeste
Volume 750ml
Temperatura 4°C a 6°C
Harmonização
  • Canapés
  • Saladas
  • Sobremesas leves
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Celebração
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Valduga Premivm Espumante Demi Sec Rosé - Caixa com 6

Este espumante rosé apresenta um delicado tom rosa salmão, realçado por borbulhas finas que conferem elegância à taça. No nariz, revela um perfil aromático multifacetado, onde se destacam notas de frutas vermelhas harmonizadas com toques de frutas secas. Em boca, o equilíbrio é o protagonista: o dulçor típico do estilo demi-sec é contido por uma acidez vibrante e refrescante, resultando em uma experiência leve e muito agradável.

Sua elaboração segue o rigoroso método tradicional, com a segunda fermentação ocorrendo dentro da própria garrafa. O corte, composto pelas variedades Chardonnay e Pinot Noir, passa por um período de 24 meses de maturação em caves subterrâneas. Esse contato prolongado com as leveduras confere ao espumante uma estrutura média e uma complexidade notável, características que elevam a qualidade da bebida.

Proveniente da Serra do Sudeste, este rótulo da Casa Valduga traduz a essência e o cuidado com o terroir brasileiro. É uma escolha versátil para os dias de primavera e verão, sendo um excelente companheiro para momentos de celebração. Sua personalidade permite harmonizações variadas, desde canapés e saladas frescas até sobremesas leves, garantindo um toque de sofisticação a qualquer ocasião.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

ESPUMANTE 24 MESES PREMIVM

Demi Sec Rosé 750 ml

 

Elaborado a partir das variedades Chardonnay e Pinot Noir através do Método Tradicional - refermentação em garrafa - permaneceu 24 meses nas caves subterrâneas maturando sobre leveduras.

 

Na taça, as pequenas borbulhas sobem graciosamente em um fundo rosa salmão efêmero. O aroma múltiplo mescla notas de frutas vermelhas com frutas secas. O dulçor é equilibrado por uma acidez vibrante, tornando-o amável em boca.

 

Espumante Demi-sec Rosé

24 meses de Autólise em Cave
4o a 6oC

 

Harmonização

Canapés, saladas, creme brulee, panna cotta e outras sobremesas leves

 

Uvas

80% Chardonnay e 20% Pinot Noir

 

Terroir

Serra do Sudeste

 

Guarda

Guarda até 5 anos após dégorgement. Desde que seja mantido em condições adequadas para a plena evoluç ão.

 

Premiações e Destaques

91 Pontos - Guia Descorchados | Chile | 2021

 

FICHA TÉCNICA

Clone Varietal: Entav 96 | Inra 113

Clone Porta-Enxerto: 3309 | 3309

Sistema de Produção: Espaldeira Simples Densidade/ha: 4.000 plantas

Tipo de Poda: Cordão Esporonado

Carga de Gemas/ha: 60.000

Práticas Vitícolas: Desbrota, desponta, desfolha na região dos cachos, raleio de cachos para controle de produção.

Colheita: Manual e seletiva.

 

 

VINIFICAÇÃO

Elaboração do vinho base

- Seleção final dos cachos;

- Prensagem direta das uvas frescas (Chardonnay) - Prensa com atmosfera inerte; - Desengace e maceração de 6h a 8h (Pinot Noir); Drenagem estática do mosto;

- Uso de leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae;

- Fermentação alcoólica com temperatura de 15o a 16oC;

- Assemblage - mescla dos vinhos Chardonnay e Pinot Noir;

- Estabilização tartárica;

- Filtração;

Tomada de espuma

- Inoculação de leveduras selecionadas - licor de tiragem;

- Engarrafamento;

- Segunda fermentação dentro da própria garrafa com temperatura de 12oC; - Maturação por 24 meses ocorrendo autólise de leveduras;

- Remuage em pupitres;

- Degorgement, adição do licor de expedição, arrolhamento e rotulagem.

 

LAUDO ANALÍTICO

Álcool: 12%

Acidez Total: 6,0 g/L de ácido tartárico Densidade: 1,001 | Extrato Seco: 53,23 g/L SO2 Total: 0,102 mg/L | SO2 Livre: 0,018 g/L Açúcares totais em glicose: 30 g/L

pH: 3,17 | Pressão: 6 kg/cm2

A vinícola

Sobre a Casa Valduga

A Vinícola Casa Valduga é uma das instituições mais consolidadoras da viticultura brasileira, com raízes fincadas no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, desde 1875, e referência no enoturismo nacional. Pioneira no setor, oferece um complexo com pousada, restaurantes, caves históricas e experiências imersivas que fazem da visita uma verdadeira jornada pelo mundo do vinho.

Os vinhos e espumantes Casa Valduga conquistam reconhecimento internacional, com destaque para rótulos como Villa‑Lobos Cabernet Sauvignon, Storia Merlot e o premiado Espumante 130 Blanc de Blanc. Avaliados entre os melhores do país e produzidos com tecnologia moderna e tradição familiar, seus produtos unem elegância, consistência e conexão com o terroir.

Descubra a Casa Valduga e viva experiências únicas de degustação, cursos, piqueniques e muito mais, em uma vinícola que combina autenticidade, inovação e liderança no mercado, sendo a primeira brasileira entre as 100 melhores do mundo para visitar.


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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).